Um pouco de ciência, viagens, enogastronomia e outros prazeres... Quer saber de novidades sobre Anestesiologia e Dor? Acesse www.anestesiador.com.br
domingo, 9 de agosto de 2009
Aerado
Além de músico, Nando Hueb é médico oftalmologista nas cidades de Lençóis Paulista e Macatuba, no interior de São Paulo....
Dica do músico e anestesiologista Samy Zenum!
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
A VIDA
A Vida
Henfil
”Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo;
e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade;
Até que você volte para a faculdade;
até que você perca 5 quilos;
até que você ganhe 5 quilos;
até que você tenha tido filhos;
até que seus filhos tenham saído de casa;
até que você se case;
até que você se divorcie;
até sexta à noite;
até segunda de manhã;
até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova;
até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos;
até o próximo verão,
outono, inverno;
até que você esteja aposentado;
até que a sua música toque;
até que você tenha terminado seu drink;
até que você esteja sóbrio de novo;
até que você morra;
E decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO…"
Henfil
”Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo;
e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade;
Até que você volte para a faculdade;
até que você perca 5 quilos;
até que você ganhe 5 quilos;
até que você tenha tido filhos;
até que seus filhos tenham saído de casa;
até que você se case;
até que você se divorcie;
até sexta à noite;
até segunda de manhã;
até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova;
até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos;
até o próximo verão,
outono, inverno;
até que você esteja aposentado;
até que a sua música toque;
até que você tenha terminado seu drink;
até que você esteja sóbrio de novo;
até que você morra;
E decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO…"
Street view e Pages jaunes

Na foto, o grupo de carros que percorre a cidade de BH para fazer as fotos.
O Google Maps (versão web do Google Earth) possui uma excelente ferramenta que promete trazer ainda mais diversão para aqueles que curtem tirar a noite para percorrer os caminhos do mundo. Trata-se da Street View. No Brasil a primeira cidade será Belo Horizonte!
A idéia é botar uma van para percorrer e fotografar as ruas das grandes cidades, trazendo aos navegantes fotos atuais de todas as localidades, quase que metro a metro. Em outras palavras, você escolhe a partir de onde deseja fazer seu passeio virtual, e vai clicando na setinha e as fotos vão mudando na medida em que você "caminha". E não é só isso. Você pode virar à direita, à esquerda, voltar atrás, como se de fato estivesse passeando pelas ruas da cidade. Dar um passeio por Paris é sensacional...
A idéia não é nova. Usei muito também o www.pagesjaunes.fr capaz de localizar o endereço postal e ver fotos de frente e laterais já em 2002. Evoluiu até um passeio virtual 3D completo atualmente.
Experimente no pages jaunes o local Cité Internation Universitaire de Paris. Escolha na visão 3D e instale o Adobe shock wave player se já não o tiver.
Vc pode inclusive comprar a foto aérea do local escolhido.
domingo, 2 de agosto de 2009
Terapia da viagem
Quando viajar pode ser uma terapia
Em 2007, a jornalista Karen Schaler estava às voltas com o fim de um relacionamento amoroso e com uma crise de stress provocada pelo trabalho. Justamente naquele momento, foi destacada para fazer uma cobertura da operação militar americana no Afeganistão para a TV ABC. Poderia ser o golpe de misericórdia, emocionalmente falando, sobre uma mulher já em cacos. Mas, ao contrário, a temporada afegã foi uma espécie de renascimento: ao regressar, ela deixou o emprego de 15 anos e foi viajar, para escrever Travel Therapy: Where Do You Need to Go? (A terapia da viagem: para onde você deve ir?, inédito no Brasil). "A viagem é capaz de transformar, inspirar e fortalecer", diz Schaler. "Quando voltei do Afeganistão, me senti mais forte, revitalizada e pronta para fazer mudanças".
A autora argumenta que alguns dias longe de casa são capazes de promover uma revolução na vida de qualquer pessoa. Na obra, ela tenta estabelecer critérios para orientar os leitores a escolher a viagem certa para o momento certo. O objetivo é evitar prejuízos financeiros e psicológicos, caso o destino escolhido não seja adequado. Um exemplo elementar: não vá para paraísos românticos se você acaba de romper um relacionamento amoroso. Em tempo: a cobertura da guerra do Afeganistão valeu à jornalista o prêmio Emmy, o Oscar da TV americana, um dos três que ela acumula. Acompanhe a seguir trechos da entrevista que Karen Schaler concedeu a VEJA.com.
Uma viagem pode curar um coração partido?
Eu acredito que uma viagem pode ajudar em todos os aspectos de sua vida, inclusive no caso de pessoas que se decepcionaram com um relacionamento. O primeiro capítulo do livro é chamado "Hotel Heartbreak", que trata dos lugares que você deveria ir depois de passar por uma situação dessas. Todos nós passamos por isso, não é mesmo? E sabemos o quão agonizante pode ser, mesmo que tenha sido você quem decidiu terminar tudo. Sempre usei a viagem como forma de recuperar meu coração partido e voltava para casa pronta para recomeçar a viver minha vida novamente. Claro que é preciso escolher a viagem certa: você não deve ir parar num resort voltado a viagens românticas frequentado por casais felizes. Viajar para lugares que você costumava visitar com o seu ex também não é legal: pode trazer memórias dolorosas.
Sabemos que os assuntos da mente estão ligados à saúde do corpo. A viagem correta pode ajudar a lidar com problemas de saúde?
Eu entrevistei médicos, psicólogos e psiquiatras para escrever o livro, e todos eles falaram como a viagem certa é capaz de curar você mental e fisicamente. No livro, há um capítulo chamado "Ordens médicas", que mostra especificamente como a viagem pode ajudar se você acaba de enfrentar uma doença séria.
Por que viajar é uma terapia?
A viagem é capaz de transformar, inspirar e fortalecer. No livro, eu digo: "Você pode mudar sua atitude se mudar seu ambiente". Se você está muito estressado com o trabalho, se tem que lidar com uma perda ou uma doença, você pode viajar ao invés de ficar parado com pena de si mesmo e afundando em depressão.
Como escolher o melhor destino?
O conceito de "viagem terapia" é escolher o melhor destino, de acordo com o seu humor e com o momento da vida que você atravessa. Não existe uma viagem que se encaixa para todo mundo. Em algum momento, você vai precisar escapar para um lugar calmo, em outro, para um lugar cheio de aventuras. Tudo depende de onde está sua mente, do seu tipo de personalidade e o que você pretende fazer da vida no futuro.
Situação: Destino ou tipo de passeio
fim de relacionamento amoroso: aventura
passeio romântico: ilha afastada e tranquila
reaproximação de namorados ou amigos: ser voluntário em algum país
perda ente querido: trilhas em grupo
doença: alugar casa em um lugar diferente
conquista/celebração: lugares calmos e luxuosos, em companhia
de amigos
Viajar é essencial para todas as pessoas?
No livro, eu cito frases de pessoas famosas a respeito, e a minha favorita é: "O mundo é um livro, e aqueles que não viajam leram apenas uma página", de Santo Agostinho. Eu acredito que dar um passo para fora de sua área de conforto abre sua mente e seu coração para diferentes culturas, pessoas, lugares e coisas, dá um melhor entendimento do mundo em que vivemos e de nós mesmos. Viajar tem a capacidade de estimular a imaginação e ajudar você a acreditar que qualquer coisa é possível. Se você está procurando por tranquilidade ou quer uma dose de adrenalina, a viagem, quando escolhida corretamente, se torna o ticket para uma jornada pessoal imperdível.
O que você aprendeu enquanto viajava?
Eu aprendi tanto sobre mim que poderia escrever outro livro! Quando fui para um spa cercado por natureza em Tulum, no México, aprendi como fazer o stress sair da minha vida. Em um orfanato em Malauí, na África, aprendi que as crianças não precisam de presentes pomposos ou brinquedos caros: o que elas realmente precisam é de um abraço, de alguém que lhes dê atenção e as ame. Eu aprendi também em uma viagem romântica navegando pelo mar que não adianta fazer programas muito agitados com o seu namorado se você não consegue passar algum tempo em silêncio ao lado dele: também dá para se divertir em períodos de silêncio. E durante as aulas de surf que tive com a minha mãe no Havaí, percebi que até mesmo ela e eu somos muito diferentes em alguns aspectos - e muito parecidas em outros.
Você visitou todos os países mencionados no livro?
Visitei 95% dos destinos, mais de 40 países. Dos poucos que não tive a oportunidade de conhecer, consegui a informação com minha família, amigos próximos e outros especialistas em viagem em quem confiava. Eu tinha que ter certeza que todos os destinos se encaixavam nos temas propostos no livro.
Com que frequência uma pessoa precisa parar de trabalhar e ir viajar?
Não existe uma resposta perfeita para todo mundo. Uma pessoa pode precisar viajar apenas uma vez por ano, enquanto outra, uma vez por mês.
Uma viagem curta, de apenas um fim de semana, pode fazer a diferença?
Sim, absolutamente. Mas é preciso ter escolhido o destino correto, que combina com o que sua cabeça e seu coração precisam. Você pode tirar uma semana de férias e voltar desapontado porque não foi para o local certo, ou pode fazer uma viagem de um dia e voltar revitalizado e inspirado. Eu sempre digo: é melhor tirar alguns dias para viajar para um lugar que você realmente quer e precisa conhecer do que tirar uma semana de folga e ir parar no destino errado só porque você ganhou um desconto no pacote.
O que dizer para as pessoas que querem viajar, mas não têm muito dinheiro?
Viajar não tem nada a ver com escolher o destino mais caro. Não adianta viajar extrapolando o orçamento e ficar estressado. Isso não tem nada de "viagem terapia". Se você não tem grandes economias, pode encontrar destinos adequados ao seu bolso. Só é preciso procurar bem e ficar esperto para escolher os locais: por todo o mundo, existem pacotes promocionais. Se você não puder pagar duas semanas de férias, volte em uma semana ou fique apenas um fim de semana prolongado. A chave é continuar a viajando.
Acho que trata até unha encravada!
Wine Spectator indica 14 restaurantes brasileiros
A revista Wine Spectator do mês de agosto traz o Annual Restaurant Awards com uma lista de 3845 restaurantes ao redor do mundo e nela estão 14 restaurantes brasileiros, reconhecidos por sua carta de vinho. São eles:
A Figueira Rubayat: Rua Haddock Lobo, 1738, São Paulo, SP
Amadeus: Rua Haddock Lobo, 807, São Paulo, SP
Baby Beef Rubayat: Alameda Santo, 86, São Paulo, SP
Churrascaria Vento Argano: Av. Rebouças 1001, São Paulo, SP
Fogo de Chão: Rua Sergipe, 1028 em Belo Horizonte, MG
Fogo de Chão: SMS Quadra 5 bloco E, Asa Sul, Brasília.
Fogo de Chão: Av. dos Bandeirantes 538, São Paulo, SP
Fogo de Chão: Av. Moreira Guimarães, 964, São Paulo, SP
Fogo de Chão: Av. Santo Amaro, 6824, São Paulo, SP
Oliveto Restaurante e Enoteca: Av.Cell Silva Telles, 843, Campinas, SP
Porto Rubayat: Rua Leopoldo Magalhães, 1142, São Paulo, SP
Taste-Vin: Rua Curitiba 2105, Belo Horizonte, MG
Vinheria Percussi: Rua Cônego Eugênio Leite, 523, São Paulo, SP
Fonte: Enoblog Nosso vinho
A Figueira Rubayat: Rua Haddock Lobo, 1738, São Paulo, SP
Amadeus: Rua Haddock Lobo, 807, São Paulo, SP
Baby Beef Rubayat: Alameda Santo, 86, São Paulo, SP
Churrascaria Vento Argano: Av. Rebouças 1001, São Paulo, SP
Fogo de Chão: Rua Sergipe, 1028 em Belo Horizonte, MG
Fogo de Chão: SMS Quadra 5 bloco E, Asa Sul, Brasília.
Fogo de Chão: Av. dos Bandeirantes 538, São Paulo, SP
Fogo de Chão: Av. Moreira Guimarães, 964, São Paulo, SP
Fogo de Chão: Av. Santo Amaro, 6824, São Paulo, SP
Oliveto Restaurante e Enoteca: Av.Cell Silva Telles, 843, Campinas, SP
Porto Rubayat: Rua Leopoldo Magalhães, 1142, São Paulo, SP
Taste-Vin: Rua Curitiba 2105, Belo Horizonte, MG
Vinheria Percussi: Rua Cônego Eugênio Leite, 523, São Paulo, SP
Fonte: Enoblog Nosso vinho
Via aérea difícil
O manuseio inadequado da via aérea é a causa mais freqüente de complicações relacionadas à anestesia.
(Caplan RA, Posner KL, Ward RJ et al - Adverse respiratory events in Anesthesia: a closed claims analysis. Anesthesiology, 1990; 72(5):828-833.)
Bela iniciativa a criaçào de site sobre o assunto: Via aérea difícil!
Acesse por aqui!
Abaixo algorritmo tirado do site...

Practice Guidelines for Management of the Difficult Airway: An Updated Report by the American Society of Anesthesiologists Task Force on Management of the Difficult Airway. Anesthesiology, Volume 98(5), May 2003, 1269-1277.
Legendas
* Sempre confirmar ventilação (com tubo traqueal ou Máscara Laríngea) com CO2 expirado (capnografia ou colorimétrico).
(a) Outras opções incluem, mas não são limitadas a: cirurgia utilizando máscara facial ou Máscara Laríngea, anestesia local ou regional para procedimentos periféricos que possam ser interrompidos a qualquer momento.
Essa opções só serão viáveis se houver livre acesso a cabeça e a ventilação com máscara for possível e eficaz.
O paciente deve ser informado da possibilidade de intubação acordado.
(b) Técnicas “invasivas”: traqueostomia cirúrgica ou percutânea e cricotireoidostomia.
(c) Técnicas não invasivas de acesso à via aérea incluem, mas não são limitadas a:fibroscopia; laringoscópios não convencionais; Máscara Laríngea como um guia para intubação (com uso de fibroscópio ou não); intubação com estilete guia, estilete luminoso ou tubo trocador; intubação retrógrada; intubação nasal ou oral às cegas; broncoscopia rígida.
(d) Considerar re-preparar o paciente para intubação acordado ou cancelar a cirurgia.
(e) As opções para acesso de emergência, não invasivo, à via aérea incluem, mas não são limitadas a: Combitube, ventilação a jato transtraqueal (VJTT) e broncoscópio rígido.
(Caplan RA, Posner KL, Ward RJ et al - Adverse respiratory events in Anesthesia: a closed claims analysis. Anesthesiology, 1990; 72(5):828-833.)
Bela iniciativa a criaçào de site sobre o assunto: Via aérea difícil!
Acesse por aqui!
Abaixo algorritmo tirado do site...
Practice Guidelines for Management of the Difficult Airway: An Updated Report by the American Society of Anesthesiologists Task Force on Management of the Difficult Airway. Anesthesiology, Volume 98(5), May 2003, 1269-1277.
Legendas
* Sempre confirmar ventilação (com tubo traqueal ou Máscara Laríngea) com CO2 expirado (capnografia ou colorimétrico).
(a) Outras opções incluem, mas não são limitadas a: cirurgia utilizando máscara facial ou Máscara Laríngea, anestesia local ou regional para procedimentos periféricos que possam ser interrompidos a qualquer momento.
Essa opções só serão viáveis se houver livre acesso a cabeça e a ventilação com máscara for possível e eficaz.
O paciente deve ser informado da possibilidade de intubação acordado.
(b) Técnicas “invasivas”: traqueostomia cirúrgica ou percutânea e cricotireoidostomia.
(c) Técnicas não invasivas de acesso à via aérea incluem, mas não são limitadas a:fibroscopia; laringoscópios não convencionais; Máscara Laríngea como um guia para intubação (com uso de fibroscópio ou não); intubação com estilete guia, estilete luminoso ou tubo trocador; intubação retrógrada; intubação nasal ou oral às cegas; broncoscopia rígida.
(d) Considerar re-preparar o paciente para intubação acordado ou cancelar a cirurgia.
(e) As opções para acesso de emergência, não invasivo, à via aérea incluem, mas não são limitadas a: Combitube, ventilação a jato transtraqueal (VJTT) e broncoscópio rígido.
sábado, 1 de agosto de 2009
Resultado do teste de vinhos
Você entende de vinho, ou só faz pose?
1. Só três uvas são permitidas pela regulamentação de Champagne: as tintas pinot noir, pinot meunier e a branca chardonnay.
2. A pinotage é fruto de um cruzamento das uvas pinot noir e cinsault, realizada em 1924 pelo professor Abraham Perold realizada na África do Sul.
3. A origem da variedade malbec é francesa, da região de Cahors, mas ela se adaptou melhor na Argentina, de onde saem a maioria das garrafas de malbec consumidos no mundo
4. Vinho fino é nome das bebidas elaboradas com uvas viníferas segundo a legislação brasileira. Os vinhos de garrafão ou suave são elaborados com uvas híbridas, como a Isabel
5. Podem ser usados até 13 tipos de uva num Châteauneuf-du-Pape (a principal é a grenache).
6. O Chile, protegido pelos Andes é o único país produtor de vinhos que nunca foi afetado pela phyloxera.
7. Os termos reserva e reservado gravados nos rótulos não são indicativos de qualidade no Chile, pois não há legislação de origem de qualidade, é preciso confiar na qualidade do produtor.
8. Até 1996 a uva carmenère, no Chile, era confundida com a merlot. Um exame de DNA nas parreiras constatou o erro. A merlot amadurece cerca de três semanas antes que a carmenère.
9. Os Estados Unidos são o 4º produtor mundial só estão atrás da Itália, França e Espanha na produção de vinhos - e 90% dos vinhedos estão concentrados na região da Califórnia.
10. Trata-se da uva tinta gammay (só usada em Beaujolais).
11. Os seis superfantásticos vinhos são Château Latour, Château Lafite Rothschild, Château Margaux, Château Haut-Brion e Château Mouton-Rothschild, O Château Pétrus, apesar de ser tão famoso e caro quanto os vinhos citados, é da região do Pomerol, que se recusou a fazer uma classificação de seus vinhos.
12. Denominação controlada, ou DOCG, significa Denominazione di Origine Controllata e Garantita e é a mais alta classificação de um vinho italiano, segunda a legislação do país.
13. O Barolo é produzido com a uva nebbiolo.
14. Prosecco é o nome de uma uva branca responsável pelo espumante que leva seu nome no rótulo. Muita gente acredita ser uma região da Itália.
15. O reserva passam por 1 ano em barril de carvalho e 2 na garrafa. A ordem é a seguinte:
Jovem - não passam por barril de carvalho.
Crianza - 1 ano em barril de carvalho e 1 ano na garrafa.
Reserva - 1 ano em barril de carvalho e 2 na garrafa.
Gran Reserva - 2 anos em barris de carvalho 3 anos na garrafa.
16. Foi Portugal que em 1756, por ordem do Marques do Pombal, demarcou a região do Douro, na época conhecida pelos seus vinhos do Porto.
17. A mesma uva, aragonês, de Portugal, recebe os nomes de tinta roriz no Douro e tempranillo, na Espanha
18. A shiraz é a uva emblemática da Austrália e geralmente vem associada a alguma parcela de cabernet sauvignon. Já o fresco e aromático sauvignon blanc da Nova Zelândia conquistou a crítica especializada e os consumidores do mundo
19. Nos vinhedos do Vale do São Francisco, no Nordeste, há 25 safras por ano, a cada 15 dias alguma casta é colhida.
20. Os vinhos alemães são classificados, segundo a ordem de grandeza abaixo
Denomição controlada - QmP Qualitäteswein Mit Prädikat.
De qualidade de origem - QbA Qualitäteswein eines bestimmten Anbaugebiete.
Regional - Landwein
Mesa - Tafelwein
1. Só três uvas são permitidas pela regulamentação de Champagne: as tintas pinot noir, pinot meunier e a branca chardonnay.
2. A pinotage é fruto de um cruzamento das uvas pinot noir e cinsault, realizada em 1924 pelo professor Abraham Perold realizada na África do Sul.
3. A origem da variedade malbec é francesa, da região de Cahors, mas ela se adaptou melhor na Argentina, de onde saem a maioria das garrafas de malbec consumidos no mundo
4. Vinho fino é nome das bebidas elaboradas com uvas viníferas segundo a legislação brasileira. Os vinhos de garrafão ou suave são elaborados com uvas híbridas, como a Isabel
5. Podem ser usados até 13 tipos de uva num Châteauneuf-du-Pape (a principal é a grenache).
6. O Chile, protegido pelos Andes é o único país produtor de vinhos que nunca foi afetado pela phyloxera.
7. Os termos reserva e reservado gravados nos rótulos não são indicativos de qualidade no Chile, pois não há legislação de origem de qualidade, é preciso confiar na qualidade do produtor.
8. Até 1996 a uva carmenère, no Chile, era confundida com a merlot. Um exame de DNA nas parreiras constatou o erro. A merlot amadurece cerca de três semanas antes que a carmenère.
9. Os Estados Unidos são o 4º produtor mundial só estão atrás da Itália, França e Espanha na produção de vinhos - e 90% dos vinhedos estão concentrados na região da Califórnia.
10. Trata-se da uva tinta gammay (só usada em Beaujolais).
11. Os seis superfantásticos vinhos são Château Latour, Château Lafite Rothschild, Château Margaux, Château Haut-Brion e Château Mouton-Rothschild, O Château Pétrus, apesar de ser tão famoso e caro quanto os vinhos citados, é da região do Pomerol, que se recusou a fazer uma classificação de seus vinhos.
12. Denominação controlada, ou DOCG, significa Denominazione di Origine Controllata e Garantita e é a mais alta classificação de um vinho italiano, segunda a legislação do país.
13. O Barolo é produzido com a uva nebbiolo.
14. Prosecco é o nome de uma uva branca responsável pelo espumante que leva seu nome no rótulo. Muita gente acredita ser uma região da Itália.
15. O reserva passam por 1 ano em barril de carvalho e 2 na garrafa. A ordem é a seguinte:
Jovem - não passam por barril de carvalho.
Crianza - 1 ano em barril de carvalho e 1 ano na garrafa.
Reserva - 1 ano em barril de carvalho e 2 na garrafa.
Gran Reserva - 2 anos em barris de carvalho 3 anos na garrafa.
16. Foi Portugal que em 1756, por ordem do Marques do Pombal, demarcou a região do Douro, na época conhecida pelos seus vinhos do Porto.
17. A mesma uva, aragonês, de Portugal, recebe os nomes de tinta roriz no Douro e tempranillo, na Espanha
18. A shiraz é a uva emblemática da Austrália e geralmente vem associada a alguma parcela de cabernet sauvignon. Já o fresco e aromático sauvignon blanc da Nova Zelândia conquistou a crítica especializada e os consumidores do mundo
19. Nos vinhedos do Vale do São Francisco, no Nordeste, há 25 safras por ano, a cada 15 dias alguma casta é colhida.
20. Os vinhos alemães são classificados, segundo a ordem de grandeza abaixo
Denomição controlada - QmP Qualitäteswein Mit Prädikat.
De qualidade de origem - QbA Qualitäteswein eines bestimmten Anbaugebiete.
Regional - Landwein
Mesa - Tafelwein
Teste sobre vinhos
Você entende de vinho, ou só faz pose?
Se você é do tipo que cheira a rolha, balança, cheira e bebe aquele golinho, bochecha e dá notas e impressões para o vinho....(ai, ai, imagino a cara do Maitre te esperando!), você deve fazer o teste acima. Vai servir de base e aprimoramento para as próximas degustações!
Meu resultado...
De 4 a 8 acertos
Você gosta de vinho, se não, não faria o teste. Mas não presta muita atenção no que bebe e talvez nem queira. Pelo menos se divertiu fazendo o teste?
Bom, já vou providenciar um bom livro sobre o assunto
Se você é do tipo que cheira a rolha, balança, cheira e bebe aquele golinho, bochecha e dá notas e impressões para o vinho....(ai, ai, imagino a cara do Maitre te esperando!), você deve fazer o teste acima. Vai servir de base e aprimoramento para as próximas degustações!
Meu resultado...
De 4 a 8 acertos
Você gosta de vinho, se não, não faria o teste. Mas não presta muita atenção no que bebe e talvez nem queira. Pelo menos se divertiu fazendo o teste?
Bom, já vou providenciar um bom livro sobre o assunto
Vinhos de baixo custo
Tudo bem que não é todo dia que queremos gastar uns 100 cruzeiros num bom vinho.
Confesso que estou sempre de olho em promoções e procuro comprar pela internet, pois são valores mais em conta, com a comodidade de entrega em casa no caso de vinhos de maior valor.
mas sabe aquele vinho do dia a dia... que serve para acompanhar uma massa caseira ou depois de um longo dia de plantão...
Achei num blog uma análise com sugestões de baixo custo. Não vao servir para comemorações, mas, pelo menos, devem reduzir o risco da enxaqueca...
TINTOS
Salton Classic Tannat
Rio Grande do Sul, Brasil - de R$ 11,00 a R$ 15,00
Da linha mais simples da Salton. Correto, bem vinificado. Seu preço é imbatível, seus taninos melhoram se acompanhados de um churrasquinho informal no clube.
Pupilla Carmenère
Vale Colchagua, Chile - R$ 16,00
A uva-símbolo do Chile, seja lá o que isso queira dizer, num dos tintos de melhor custo-benefício da paróquia, produto da bodega Luis Felipe Edwards. Taninos bem resolvidos, frutas vermelhas e uma especiaria de leve. Resolve a vida e se encontra fácil em supermercados.
Rio Sol Cabernet Sauvignon/Syrah 2006
Vale do São Francisco, Pernambuco, Brasil - R$ 18,90
Este tinto nacional foi escolhido pelo júri da última Expovinis (feira de vinho realizada anualmente em São Paulo), em uma degustação às cegas, como o melhor tinto nacional. Concorreu com outros 39 rótulos, a maioria de preço mais elevado. Sou co-responsável: participei do júri. Tem uma fruta muito madura, típica de uma região ensolarada como aquela, mas um bom equilíbrio e acidez presente. Um achado de Pernambuco, uma região pouco provável alguns anos atrás.
Cono Sur Bicicleta Pinot Noir 2006
Vale Central, Chile - de R$ 21,00 a R$ 24,00
Vinícola com preocupações ambientais e certificada pela agricultura orgânica. Difícil recomendar um pinot noir do dia-a-dia, mas a correta linha bicicleta tem varietais que primam pela qualidade. Agradável, corpo médio (como se espera de um pinot) aromas leve de cereja. Outra dica da mesma linha é o branco da uva riesling.
Emiliana, Cabernet Sauvignon
Valle Rapel, Chile – de R$ 21,00 a R$ 24,00
Esta vinícola também alia vinhedos orgânicos com rótulos de grande produção. Tinto com um nariz mais presente que a boca, que é mais ralinha, mas agradável. Um cabernet sauvignon mais para o lado da juventude, da fruta fresca. Se ajeitou bem com uma massa com molho de carne.
Periquita 2004
Terras do Sado, Portugal - R$ 24,00
O tinto português mais vendido no país. Desde a safra de 2001 modernizou seu corte e ficou mais macio e fácil de beber. Resultado da adição de uma porcentagem maior das castas aragonês e trincadeira à tradicional uva castelão (a periquita), que dá a grande personalidade deste vinho.
Don Roman Tempranillo 2005
Rioja, Espanha - R$ 29,90
Este espanhol está sempre presente em listas de vinhos de bons preços. Mais que correto, tem um bom volume na boca, aromas presentes de especiarias e tostados gostosos. Nos restaurantes do chef e proprietário do La Vecchia Cucina e La Pasta Gialla, Sergio Arno, são servidos com o nome de Arno no rótulo. Foi escolhido por Veja São Paulo como boa opção de custo-qualidade entre os rótulos personalizados dos restaurantes da cidade.
.com 2005
Alentejo, Portugal - R$ 29,90
Com este nome no rótulo, não podia faltar nesta lista do blog do vinho. Uma mistura das cepas portuguesas trincadeira e aragonez com a francesa cabernet sauvignon e a “francesa de alma lusitana” alicante bouschet. O produtor Monte dos Cabaços (é isso mesmo, gente, não errei) faz um vinho moderno, quente, ao gosto do consumidor atual.
Los Vascos Cabernet Sauvignon
Vale Colchagua, Chile - R$ 30,00
Frutado e bem feito cabernet chileno com boa acidez, álcool controlado e aquele toque amentolado chileno. Um estilo que não muda. Sempre um boa pedida e, além do mais, sempre dá para dizer que está diante de um Barons de Rothschild.
Los Cardos Malbec 2006
Luján de Cuyo, Argentina - R$ 30,00
Tinto da vinícola Doña Paula que abriu a coleção de livros Vinhos do Mundo, Adega VEJA, da qual ajudei a selecionar: macio, bom de nariz, redondo na boca, nem um pouco enjoativo, como às vezes acontece com a malbec.
Le Bateaux Syrah 2006
Languedoc, França - R$ 35,00
Raro tinto francês na linha bom e barato. Best buy da revista americana Wine Spectator. Não é à toa, tem aquela perceptível especiaria da syrah com frutas bem maduras e a chancela da Domaines François Lurton.
Trio Merlot, Carmenère, Cabernet Sauvignon 2007
Valle Central, Chile – de R$ 37,00 R$ 39,90
Esta linha da gigante Concha y Toro é sempre resultado da mistura de três variedades (daí o nome), a primeira domina o corte, no caso aqui, a merlot. Apesar do preço fora da proposta inicial foi incluído só para chamar atenção de um pequeno detalhe. Muitas vezes, estes cortes por preço (no caso até 35 reais) em uma lista de v
inhos deixam de fora rótulos bem bacanas. Por 2 ou 4 reais a mais, você tem na taça um tinto saboroso, macio, com notas de chocolate - resultado de um trabalho criterioso do enólogo. Pense nisso também na hora da compra, para menos e para mais.
Fonte: Roberto Gerosa
Confesso que estou sempre de olho em promoções e procuro comprar pela internet, pois são valores mais em conta, com a comodidade de entrega em casa no caso de vinhos de maior valor.
mas sabe aquele vinho do dia a dia... que serve para acompanhar uma massa caseira ou depois de um longo dia de plantão...
Achei num blog uma análise com sugestões de baixo custo. Não vao servir para comemorações, mas, pelo menos, devem reduzir o risco da enxaqueca...
TINTOS
Salton Classic Tannat
Rio Grande do Sul, Brasil - de R$ 11,00 a R$ 15,00
Da linha mais simples da Salton. Correto, bem vinificado. Seu preço é imbatível, seus taninos melhoram se acompanhados de um churrasquinho informal no clube.
Pupilla Carmenère
Vale Colchagua, Chile - R$ 16,00
A uva-símbolo do Chile, seja lá o que isso queira dizer, num dos tintos de melhor custo-benefício da paróquia, produto da bodega Luis Felipe Edwards. Taninos bem resolvidos, frutas vermelhas e uma especiaria de leve. Resolve a vida e se encontra fácil em supermercados.
Rio Sol Cabernet Sauvignon/Syrah 2006
Vale do São Francisco, Pernambuco, Brasil - R$ 18,90
Este tinto nacional foi escolhido pelo júri da última Expovinis (feira de vinho realizada anualmente em São Paulo), em uma degustação às cegas, como o melhor tinto nacional. Concorreu com outros 39 rótulos, a maioria de preço mais elevado. Sou co-responsável: participei do júri. Tem uma fruta muito madura, típica de uma região ensolarada como aquela, mas um bom equilíbrio e acidez presente. Um achado de Pernambuco, uma região pouco provável alguns anos atrás.
Cono Sur Bicicleta Pinot Noir 2006
Vale Central, Chile - de R$ 21,00 a R$ 24,00
Vinícola com preocupações ambientais e certificada pela agricultura orgânica. Difícil recomendar um pinot noir do dia-a-dia, mas a correta linha bicicleta tem varietais que primam pela qualidade. Agradável, corpo médio (como se espera de um pinot) aromas leve de cereja. Outra dica da mesma linha é o branco da uva riesling.
Emiliana, Cabernet Sauvignon
Valle Rapel, Chile – de R$ 21,00 a R$ 24,00
Esta vinícola também alia vinhedos orgânicos com rótulos de grande produção. Tinto com um nariz mais presente que a boca, que é mais ralinha, mas agradável. Um cabernet sauvignon mais para o lado da juventude, da fruta fresca. Se ajeitou bem com uma massa com molho de carne.
Periquita 2004
Terras do Sado, Portugal - R$ 24,00
O tinto português mais vendido no país. Desde a safra de 2001 modernizou seu corte e ficou mais macio e fácil de beber. Resultado da adição de uma porcentagem maior das castas aragonês e trincadeira à tradicional uva castelão (a periquita), que dá a grande personalidade deste vinho.
Don Roman Tempranillo 2005
Rioja, Espanha - R$ 29,90
Este espanhol está sempre presente em listas de vinhos de bons preços. Mais que correto, tem um bom volume na boca, aromas presentes de especiarias e tostados gostosos. Nos restaurantes do chef e proprietário do La Vecchia Cucina e La Pasta Gialla, Sergio Arno, são servidos com o nome de Arno no rótulo. Foi escolhido por Veja São Paulo como boa opção de custo-qualidade entre os rótulos personalizados dos restaurantes da cidade.
.com 2005
Alentejo, Portugal - R$ 29,90
Com este nome no rótulo, não podia faltar nesta lista do blog do vinho. Uma mistura das cepas portuguesas trincadeira e aragonez com a francesa cabernet sauvignon e a “francesa de alma lusitana” alicante bouschet. O produtor Monte dos Cabaços (é isso mesmo, gente, não errei) faz um vinho moderno, quente, ao gosto do consumidor atual.
Los Vascos Cabernet Sauvignon
Vale Colchagua, Chile - R$ 30,00
Frutado e bem feito cabernet chileno com boa acidez, álcool controlado e aquele toque amentolado chileno. Um estilo que não muda. Sempre um boa pedida e, além do mais, sempre dá para dizer que está diante de um Barons de Rothschild.
Los Cardos Malbec 2006
Luján de Cuyo, Argentina - R$ 30,00
Tinto da vinícola Doña Paula que abriu a coleção de livros Vinhos do Mundo, Adega VEJA, da qual ajudei a selecionar: macio, bom de nariz, redondo na boca, nem um pouco enjoativo, como às vezes acontece com a malbec.
Le Bateaux Syrah 2006
Languedoc, França - R$ 35,00
Raro tinto francês na linha bom e barato. Best buy da revista americana Wine Spectator. Não é à toa, tem aquela perceptível especiaria da syrah com frutas bem maduras e a chancela da Domaines François Lurton.
Trio Merlot, Carmenère, Cabernet Sauvignon 2007
Valle Central, Chile – de R$ 37,00 R$ 39,90
Esta linha da gigante Concha y Toro é sempre resultado da mistura de três variedades (daí o nome), a primeira domina o corte, no caso aqui, a merlot. Apesar do preço fora da proposta inicial foi incluído só para chamar atenção de um pequeno detalhe. Muitas vezes, estes cortes por preço (no caso até 35 reais) em uma lista de v
inhos deixam de fora rótulos bem bacanas. Por 2 ou 4 reais a mais, você tem na taça um tinto saboroso, macio, com notas de chocolate - resultado de um trabalho criterioso do enólogo. Pense nisso também na hora da compra, para menos e para mais.
Fonte: Roberto Gerosa
Greve do Bigode
Passeio de ônibus em Paris
Dicas de Paris
Para os amentes da cidade de Paris, é muito melhor andar de ônibus do que de metrô. E olha que descobri isso somente na última viagem por lá. De ônibus você vê a cidade e aprende a se localizar. E de metro são tanatas escadas que vc cansa só de trocar de trens.
Existe um guia dos ônibus parisienses, com o traçado detalhado de cada linha e o mapa geral de todos os percursos. Preço: 7 euros.
Transplante hepático intervivos dominó
Espírito Santo realiza primeiro “transplante dominó”
A equipe de transplante hepático do Hospital Meridional, composta pelos médicos cirurgiões Gustavo, Jesse, Tárcio, Isaac, Alberto, hepatologistas Gabriela e Ana carolina, anestesiologistas Pablo e Célio acaba de realizar mais um feito inédito no Espírito Santo: o primeiro “transplante dominó”. A técnica consiste em retirar o fígado de um paciente, que recebe outro de um doador morto. Em seguida, o órgão é reaproveitado em outra pessoa que também está na fila de espera. Com isso, dois pacientes são beneficiados com transplante de fígado em cadeia.
O primeiro, que recebe um novo fígado e doa o seu, sofre de uma doença chamada Polineuropatia Amiloidótica Familiar (PAF), um agravo hereditário decorrente da produção de uma proteína pelo fígado. Com a patologia, em 20 ou 30 anos, o doente produz degenerações sensitivo-motoras autonômicas, o que pode levar à morte. Mas, apesar de ter sofrido a alteração genética, o órgão mantém as funções hepáticas normais e pode servir para outro paciente.
De acordo com o coordenador da equipe de transplantes hepáticos do Hospital Meridional, o cirurgião Gustavo Peixoto, a cirurgia é um marco na área. “Com esse tipo de procedimento, podemos aumentar a oferta de órgãos para as pessoas que estão na fila de espera”, ressalta.
Tudo começou às 5 da manhã de quinta-feira, 30 de julho. Foram 26 horas entre captação do primeiro fígado de doador cadáver, captação do segundo fígado do paciente com PAF, transplante no primeiro no receptor com PAF e translante do segundo fígado do doador com PAF em paciente com insuficiência hepática criptogênica.. O primeiro paciente evolui de forma bem satisfatória, sendo extubado na sala operatória as 16 horas de quinta-feira. Na sexta feira, 7 horas da manhã, o segundo paciente deu entrada na UTI ainda sob efeito anestésico e uso de drogas vasoativas, mas estável, bom boa diurese e em desmame das drogas e ventilação mecânica.
Também foram realizados um transplante cardíaco e um renal com os órgãos do doador cadáver, graças à benevolência da família.
Apesar de exaustos e com a jornada de trabalho de sexta-feira pela frente, a equipe se mostrou empolgada pelo sucesso dos transplantes.
Parabéns a esses louco heróis, capazes de vencer o próprio cansaço e seus limites em prol de um objetivo sem precedentes, devolver a vida a quem precisa.
Mais informações sobre doações, no site da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
quinta-feira, 23 de julho de 2009
7 maravilhas do mundo
As Cataratas do Iguaçu e a Amazônia estão entre as 28 candidaturas selecionadas para participar da grande final da eleição mundial das Novas Sete Maravilhas da Natureza.
O resultado, anunciado nesta terça-feira (21) pela Fundação New 7 Wonders, levou em conta o voto dos internautas e a opinião de um grupo de sete especialistas, que analisou uma série de quesitos como legado histórico e relevância ambiental, além da beleza dos locais.
O voto dos internautas serviu para indicar as 77 candidaturas pré-classificadas para a final, entre as quais os especialistas da Fundação New 7 Wonders apontaram as 28 finalistas.
Na relação de locais selecionados para a final estão onze da Ásia, sete das Américas, cinco da Europa, três da Oceania e dois da África.
Além das Cataratas do Iguaçu, somente uma queda d'água avançou à finalíssima: o Salto Angel, localizado na Venezuela. Já representando o Brasil, há duas candidaturas: as Cataratas do Iguaçu e a Amazônia. O arquipélago de Fernando de Noronha (PE), que integrava o top-77, foi eliminado.
Com as finalistas definidas, a votação para eleger as Novas Sete Maravilhas da Natureza foi reaberta nesta terça-feira no endereço www.new7wonders.com.
Quem votou nas fases anteriores pode votar novamente. A terceira e última etapa da disputa irá se estender até 2011, quando serão conhecidos os sítios vencedores. Segundo a Fundação New 7 Wonders, são esperados mais de 1 bilhão de votos.
A eleição das Novas Sete Maravilhas da Natureza teve início em dezembro de 2007, e envolveu mais de 440 atrações de 220 países.
Entre os especialistas que selecionaram as finalistas estão o ex-diretor-geral da Unesco Federico Mayor Zaragoza e o ambientalista Rex Weyler, co-fundador do Greenpeace Internacional.
Eles avaliaram a beleza das candidatas, sua relevância ambiental, o legado histórico e a localização geográfica.
Aproveite e vote também na Gruta de Jetta, uma incrível formação rochosa no Líbano, com profundidade de 350 m abaixo do nível do mar. Incrível sua visita!
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Gripe suína
O problema é entender porque morrem pessoas jovens, hígidas, tornando essa gripe de maior mortalidade proporcional à gripe comum... Se compararmos com toda a população, incluindo idosos, jovens e crianças, temos sim menor mortalidade. Mas se focarmos na faixa etária jovem, deveríamos esperar muito menor índice de mortalidade....
Secretaria de Saúde do RS informa mais 4 mortes pela nova gripe
20/07/2009 - 08h28 ( - G1)
A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul informou neste domingo (19), em nota, a morte de mais quatro pessoas - dois homens, uma mulher e uma menina - em decorrência da gripe A (H1N1) no estado.
As informações do governo gaúcho ainda não foram confirmadas pelo Ministério da Saúde.
Com isso, o número de mortes no estado em decorrência da doença sobe de 7 para 11. Além dos óbitos no Rio Grande do Sul, já foram confirmadas três mortes em São Paulo e uma no Rio de Janeiro em decorrência da nova gripe.
Quatro mortes
Das quatro mortes, duas foram em Uruguaiana: uma foi uma mulher de 36 anos, que estava grávida de oito meses; a outra foi de uma menina de 5 anos. A primeira morreu na última quinta-feira (16) e a segunda, na quarta-feira (15).
Nenhuma das duas havia viajado para outros países com forte incidência do vírus. Ambas morreram na Santa Casa da cidade.
Outra morte ocorreu na cidade de São Borja, no dia 6 de julho. Trata-se de um caminhoneiro que havia passado pela Argentina. O óbito ocorreu no Hospital Ivan Goulart. A secretaria informou que o homem era obeso.
Em Santa Maria, morreu um serralheiro de 40 anos, também obeso. Ele faleceu no Hospital Universitário da cidade, na sexta-feira (17).
Secretaria de Saúde do RS informa mais 4 mortes pela nova gripe
20/07/2009 - 08h28 ( - G1)
A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul informou neste domingo (19), em nota, a morte de mais quatro pessoas - dois homens, uma mulher e uma menina - em decorrência da gripe A (H1N1) no estado.
As informações do governo gaúcho ainda não foram confirmadas pelo Ministério da Saúde.
Com isso, o número de mortes no estado em decorrência da doença sobe de 7 para 11. Além dos óbitos no Rio Grande do Sul, já foram confirmadas três mortes em São Paulo e uma no Rio de Janeiro em decorrência da nova gripe.
Quatro mortes
Das quatro mortes, duas foram em Uruguaiana: uma foi uma mulher de 36 anos, que estava grávida de oito meses; a outra foi de uma menina de 5 anos. A primeira morreu na última quinta-feira (16) e a segunda, na quarta-feira (15).
Nenhuma das duas havia viajado para outros países com forte incidência do vírus. Ambas morreram na Santa Casa da cidade.
Outra morte ocorreu na cidade de São Borja, no dia 6 de julho. Trata-se de um caminhoneiro que havia passado pela Argentina. O óbito ocorreu no Hospital Ivan Goulart. A secretaria informou que o homem era obeso.
Em Santa Maria, morreu um serralheiro de 40 anos, também obeso. Ele faleceu no Hospital Universitário da cidade, na sexta-feira (17).
domingo, 19 de julho de 2009
Um pequeno passo para o homem e um grande passo para a Humanidade...
Um pequeno passo para o homem e um grande passo para a Humanidade...
Na manhã de 16 de julho, astronautas Neil Armstrong, Buzz Aldrin and Michael Collinssairam com Apollo 11 do Kennedy Space Center em direção a um dos maiores sonhos da humanidade... pisar na lua.

Até que às 4:18 p.m. de 20 de julho, o módulo lunar pousou com apenas 30 segundos a mais de combustível. Armstrong na sequência de audio disse à base: "Houston, Tranquility Base here. The Eagle has landed." Mission control erupts in celebration as the tension breaks, and a controller tells the crew "You got a bunch of guys about to turn blue, we're breathing again."

Às 10:56 p.m. Armstrong estava pronto para realizar o sonho de toda humanindade, plantando sus pegada em um outro mundo. Com mais de meio bilhão de pessoas o vendo, ele desceu as escadas do módulo lunar e proclamou: "That's one small step for a man, one giant leap for mankind."

Neste video, remasterizado pela NASA na comemoração dos 20 anos, parte histórica do evento que mudou a humanidade.
Na manhã de 16 de julho, astronautas Neil Armstrong, Buzz Aldrin and Michael Collinssairam com Apollo 11 do Kennedy Space Center em direção a um dos maiores sonhos da humanidade... pisar na lua.
Até que às 4:18 p.m. de 20 de julho, o módulo lunar pousou com apenas 30 segundos a mais de combustível. Armstrong na sequência de audio disse à base: "Houston, Tranquility Base here. The Eagle has landed." Mission control erupts in celebration as the tension breaks, and a controller tells the crew "You got a bunch of guys about to turn blue, we're breathing again."
Às 10:56 p.m. Armstrong estava pronto para realizar o sonho de toda humanindade, plantando sus pegada em um outro mundo. Com mais de meio bilhão de pessoas o vendo, ele desceu as escadas do módulo lunar e proclamou: "That's one small step for a man, one giant leap for mankind."
Neste video, remasterizado pela NASA na comemoração dos 20 anos, parte histórica do evento que mudou a humanidade.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Quem pode ser doador em vida?
O doador vivo é um cidadão juridicamente capaz, pelos termos da lei, de doar órgãos ou tecidos sem comprometimento de sua saúde e aptidões vitais. Ele deve ter condições adequadas de saúde e ser avaliado por um médico para a realização de exames que afastem doenças as quais possam comprometer sua saúde, durante ou após a doação.Pela lei, parentes até quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Já quem não é parente, somente com autorização judicial.
Quais órgãos e tecidos podem ser obtidos de um doador vivo?
RIM – é a doação mais frequente e corresponde a 50% dos transplantes renais;
MEDULA ÓSSEA – obtida por meio da aspiração óssea direta ou pela coleta de sangue periférico;
FÍGADO – parte do fígado pode ser doada – corresponde a 20% dos transplantes hepáticos;
PULMÃO - parte do órgão é doada em situações excepcionais, em geral para um filho.
Quais órgãos e tecidos podem ser obtidos de um doador vivo?
RIM – é a doação mais frequente e corresponde a 50% dos transplantes renais;
MEDULA ÓSSEA – obtida por meio da aspiração óssea direta ou pela coleta de sangue periférico;
FÍGADO – parte do fígado pode ser doada – corresponde a 20% dos transplantes hepáticos;
PULMÃO - parte do órgão é doada em situações excepcionais, em geral para um filho.
Quem pode ser beneficiado por um transplante?
CORAÇÃO – portadores de cardiomiopatia grave de diferentes etiologias (Doença de Chagas, isquêmica, reumática, idiopática, miocardites);
PULMÃO – portadores de doenças pulmonares crônicas por fibrose ou enfisema;
FÍGADO – portadores de cirrose hepática por hepatite, álcool ou outras causas;
RIM – portadores de insuficiência renal crônica por nefrite, hipertensão, diabetes e outras doenças renais;
PÂNCREAS – diabéticos que tomam insulina (diabetes tipo l) em geral, quando estão com doença renal associada;
CÓRNEAS – portadores de ceratocone, ceratopatia bolhosa, infecção ou trauma de córnea;
MEDULA ÓSSEA – portadores de leucemia, linfoma e aplasia de medula;
OSSO – pacientes com perda óssea por certos tumores ou trauma;
PELE – pacientes com grandes queimaduras.
PULMÃO – portadores de doenças pulmonares crônicas por fibrose ou enfisema;
FÍGADO – portadores de cirrose hepática por hepatite, álcool ou outras causas;
RIM – portadores de insuficiência renal crônica por nefrite, hipertensão, diabetes e outras doenças renais;
PÂNCREAS – diabéticos que tomam insulina (diabetes tipo l) em geral, quando estão com doença renal associada;
CÓRNEAS – portadores de ceratocone, ceratopatia bolhosa, infecção ou trauma de córnea;
MEDULA ÓSSEA – portadores de leucemia, linfoma e aplasia de medula;
OSSO – pacientes com perda óssea por certos tumores ou trauma;
PELE – pacientes com grandes queimaduras.
Cuidados básicos na manutenção do doador
Garantia de acessos vasculares
Tratamento de hipotensão com:
• reposição volêmica vigorosa (cristalóides e colóides);
• uso de dopamina (10ug/kg/min) ou outra droga vasoativa.
Ventilação:
• volume inspiratório de 1 ml/kg de peso;
• PEEP: 5cm de H2O;
• gasometria arterial periódica.
Controle de hipotermia com:
• focos de luz próximo ao tórax/abdome;
• infusão e ventilação aquecidas (37o a 40oC);
• cobertor térmico, se possível.
Outros cuidados:
• reposição de eletrólitos de acordo com a necessidade – hipernatremia
(hipocalemia é o mais frequente);
• reposição de bicarbonato de sódio em acidose metabólica;
• correção de hiperglicemia com insulina regular, por via subcutânea
ou intravenosa;
• uso regular de antibióticos profiláticos e terapêuticos;
• transfusão de sangue quando Hb < 10g/dl;
• proteção ocular com gase umedecida.
Tratamento de hipotensão com:
• reposição volêmica vigorosa (cristalóides e colóides);
• uso de dopamina (10ug/kg/min) ou outra droga vasoativa.
Ventilação:
• volume inspiratório de 1 ml/kg de peso;
• PEEP: 5cm de H2O;
• gasometria arterial periódica.
Controle de hipotermia com:
• focos de luz próximo ao tórax/abdome;
• infusão e ventilação aquecidas (37o a 40oC);
• cobertor térmico, se possível.
Outros cuidados:
• reposição de eletrólitos de acordo com a necessidade – hipernatremia
(hipocalemia é o mais frequente);
• reposição de bicarbonato de sódio em acidose metabólica;
• correção de hiperglicemia com insulina regular, por via subcutânea
ou intravenosa;
• uso regular de antibióticos profiláticos e terapêuticos;
• transfusão de sangue quando Hb < 10g/dl;
• proteção ocular com gase umedecida.
Avaliação do potencial doador
A avaliação do potencial doador deve considerar a inexistência de contraindicações clínicas e laboratoriais à doação. Assim, de forma geral, não devem ser considerados doadores:
• pacientes portadores de insuficiência orgânica que comprometa o funcionamento dos órgãos e tecidos que possam ser doados, como insuficiência renal, hepática, cardíaca, pulmonar, pancreática e medular;
• portadores de enfermidades infectocontagiosas transmissíveis por meio do transplante,
como soropositivos para HIV, Doença de Chagas, hepatites B e C. As sorologias
para essas doenças devem ser realizadas o mais breve possível. Quando não disponíveis, as equipes de captação providenciarão a sua realização;
• pacientes em sepse ou em Insuficiência de Múltiplos Órgãos e Sistemas (IMOS);
• portadores de neoplasias malignas, excetuando-se tumor restrito ao sistema nervoso central, carcinoma basocelular e de cérvix uterino in situ;
• doenças degenerativas crônicas e com caráter de transmissibilidade.
Em caso de parada cardíaca, as manobras de reanimação habituais devem ser realizadas; quando revertida, os órgãos podem ser retirados.
• pacientes portadores de insuficiência orgânica que comprometa o funcionamento dos órgãos e tecidos que possam ser doados, como insuficiência renal, hepática, cardíaca, pulmonar, pancreática e medular;
• portadores de enfermidades infectocontagiosas transmissíveis por meio do transplante,
como soropositivos para HIV, Doença de Chagas, hepatites B e C. As sorologias
para essas doenças devem ser realizadas o mais breve possível. Quando não disponíveis, as equipes de captação providenciarão a sua realização;
• pacientes em sepse ou em Insuficiência de Múltiplos Órgãos e Sistemas (IMOS);
• portadores de neoplasias malignas, excetuando-se tumor restrito ao sistema nervoso central, carcinoma basocelular e de cérvix uterino in situ;
• doenças degenerativas crônicas e com caráter de transmissibilidade.
Em caso de parada cardíaca, as manobras de reanimação habituais devem ser realizadas; quando revertida, os órgãos podem ser retirados.
Critérios para Diagnóstico de Morte Encefálica
Resolução CFM nº 1.480-97 de 8/8/97
O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decretos nº 44.045, de 19 de julho de 1958 e,
CONSIDERANDO que a Lei nº 9.434, de 4 de fevereiro de 1997, que dispõe sobre a retirada de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento, determina em seu artigo 3º que compete ao Conselho Federal de Medicina definir os critérios para diagnóstico de morte encefálica;
CONSIDERANDO que a parada total e irreversível
das funções encefálicas equivale à morte, conforme critérios já bem estabelecidos
pela comunidade científica mundial;
CONSIDERANDO o ônus psicológico e material causado pelo prolongamento do uso de recursos extraordinários para o suporte de funções vegetativas em pacientes
com parada total e irreversível da atividade encefálica;
CONSIDERANDO a necessidade de judiciosa indicação para interrupção do emprego desses recursos;
CONSIDERANDO a necessidade da adoção de critérios para constatar, de modo indiscutível, a ocorrência de morte;
CONSIDERANDO que ainda não há consenso sobre a aplicabilidade desses critérios em crianças menores de 7 dias e prematuros;
RESOLVE:
Art. 1º - A morte encefálica será caracterizada
através da realização de exames clínicos e complementares durante intervalos
de tempo variáveis, próprios para determinadas faixas etárias.
Art. 2º - Os dados clínicos e complementares observados quando da caracterização da morte encefálica deverão ser registrados no “termo de declaração de morte encefálica” anexo a esta Resolução.
Parágrafo único. As instituições hospitalares poderão fazer acréscimos ao presente
termo, que deverão ser aprovados pelos Conselhos Regionais de Medicina da sua jurisdição, sendo vedada a supressão de qualquer de seus itens.
Art. 3º - A morte encefálica deverá ser consequência de processo irreversível e de causa conhecida.
Art. 4º - Os parâmetros clínicos a serem observados para constatação de morte encefálica são: coma aperceptivo com ausência de atividade motora supraespinal
e apneia.
Art. 5º - Os intervalos mínimos entre as duas avaliações clínicas necessárias para a caracterização da morte encefálica abaixo especificado:
a) de 7 dias a 2 meses incompletos – 48 horas;
b) de 2 meses a 1 ano incompleto – 24 horas;
c) de 1 ano a 2 anos incompletos – 12 horas;
d) acima de 2 anos – 6 horas.
Art. 6º - Os exames complementares a serem observados para constatação de morte encefálica deverão demonstrar de forma inequívoca:
a) ausência de atividade elétrica cerebral ou;
b) ausência de atividade metabólica cerebral ou;
c) ausência de perfusão sanguínea cerebral.
Art. 7º - Os exames complementares serão utilizados por faixa etária, conforme abaixo especificado:
a) acima de 2 anos – um dos exames citados no Art. 6º, alíneas “a”, “b” e “c”;
b) de 1 a 2 anos incompletos – um dos exames citados no Art. 6º, alíneas “a”, “b” e “c”. Quando se optar por eletroencefalograma, serão necessários 2 exames com intervalo de 12 horas entre um e outro;
c) de 2 meses a 1 ano incompleto – 2 eletroencefalogramas com intervalo de 24 horas entre um e outro;
d) de 7 dias a 2 meses incompletos – 2 eletroencefalogramas com intervalo de 48 horas entre um e outro.
Art. 8º - O Termo de Declaração de Morte Encefálica, devidamente preenchido e assinado, e os exames complementares utilizados para diagnóstico da morte encefálica
deverão ser arquivados no próprio prontuário do paciente.
Art. 9º - Constatada e documentada a morte encefálica, deverá o Diretor Clínico
da instituição hospitalar ou quem for delegado comunicar tal fato aos responsáveis
legais do paciente, se houver, e à Central de Notificação, Captação e Distribuição
de Órgãos a que estiver vinculada a unidade hospitalar onde o mesmo se encontrava internado.
Art. 10º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação e renovada a Resolução CFM nº 1.346/91.
Brasília – DF, 8 de agosto de 1997.
Valdir Paiva Mesquita - Presidente
Antônio Henrique Pedrosa Neto - Secretário-Geral
O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decretos nº 44.045, de 19 de julho de 1958 e,
CONSIDERANDO que a Lei nº 9.434, de 4 de fevereiro de 1997, que dispõe sobre a retirada de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento, determina em seu artigo 3º que compete ao Conselho Federal de Medicina definir os critérios para diagnóstico de morte encefálica;
CONSIDERANDO que a parada total e irreversível
das funções encefálicas equivale à morte, conforme critérios já bem estabelecidos
pela comunidade científica mundial;
CONSIDERANDO o ônus psicológico e material causado pelo prolongamento do uso de recursos extraordinários para o suporte de funções vegetativas em pacientes
com parada total e irreversível da atividade encefálica;
CONSIDERANDO a necessidade de judiciosa indicação para interrupção do emprego desses recursos;
CONSIDERANDO a necessidade da adoção de critérios para constatar, de modo indiscutível, a ocorrência de morte;
CONSIDERANDO que ainda não há consenso sobre a aplicabilidade desses critérios em crianças menores de 7 dias e prematuros;
RESOLVE:
Art. 1º - A morte encefálica será caracterizada
através da realização de exames clínicos e complementares durante intervalos
de tempo variáveis, próprios para determinadas faixas etárias.
Art. 2º - Os dados clínicos e complementares observados quando da caracterização da morte encefálica deverão ser registrados no “termo de declaração de morte encefálica” anexo a esta Resolução.
Parágrafo único. As instituições hospitalares poderão fazer acréscimos ao presente
termo, que deverão ser aprovados pelos Conselhos Regionais de Medicina da sua jurisdição, sendo vedada a supressão de qualquer de seus itens.
Art. 3º - A morte encefálica deverá ser consequência de processo irreversível e de causa conhecida.
Art. 4º - Os parâmetros clínicos a serem observados para constatação de morte encefálica são: coma aperceptivo com ausência de atividade motora supraespinal
e apneia.
Art. 5º - Os intervalos mínimos entre as duas avaliações clínicas necessárias para a caracterização da morte encefálica abaixo especificado:
a) de 7 dias a 2 meses incompletos – 48 horas;
b) de 2 meses a 1 ano incompleto – 24 horas;
c) de 1 ano a 2 anos incompletos – 12 horas;
d) acima de 2 anos – 6 horas.
Art. 6º - Os exames complementares a serem observados para constatação de morte encefálica deverão demonstrar de forma inequívoca:
a) ausência de atividade elétrica cerebral ou;
b) ausência de atividade metabólica cerebral ou;
c) ausência de perfusão sanguínea cerebral.
Art. 7º - Os exames complementares serão utilizados por faixa etária, conforme abaixo especificado:
a) acima de 2 anos – um dos exames citados no Art. 6º, alíneas “a”, “b” e “c”;
b) de 1 a 2 anos incompletos – um dos exames citados no Art. 6º, alíneas “a”, “b” e “c”. Quando se optar por eletroencefalograma, serão necessários 2 exames com intervalo de 12 horas entre um e outro;
c) de 2 meses a 1 ano incompleto – 2 eletroencefalogramas com intervalo de 24 horas entre um e outro;
d) de 7 dias a 2 meses incompletos – 2 eletroencefalogramas com intervalo de 48 horas entre um e outro.
Art. 8º - O Termo de Declaração de Morte Encefálica, devidamente preenchido e assinado, e os exames complementares utilizados para diagnóstico da morte encefálica
deverão ser arquivados no próprio prontuário do paciente.
Art. 9º - Constatada e documentada a morte encefálica, deverá o Diretor Clínico
da instituição hospitalar ou quem for delegado comunicar tal fato aos responsáveis
legais do paciente, se houver, e à Central de Notificação, Captação e Distribuição
de Órgãos a que estiver vinculada a unidade hospitalar onde o mesmo se encontrava internado.
Art. 10º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação e renovada a Resolução CFM nº 1.346/91.
Brasília – DF, 8 de agosto de 1997.
Valdir Paiva Mesquita - Presidente
Antônio Henrique Pedrosa Neto - Secretário-Geral
Lei dos Transplantes nº 9.434/97
Lei nº 9.434/97
Capítulo l – Das Disposições Gerais
Art. 2º - A realização de transplantes ou enxertos de tecidos, órgãos ou partes do corpo humano só poderá ser realizada por estabelecimento de saúde, público ou privado, e por equipes médico-cirúrgicas de remoção e transplante previamente autorizadas pelo órgão de gestão nacional do Sistema Único de Saúde.
Capítulo ll – Da Disposição “Post Mortem” de Tecidos, Órgãos e Partes do Corpo Humano para Fins de Transplante
Art. 3º - A retirada “post mortem” de tecidos, órgãos ou partes do corpo humano destinados a transplante ou tratamento deverá ser precedida de diagnóstico de morte encefálica, constatada e registrada por dois médicos não participantes das equipes de remoção e transplante, mediante a utilização de critérios clínicos e tecnológicos definidos por resolução do Conselho Federal de Medicina.
Art. 8º - Após a retirada de partes do corpo, o cadáver será condignamente recomposto e entregue aos parentes do morto ou seus responsáveis legais para sepultamento.
Capítulo lll – Da Disposição de Tecidos, Órgãos e Partes do Corpo Humano Vivo para fins de Transplante ou Tratamento
Art. 9º - É permitida à pessoa juridicamente capaz dispor gratuitamente de tecidos, órgãos ou partes do próprio corpo vivo para fins de transplante ou terapêuticos.
§ 3º - Só é permitida a doação referida neste artigo quando se tratar de órgãos duplos, de partes de órgãos, tecidos ou partes do corpo cuja retirada não impeça o organismo do doador de continuar vivendo sem risco para a sua integridade e não represente grave comprometimento de suas aptidões vitais e saúde mental e não cause mutilação ou deformação inaceitável, e corresponda a uma necessidade terapêutica comprovadamente indispensável à pessoa receptora.
Capítulo lV – Das Disposições Complementares
Art. 13º - É obrigatório para todos os estabelecimentos de saúde notificar às centrais de notificação, captação e distribuição de órgãos da unidade federada, onde ocorrer o diagnóstico de morte encefálica feito em pacientes por eles atendidos.
Lei nº 10.211/01
Capítulo l
Art. 4º - A retirada de tecidos, órgãos e partes do corpo de pessoas falecidas, para transplantes ou outra finalidade terapêutica, dependerá da autorização do cônjuge ou parente maior de idade, obedecida a linha sucessória, reta ou colateral, até o segundo grau inclusive, firmada em documento subscrito por duas testemunhas presentes à verificação da morte.
Art. 2º - As manifestações de vontade relativas à retirada “post mortem” de tecidos, órgãos e partes, constantes da Carteira de Identidade Civil e da Carteira Nacional de Habilitação, perdem sua validade a partir de 22 de dezembro de 2000.
Capítulo l – Das Disposições Gerais
Art. 2º - A realização de transplantes ou enxertos de tecidos, órgãos ou partes do corpo humano só poderá ser realizada por estabelecimento de saúde, público ou privado, e por equipes médico-cirúrgicas de remoção e transplante previamente autorizadas pelo órgão de gestão nacional do Sistema Único de Saúde.
Capítulo ll – Da Disposição “Post Mortem” de Tecidos, Órgãos e Partes do Corpo Humano para Fins de Transplante
Art. 3º - A retirada “post mortem” de tecidos, órgãos ou partes do corpo humano destinados a transplante ou tratamento deverá ser precedida de diagnóstico de morte encefálica, constatada e registrada por dois médicos não participantes das equipes de remoção e transplante, mediante a utilização de critérios clínicos e tecnológicos definidos por resolução do Conselho Federal de Medicina.
Art. 8º - Após a retirada de partes do corpo, o cadáver será condignamente recomposto e entregue aos parentes do morto ou seus responsáveis legais para sepultamento.
Capítulo lll – Da Disposição de Tecidos, Órgãos e Partes do Corpo Humano Vivo para fins de Transplante ou Tratamento
Art. 9º - É permitida à pessoa juridicamente capaz dispor gratuitamente de tecidos, órgãos ou partes do próprio corpo vivo para fins de transplante ou terapêuticos.
§ 3º - Só é permitida a doação referida neste artigo quando se tratar de órgãos duplos, de partes de órgãos, tecidos ou partes do corpo cuja retirada não impeça o organismo do doador de continuar vivendo sem risco para a sua integridade e não represente grave comprometimento de suas aptidões vitais e saúde mental e não cause mutilação ou deformação inaceitável, e corresponda a uma necessidade terapêutica comprovadamente indispensável à pessoa receptora.
Capítulo lV – Das Disposições Complementares
Art. 13º - É obrigatório para todos os estabelecimentos de saúde notificar às centrais de notificação, captação e distribuição de órgãos da unidade federada, onde ocorrer o diagnóstico de morte encefálica feito em pacientes por eles atendidos.
Lei nº 10.211/01
Capítulo l
Art. 4º - A retirada de tecidos, órgãos e partes do corpo de pessoas falecidas, para transplantes ou outra finalidade terapêutica, dependerá da autorização do cônjuge ou parente maior de idade, obedecida a linha sucessória, reta ou colateral, até o segundo grau inclusive, firmada em documento subscrito por duas testemunhas presentes à verificação da morte.
Art. 2º - As manifestações de vontade relativas à retirada “post mortem” de tecidos, órgãos e partes, constantes da Carteira de Identidade Civil e da Carteira Nacional de Habilitação, perdem sua validade a partir de 22 de dezembro de 2000.
Lei dos Transplantes
A Lei nº 9.434/97, também conhecida como “Lei dos Transplantes”, trata das questões da Disposição “Post Mortem” de Tecidos, Órgãos e Partes do Corpo Humano para fins de Transplante; dos Critérios para Transplante com Doador Vivo e das Sanções Penais e Administrativas pelo não-cumprimento da lei. Foi regulamentada pelo Decreto nº 2.268/97, que criou o Sistema Nacional de Transplantes (SNT), os Órgãos Estaduais e as Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDOs) em cada estado da federação.
Em 2001, a Lei nº 10.211 extinguiu a doação presumida no Brasil e determinou que a doação com doador cadáver só ocorreria com a autorização familiar. Logo, os registros em documentos de Identificação (RG) e Carteira Nacional de Habilitação, relativos à doação de órgãos, deixaram de ter valor como forma de manifestação de vontade do potencial doador.
Em 2001, a Lei nº 10.211 extinguiu a doação presumida no Brasil e determinou que a doação com doador cadáver só ocorreria com a autorização familiar. Logo, os registros em documentos de Identificação (RG) e Carteira Nacional de Habilitação, relativos à doação de órgãos, deixaram de ter valor como forma de manifestação de vontade do potencial doador.
Eu salvo vidas
Principais causas de morte encefálica
• Traumatismo Crânio Encefálico.
• Acidente Vascular Encefálico (hemorrágico ou isquêmico).
• Encefalopatia Anóxica e Tumor Cerebral Primário.
O que fazer após o diagnóstico de morte encefálica?
Após o diagnóstico de morte encefálica é necessária a notificação à Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDOs). Para isso, o médico deve telefonar para a central do seu Estado e passar informações como: nome, idade, causa da morte e hospital onde o paciente está internado.
Essa notificação é compulsória e não depende do desejo familiar de doação ou da condição clínica do potencial doador de converter-se em doador efetivo. O óbito deve ser constatado no momento do diagnóstico de morte encefálica, com registro da data e horário. A doação só se efetiva se a família concordar e autorizar.
Doadores falecidos por morte natural (acidente vascular ou tumor cerebral) tem o atestado de óbito fornecido pelo hospital. Doadores vítimas de morte violenta são obrigatoriamente autopsiados, sendo o atestado de óbito fornecido por médicos legistas (IML).
• Traumatismo Crânio Encefálico.
• Acidente Vascular Encefálico (hemorrágico ou isquêmico).
• Encefalopatia Anóxica e Tumor Cerebral Primário.
O que fazer após o diagnóstico de morte encefálica?
Após o diagnóstico de morte encefálica é necessária a notificação à Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDOs). Para isso, o médico deve telefonar para a central do seu Estado e passar informações como: nome, idade, causa da morte e hospital onde o paciente está internado.
Essa notificação é compulsória e não depende do desejo familiar de doação ou da condição clínica do potencial doador de converter-se em doador efetivo. O óbito deve ser constatado no momento do diagnóstico de morte encefálica, com registro da data e horário. A doação só se efetiva se a família concordar e autorizar.
Doadores falecidos por morte natural (acidente vascular ou tumor cerebral) tem o atestado de óbito fornecido pelo hospital. Doadores vítimas de morte violenta são obrigatoriamente autopsiados, sendo o atestado de óbito fornecido por médicos legistas (IML).
Eu salvo vidas
Consentimento familiar
Após o diagnóstico de morte encefálica, a família deve ser consultada e orientada sobre o processo de doação de órgãos. O diálogo deve ser claro e objetivo, informando “que a pessoa está morta e que, nessas condições, seus órgãos podem ser doados para transplante, salvando outras vidas”.
Essa conversa pode ser realizada pelo médico do paciente, pelo médico da UTI ou pela equipe de captação, desde que estejam aptos a prestar à família qualquer informação solicitada. O assunto deve ser abordado em uma sala com ambiente calmo, e todas as pessoas confortavelmente acomodadas.
Eu salvo vidas
Como proceder com o potencial doador falecido?
Considera-se como potencial doador todo paciente em morte encefálica. No Brasil, o diagnóstico de morte encefálica é definido pela Resolução CFM nº 1.480/97. Deve ser registrado, em prontuário, a Declaração de Morte Encefálica, descrevendo os elementos do exame neurológico que demonstrem ausência dos reflexos do tronco cerebral, bem como o relatório de um exame complementar. Para a constatação do diagnóstico de morte encefálica é necessário certificar-se, inicialmente, que o paciente:
1) tenha identificação e registro hospitalar;
2) tenha a causa do coma conhecida e estabelecida;
3) não esteja hipotérmico (temperatura menor que 35o C);
4) não esteja usando drogas depressoras do Sistema Nervoso Central;
5) não esteja em hipotensão arterial.
Após essas certificações, o paciente deve ser submetido a dois exames neurológicos que avaliem a integridade do tronco cerebral. Esses exames são realizados por dois médicos não participantes das equipes de captação e transplante. O intervalo de tempo entre os exames é definido em relação à idade do paciente (Resolução CFM nº 1.480/97).
Após o segundo exame clínico, é realizado um exame complementar que demonstre ausência de perfusão cerebral ou de atividade elétrica cerebral ou, ainda, de atividade metabólica cerebral.
Eu salvo vidas
Morfina vs fentanil em cirurgia cardíaca
Interessante a análise do uso da morfina, comparando-a ao fentanil em cirurgia cardíaca!
Conclusão do artigo: Em pacientes submetidos a cc eletiva, com cec, as medidas de qualidade de vida pós-op e controle da dor na recuperação foram melhores com morfina 40 mg quando administradas intra-op como parte de anestesia balanceada com isoflurano do que comparado com fentanil.
Anesth Analg 2009; 109:311-319
© 2009 International Anesthesia Research Society
CARDIOVASCULAR ANESTHESIOLOGY
Morphine-Based Cardiac Anesthesia Provides Superior Early Recovery Compared
with Fentanyl in Elective Cardiac Surgery Patients
Glenn S. Murphy, MD, Joseph W. Szokol, MD, Jesse H. Marymont, MD, Steven B.
Greenberg, MD, Michael J. Avram, PhD, Jeffery S. Vender, MD, Saadia S.
Sherwani, MD, Margarita Nisman, BA, and Victoria Doroski, BA
>From the Department of Anesthesiology, NorthShore University HealthSystem,
Evanston, Illinois.
Address correspondence and reprint requests to Glenn S. Murphy, MD,
NorthShore Department of Anesthesiology, University HealthSystem, 2650 Ridge
Ave., Evanston, IL 60201. Address e-mail to dgmurphy2@yahoo.com.
Abstract
BACKGROUND: Experimental and clinical data suggest that morphine possesses
unique cardioprotective and antiinflammatory properties. In this clinical
investigation, we sought to determine whether the choice of intraoperative
opioid (morphine or fentanyl) influences early recovery after cardiac
surgery.
METHODS: Ninety patients undergoing cardiac surgery with cardiopulmonary
bypass were randomized to receive either morphine (40 mg) or fentanyl (600
µg) as part of a standardized opio id-isoflurane anesthetic. Quality of
recovery was assessed using the QoR-40 questionnaire administered
preoperatively and daily on postoperative days 1-3. During the first three
postoperative days, pain was measured using a 100-mm visual analog scale,
and the use of IV and oral pain medications (morphine or
acetaminophen/hydrocodone) was quantified. Hemodynamic variables, duration
of tracheal intubation, postoperative febrile reactions, organ morbidities,
and intensive care unit (ICU) and hospital length of stay were evaluated.
RESULTS: Compared with patients given fentanyl, those receiving morphine had
higher global QoR-40 scores on postoperative days 1 (173 vs 160, P <
0.0001), 2 (174 vs 164, P < 0.0001), and 3 (177 vs 167, P < 0.001).
Differences between the groups were observed in the QoR-40 dimensions of
emotional state, physical comfort, and pain (all P < 0.01-0.0001).
Postoperative visu al analog scale pain scores, use of pain medication in the
ICU and surgical ward, and postoperative febrile reactions were reduced
significantly in the morphine group (all P < 0.01). No differences between
the groups were noted in duration of tracheal intubation, ICU and hospital
length of stay, or postoperative complications.
CONCLUSIONS: In patients undergoing elective cardiac surgery with
cardiopulmonary bypass, postoperative quality-of-life measures and pain
control during recovery were enhanced when morphine (40 mg) was administered
intraoperatively as part of a balanced anesthetic technique compared with
fentanyl.
Conclusão do artigo: Em pacientes submetidos a cc eletiva, com cec, as medidas de qualidade de vida pós-op e controle da dor na recuperação foram melhores com morfina 40 mg quando administradas intra-op como parte de anestesia balanceada com isoflurano do que comparado com fentanil.
Anesth Analg 2009; 109:311-319
© 2009 International Anesthesia Research Society
CARDIOVASCULAR ANESTHESIOLOGY
Morphine-Based Cardiac Anesthesia Provides Superior Early Recovery Compared
with Fentanyl in Elective Cardiac Surgery Patients
Glenn S. Murphy, MD, Joseph W. Szokol, MD, Jesse H. Marymont, MD, Steven B.
Greenberg, MD, Michael J. Avram, PhD, Jeffery S. Vender, MD, Saadia S.
Sherwani, MD, Margarita Nisman, BA, and Victoria Doroski, BA
>From the Department of Anesthesiology, NorthShore University HealthSystem,
Evanston, Illinois.
Address correspondence and reprint requests to Glenn S. Murphy, MD,
NorthShore Department of Anesthesiology, University HealthSystem, 2650 Ridge
Ave., Evanston, IL 60201. Address e-mail to dgmurphy2@yahoo.com.
Abstract
BACKGROUND: Experimental and clinical data suggest that morphine possesses
unique cardioprotective and antiinflammatory properties. In this clinical
investigation, we sought to determine whether the choice of intraoperative
opioid (morphine or fentanyl) influences early recovery after cardiac
surgery.
METHODS: Ninety patients undergoing cardiac surgery with cardiopulmonary
bypass were randomized to receive either morphine (40 mg) or fentanyl (600
µg) as part of a standardized opio id-isoflurane anesthetic. Quality of
recovery was assessed using the QoR-40 questionnaire administered
preoperatively and daily on postoperative days 1-3. During the first three
postoperative days, pain was measured using a 100-mm visual analog scale,
and the use of IV and oral pain medications (morphine or
acetaminophen/hydrocodone) was quantified. Hemodynamic variables, duration
of tracheal intubation, postoperative febrile reactions, organ morbidities,
and intensive care unit (ICU) and hospital length of stay were evaluated.
RESULTS: Compared with patients given fentanyl, those receiving morphine had
higher global QoR-40 scores on postoperative days 1 (173 vs 160, P <
0.0001), 2 (174 vs 164, P < 0.0001), and 3 (177 vs 167, P < 0.001).
Differences between the groups were observed in the QoR-40 dimensions of
emotional state, physical comfort, and pain (all P < 0.01-0.0001).
Postoperative visu al analog scale pain scores, use of pain medication in the
ICU and surgical ward, and postoperative febrile reactions were reduced
significantly in the morphine group (all P < 0.01). No differences between
the groups were noted in duration of tracheal intubation, ICU and hospital
length of stay, or postoperative complications.
CONCLUSIONS: In patients undergoing elective cardiac surgery with
cardiopulmonary bypass, postoperative quality-of-life measures and pain
control during recovery were enhanced when morphine (40 mg) was administered
intraoperatively as part of a balanced anesthetic technique compared with
fentanyl.
Simpósio de transplantes
I Simpósio Integrado em Cirurgia e Anestesia: Análise de Visões Distintas e Convergentes.
Foco no Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde Módulo: Alta Complexidade em Cirurgia do Fígado e Transplantes
Inscrições
07/08/2009 a 08/08/2009 -> 14:00 - 17:40
Público Alvo:
Médicos que atuam em instituição pública de saúde
Programa:
A programação abaixo refere-se à parte PRÁTICA e TEÓRICA do Simpósio.
Centro de Simulação Realística Albert Einstein - 1º subsolo
7 de agosto de 2009 - das 14h às 18h
Objetivo: Conduzir casos clínicos em ambiente de simulação realística que reflitam os principais desafios na avaliação e controle hemodinâmico durante o transplante hepático e na cirurgia hepática.
Cenários simulados:
1. Síndrome de revascularização
Dr. Marcel Vitorelli e Dr. Marcelo Bruno de Rezende
2. Transplante hepático em paciente com hipertensão porto-pulmonar
Dr. Raffael Zamper e Dr. Sérgio Meira
3. Transplante hepático na hepatite fulminante
Dra. Dina Hatanaka Nowak e Dra. Maria Paula Villela Coelho
Salas do CESAS - 1º Subsolo
8 de agosto de 2009 - das 8h às 17h40
Cirurgia hepato-biliar
8h às 8h45 - Robótica e laparoscópica
8h - Papel na cirurgia hepato-biliar
Dr. Ben-Hur Ferraz Neto
8h15 - Implicações na anestesia
Dr. Alexandre Teruya
8h30 - Discussão
Dr. Cássio Andreoni e Dr. Sérgio Meira
8h50 às 9h35 - Isquemia/Reperfusão e proteção hepática
8h50 - Implicações do Pringle
Dr. Orlando de Castro e Silva Jr.
9h05 - Proteção anestésica
Dr. Eron Garcia de Santana
9h20 - Discussão
Dr. Adriano Miziara Gonzalez e Dra. Maria Ângela Tardelli
9h35 - Intervalo
10h00 às 10h45 - Pressão venosa baixa
10h - Me ajuda na cirurgia
Dr. Paulo Herman
10h15 - Será que faz bem para o paciente?
Dr. Bruno Salomé de Moraes
10h30 - Discussão
Dr. Francisco Marques Lobo e Dr. Alberto Queiroz de Faria
Cuidados com o doador de múltiplos órgãos
10h45 às 11h30- Cirurgia de extração de múltiplos órgãos
10h45 - Aspectos cirúrgicos na extração de
múltiplos órgãos
Dra. Maria Paula Villela Coelho
11h - Manutenção da estabilidade
hemodinâmica
Dr. Rogério Povoa Barbosa
11h15 - Discussão
Dr. Vinícius Rocha Santos e Dr. André Ibrahim David
Transplante hepático
11h30 às 12h15 - Avaliação de risco pré-operatório
11h30 - Visão do cirurgião
Dr. Luiz Augusto Carneiro D?Albuquerque
11h45 - Visão do anestesista
Dr. Flavio Takaoka
12h - Discussão
Dr. José Otávio Costa Auler Jr.
12h15 - Almoço
13h30 às 14h15 - Hepatite fulminante e transplante
13h30 - Preciso clampear a veia cava
Dr. Rogério Carballo Afonso
13h45 - Preciso manter o céfalo-aclive
Dr. Alexandre Pereira de Oliveira
14h - Discussão
Dr. Marcos Stavale Joaquim e Dr. Marcio Dias
14h15 às 15h - Piggyback ou não piggyback
14h15 - Com ou sem clampeamento da VCI
Dr. Agnaldo Soares Lima
14h30 - Paciente está hipotenso
Dr. Ricardo Lopes da Silva
14h45 - Discussão
Dr. Mauricio Barros e Dr. Marcelo Bruno de Rezende
15h - Intervalo
15h25 às 16h10 - Suporte hemodinâmico. Cateter de artéria pulmonar
15h25 - É caro e não há evidência
Dr. Gustavo Soares Miguel
15h40 - Fornece informações úteis
Dr. Rodrigo Perreira Diaz André
15h55 - Discussão
Dr. Alexandre Teruya e Dra. Flávia Machado
16h10 às 16h55 - O fígado implantado parece pequeno
16h10 - Está congesto. É da anestesia
Dr. Lucio Filgueiras Pacheco Moreira
16h25 - Está congesto. É da cirurgia
Dr. Cláudia Regina Fernandes
16h40 - Discussão
Dr. Maria Lúcia Zanotelli e Dr. Roberto Ferreira Meirelles Jr.
16h55 às 17h40 - Antifibrinolíticos no transplante pediátrico
16h55 - Pode trombosar a artéria hepática
Dr. Nelson Gibelli
17h10 - Evidências valem para todos os pacientes?
Dra. Suzana Miranda Teruya
17h25 - Discussão
Dr. José Mauro Kutner e Dr. Vicenzo Pugliese
Complementos:
Local do Evento: Av. Albert Einstein, 627 - 1º subsolo - Bloco A - Morumbi - São Paulo - SP.
Organização: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein e Centro de Simulação Realística Albert Einstein.
Realização: Programa Integrado de Transplante de Órgãos do Hospital Israelita Albert Einstein
Apoio:
- Serviço de Transplante e Cirurgia do Fígado do HC-FMUSP
- Associação Brasileira de Transplante de Órgãos - ABTO
Comissão Científica:
Dr. Ben-Hur Ferraz
Dr. Alexandre Teruya
Dr. Flavio Takaoka
Vagas:
30 vagas na parte prática + teórica
Taxa de Inscrição: Gratuita
Importante: É necessário o envio do documento comprobatório do vínculo com instituição pública de saúde através de fax: 11 3747-0273 A/C Laudiceia Almeida. Sem este documento a inscrição não será confirmada.
Outras Informações: (11) 3747.1233 Ramal 53450
Foco no Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde Módulo: Alta Complexidade em Cirurgia do Fígado e Transplantes
Inscrições
07/08/2009 a 08/08/2009 -> 14:00 - 17:40
Público Alvo:
Médicos que atuam em instituição pública de saúde
Programa:
A programação abaixo refere-se à parte PRÁTICA e TEÓRICA do Simpósio.
Centro de Simulação Realística Albert Einstein - 1º subsolo
7 de agosto de 2009 - das 14h às 18h
Objetivo: Conduzir casos clínicos em ambiente de simulação realística que reflitam os principais desafios na avaliação e controle hemodinâmico durante o transplante hepático e na cirurgia hepática.
Cenários simulados:
1. Síndrome de revascularização
Dr. Marcel Vitorelli e Dr. Marcelo Bruno de Rezende
2. Transplante hepático em paciente com hipertensão porto-pulmonar
Dr. Raffael Zamper e Dr. Sérgio Meira
3. Transplante hepático na hepatite fulminante
Dra. Dina Hatanaka Nowak e Dra. Maria Paula Villela Coelho
Salas do CESAS - 1º Subsolo
8 de agosto de 2009 - das 8h às 17h40
Cirurgia hepato-biliar
8h às 8h45 - Robótica e laparoscópica
8h - Papel na cirurgia hepato-biliar
Dr. Ben-Hur Ferraz Neto
8h15 - Implicações na anestesia
Dr. Alexandre Teruya
8h30 - Discussão
Dr. Cássio Andreoni e Dr. Sérgio Meira
8h50 às 9h35 - Isquemia/Reperfusão e proteção hepática
8h50 - Implicações do Pringle
Dr. Orlando de Castro e Silva Jr.
9h05 - Proteção anestésica
Dr. Eron Garcia de Santana
9h20 - Discussão
Dr. Adriano Miziara Gonzalez e Dra. Maria Ângela Tardelli
9h35 - Intervalo
10h00 às 10h45 - Pressão venosa baixa
10h - Me ajuda na cirurgia
Dr. Paulo Herman
10h15 - Será que faz bem para o paciente?
Dr. Bruno Salomé de Moraes
10h30 - Discussão
Dr. Francisco Marques Lobo e Dr. Alberto Queiroz de Faria
Cuidados com o doador de múltiplos órgãos
10h45 às 11h30- Cirurgia de extração de múltiplos órgãos
10h45 - Aspectos cirúrgicos na extração de
múltiplos órgãos
Dra. Maria Paula Villela Coelho
11h - Manutenção da estabilidade
hemodinâmica
Dr. Rogério Povoa Barbosa
11h15 - Discussão
Dr. Vinícius Rocha Santos e Dr. André Ibrahim David
Transplante hepático
11h30 às 12h15 - Avaliação de risco pré-operatório
11h30 - Visão do cirurgião
Dr. Luiz Augusto Carneiro D?Albuquerque
11h45 - Visão do anestesista
Dr. Flavio Takaoka
12h - Discussão
Dr. José Otávio Costa Auler Jr.
12h15 - Almoço
13h30 às 14h15 - Hepatite fulminante e transplante
13h30 - Preciso clampear a veia cava
Dr. Rogério Carballo Afonso
13h45 - Preciso manter o céfalo-aclive
Dr. Alexandre Pereira de Oliveira
14h - Discussão
Dr. Marcos Stavale Joaquim e Dr. Marcio Dias
14h15 às 15h - Piggyback ou não piggyback
14h15 - Com ou sem clampeamento da VCI
Dr. Agnaldo Soares Lima
14h30 - Paciente está hipotenso
Dr. Ricardo Lopes da Silva
14h45 - Discussão
Dr. Mauricio Barros e Dr. Marcelo Bruno de Rezende
15h - Intervalo
15h25 às 16h10 - Suporte hemodinâmico. Cateter de artéria pulmonar
15h25 - É caro e não há evidência
Dr. Gustavo Soares Miguel
15h40 - Fornece informações úteis
Dr. Rodrigo Perreira Diaz André
15h55 - Discussão
Dr. Alexandre Teruya e Dra. Flávia Machado
16h10 às 16h55 - O fígado implantado parece pequeno
16h10 - Está congesto. É da anestesia
Dr. Lucio Filgueiras Pacheco Moreira
16h25 - Está congesto. É da cirurgia
Dr. Cláudia Regina Fernandes
16h40 - Discussão
Dr. Maria Lúcia Zanotelli e Dr. Roberto Ferreira Meirelles Jr.
16h55 às 17h40 - Antifibrinolíticos no transplante pediátrico
16h55 - Pode trombosar a artéria hepática
Dr. Nelson Gibelli
17h10 - Evidências valem para todos os pacientes?
Dra. Suzana Miranda Teruya
17h25 - Discussão
Dr. José Mauro Kutner e Dr. Vicenzo Pugliese
Complementos:
Local do Evento: Av. Albert Einstein, 627 - 1º subsolo - Bloco A - Morumbi - São Paulo - SP.
Organização: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein e Centro de Simulação Realística Albert Einstein.
Realização: Programa Integrado de Transplante de Órgãos do Hospital Israelita Albert Einstein
Apoio:
- Serviço de Transplante e Cirurgia do Fígado do HC-FMUSP
- Associação Brasileira de Transplante de Órgãos - ABTO
Comissão Científica:
Dr. Ben-Hur Ferraz
Dr. Alexandre Teruya
Dr. Flavio Takaoka
Vagas:
30 vagas na parte prática + teórica
Taxa de Inscrição: Gratuita
Importante: É necessário o envio do documento comprobatório do vínculo com instituição pública de saúde através de fax: 11 3747-0273 A/C Laudiceia Almeida. Sem este documento a inscrição não será confirmada.
Outras Informações: (11) 3747.1233 Ramal 53450
terça-feira, 14 de julho de 2009
Risco de trombose cresce 26% a cada duas horas de voo, diz estudo
JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo
Viagens longas aumentam em até três vezes o risco de tromboembolismo venoso, condição que pode envolver trombose venosa profunda e embolia pulmonar. É o que aponta uma revisão científica de 14 estudos, que considerou 4.055 casos, publicada no "Annals of Internal Medicine" por pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard.
A cada duas horas de viagem por meio terrestre, como ônibus ou trem, os riscos aumentam 18%. Já durante um voo, as chances de o problema ocorrer crescem 26% a cada duas horas. Segundo o trabalho, estima-se que haja um caso de trombose durante uma viagem a cada 4.600 voos.
Os principais aeroportos brasileiros registram cerca de 2.000 voos regulares por dia, segundo a Infraero. "Esse risco absoluto é relevante para guiar decisões públicas e individuais sobre prevenção", dizem os autores do levantamento.
A trombose venosa profunda, prevalente em 3% da população brasileira, ocorre quando um coágulo (também chamado de trombo) obstrui uma veia profunda e impede ou dificulta parcialmente a passagem de sangue na região.
A curto prazo, o trombo pode se deslocar e chegar ao pulmão, obstruindo uma artéria na região -quadro chamado de embolia pulmonar. Já a longo prazo, podem ocorrer complicações decorrentes da dificuldade do retorno venoso, causando inchaços no local e até mesmo úlceras, quando o problema não é tratado de forma correta.
"O custo social é muito grande", diz José Luís Nascimento Silva, presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular.

O principal fator desencadeante de uma trombose venosa profunda é a imobilidade prolongada, favorecida em uma viagem longa. "A pessoa fica muito tempo na mesma posição, com as pernas para baixo, dificultando o retorno venoso [do sangue], o que é claramente demonstrado em estudos", afirma Antônio Carlos Chagas, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Os riscos são menores em uma viagem por terra porque os passageiros geralmente fazem paradas regulares para caminhar. Já em um avião, somam-se o fato de as pessoas permanecerem por mais tempo sentadas (grande parte em assentos apertados da classe econômica), a pressurização e a refrigeração da cabine.
"As pessoas se desidratam com mais facilidade e não bebem líquidos o suficiente. Grosso modo, o sangue fica mais viscoso [favorecendo a formação de coágulos]", explica Silva. Além disso, o consumo de álcool é mais comum, e isso facilita a desidratação.
Os principais sintomas da trombose venosa profunda são dor e inchaço bastante significativos na perna e endurecimento da panturrilha.
Grupos de risco
A população em geral deve cumprir as recomendações básicas para evitar riscos, principalmente se viaja em classe econômica, onde as poltronas são pequenas e dificultam ainda mais a movimentação.
Indica-se beber bastante líquido durante a viagem, evitar o consumo de álcool, usar meias elásticas de compressão para facilitar a circulação sanguínea, procurar caminhar a cada duas horas e, por esse motivo, não ingerir remédios para dormir. No caso de viagens terrestres longas, deve-se programar paradas regulares ou aproveitar as paradas periódicas dos ônibus para andar.
Já passageiros com histórico próprio ou familiar de trombose, arritmias cardíacas ou câncer, que fumem e usem hormônios ou que passaram por cirurgia recente, entre outros (veja infográfico nesta página), devem consultar um especialista antes de viajar.
"Pode-se avaliar particularmente o caso e tomar a decisão de usar alguma medicação preventiva, como os antiagregantes plaquetários, como a aspirina, ou mesmo uma profilaxia com um tipo de anticoagulante, indicação mais rara", diz Silva.
O ar mais rarefeito e a pressão atmosférica menor da aeronave podem ainda causar desconforto em pacientes com doenças respiratórias crônicas.

Por isso, quem sofre de asma ou passa por uma crise aguda de sinusite, por exemplo, deve tratar os sintomas antes de embarcar para não sentir dor ou falta de ar, diz o pneumologista José Eduardo Cançado, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.
Quando esperar
É indicado adiar o voo ou, se não for possível, consultar um médico após algumas situações para evitar riscos ou desconfortos
- Cirurgias no tórax, no abdômen, na cabeça ou nos membros: 10 dias
- Infarto: 1 a 3 semanas
- Pequenas cirurgias: 72 horas
- Membro engessado: 72 horas *
- Intervenções na boca: 48 horas
- Laparoscopia: 48 horas
- Mergulho: 24 a 72 horas
- Otite, sinusite, rinite ou gripe: Após fase aguda **
* a partir do dia em que colocou o gesso. ** ou use descongestionantes.
Fontes: JOSÉ EDUARDO DELFINI CANÇADO, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia; JOSÉ LUÍS NASCIMENTO SILVA, presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, e VÂNIA RAMOS MELHADO, do comitê multidisciplinar de medicina aeroespacial da Associação Paulista de Medicina
JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo
Viagens longas aumentam em até três vezes o risco de tromboembolismo venoso, condição que pode envolver trombose venosa profunda e embolia pulmonar. É o que aponta uma revisão científica de 14 estudos, que considerou 4.055 casos, publicada no "Annals of Internal Medicine" por pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard.
A cada duas horas de viagem por meio terrestre, como ônibus ou trem, os riscos aumentam 18%. Já durante um voo, as chances de o problema ocorrer crescem 26% a cada duas horas. Segundo o trabalho, estima-se que haja um caso de trombose durante uma viagem a cada 4.600 voos.
Os principais aeroportos brasileiros registram cerca de 2.000 voos regulares por dia, segundo a Infraero. "Esse risco absoluto é relevante para guiar decisões públicas e individuais sobre prevenção", dizem os autores do levantamento.
A trombose venosa profunda, prevalente em 3% da população brasileira, ocorre quando um coágulo (também chamado de trombo) obstrui uma veia profunda e impede ou dificulta parcialmente a passagem de sangue na região.
A curto prazo, o trombo pode se deslocar e chegar ao pulmão, obstruindo uma artéria na região -quadro chamado de embolia pulmonar. Já a longo prazo, podem ocorrer complicações decorrentes da dificuldade do retorno venoso, causando inchaços no local e até mesmo úlceras, quando o problema não é tratado de forma correta.
"O custo social é muito grande", diz José Luís Nascimento Silva, presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular.
O principal fator desencadeante de uma trombose venosa profunda é a imobilidade prolongada, favorecida em uma viagem longa. "A pessoa fica muito tempo na mesma posição, com as pernas para baixo, dificultando o retorno venoso [do sangue], o que é claramente demonstrado em estudos", afirma Antônio Carlos Chagas, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Os riscos são menores em uma viagem por terra porque os passageiros geralmente fazem paradas regulares para caminhar. Já em um avião, somam-se o fato de as pessoas permanecerem por mais tempo sentadas (grande parte em assentos apertados da classe econômica), a pressurização e a refrigeração da cabine.
"As pessoas se desidratam com mais facilidade e não bebem líquidos o suficiente. Grosso modo, o sangue fica mais viscoso [favorecendo a formação de coágulos]", explica Silva. Além disso, o consumo de álcool é mais comum, e isso facilita a desidratação.
Os principais sintomas da trombose venosa profunda são dor e inchaço bastante significativos na perna e endurecimento da panturrilha.
Grupos de risco
A população em geral deve cumprir as recomendações básicas para evitar riscos, principalmente se viaja em classe econômica, onde as poltronas são pequenas e dificultam ainda mais a movimentação.
Indica-se beber bastante líquido durante a viagem, evitar o consumo de álcool, usar meias elásticas de compressão para facilitar a circulação sanguínea, procurar caminhar a cada duas horas e, por esse motivo, não ingerir remédios para dormir. No caso de viagens terrestres longas, deve-se programar paradas regulares ou aproveitar as paradas periódicas dos ônibus para andar.
Já passageiros com histórico próprio ou familiar de trombose, arritmias cardíacas ou câncer, que fumem e usem hormônios ou que passaram por cirurgia recente, entre outros (veja infográfico nesta página), devem consultar um especialista antes de viajar.
"Pode-se avaliar particularmente o caso e tomar a decisão de usar alguma medicação preventiva, como os antiagregantes plaquetários, como a aspirina, ou mesmo uma profilaxia com um tipo de anticoagulante, indicação mais rara", diz Silva.
O ar mais rarefeito e a pressão atmosférica menor da aeronave podem ainda causar desconforto em pacientes com doenças respiratórias crônicas.
Por isso, quem sofre de asma ou passa por uma crise aguda de sinusite, por exemplo, deve tratar os sintomas antes de embarcar para não sentir dor ou falta de ar, diz o pneumologista José Eduardo Cançado, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.
Quando esperar
É indicado adiar o voo ou, se não for possível, consultar um médico após algumas situações para evitar riscos ou desconfortos
- Cirurgias no tórax, no abdômen, na cabeça ou nos membros: 10 dias
- Infarto: 1 a 3 semanas
- Pequenas cirurgias: 72 horas
- Membro engessado: 72 horas *
- Intervenções na boca: 48 horas
- Laparoscopia: 48 horas
- Mergulho: 24 a 72 horas
- Otite, sinusite, rinite ou gripe: Após fase aguda **
* a partir do dia em que colocou o gesso. ** ou use descongestionantes.
Fontes: JOSÉ EDUARDO DELFINI CANÇADO, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia; JOSÉ LUÍS NASCIMENTO SILVA, presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, e VÂNIA RAMOS MELHADO, do comitê multidisciplinar de medicina aeroespacial da Associação Paulista de Medicina
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Valeu a pena?
Mar Português
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Pais e filhos..é preciso amar...
pais e filhos
legião urbana
Composição: Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Marcelo Bonfá
Estátuas e cofres
E paredes pintadas
Ninguém sabe
O que aconteceu...
Ela se jogou da janela
Do quinto andar
Nada é fácil de entender...
Dorme agora
Uuummhum!
É só o vento
Lá fora...
Quero colo!
Vou fugir de casa
Posso dormir aqui
Com vocês
Estou com medo
Tive um pesadelo
Só vou voltar
Depois das três...
Meu filho vai ter
Nome de santo
Uummhum!
Quero o nome
Mais bonito...
É preciso amar haahaa as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Por que se você parar
Prá pensar
Na verdade não há...
Me diz, por que que o céu é azul
Explica a grande fúria do mundo
São meus filhos
Que tomam conta de mim...
Eu moro com a minha mãe
Mas meu pai vem me visitar
Eu moro na rua
Não tenho ninguém
Eu moro em qualquer lugar...
Já morei em tanta casa
Que nem me lembro mais
Eu moro com os meus pais
Huhuhuhu!...ouh! ouh!...
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Por que se você parar
Prá pensar
Na verdade não há...
Sou uma gota d'água
Sou um grão de areia
Você me diz que seus pais
Não entendem
Mas você não entende seus pais...
Você culpa seus pais por tudo
Isso é absurdo
São crianças como você
O que você vai ser
Quando você crescer?
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Segurança do paciente
A Organização Mundial da Saúde vem há alguns anos promovendo campanhas para a segurança do paciente internado. Numa delas, o tema "cirurgia segura salva vidas" abrange a comunicação em todos os seus processos, incluindo entre os profissionais e pacientes.
Nesses link, há a possibilidade de download de protocolos e assuntos bastante úteis na organização das boas práticas:
WHO Guidelines on Hand Hygiene in Health Care
Radiotherapy Risk Profile
Safe Surgery Saves Lives Brochure em inglês e espanhol
World Alliance for Patient Safety Forward Programme 2008-09
Learning from Error
Summary of the Evidence on Patient Safety: Implications for Research
Research for Patient Safety - brochure em inglês ou em espanhol
Patient Safety Solutions em espanhol ou em frânces ou em inglês
Nesses link, há a possibilidade de download de protocolos e assuntos bastante úteis na organização das boas práticas:
WHO Guidelines on Hand Hygiene in Health Care
Radiotherapy Risk Profile
Safe Surgery Saves Lives Brochure em inglês e espanhol
World Alliance for Patient Safety Forward Programme 2008-09
Learning from Error
Summary of the Evidence on Patient Safety: Implications for Research
Research for Patient Safety - brochure em inglês ou em espanhol
Patient Safety Solutions em espanhol ou em frânces ou em inglês
terça-feira, 7 de julho de 2009
Pelo menos viajar de graça é melhor que em pé!
Com crise, Tailândia oferece até voos grátis para estrangeiros
da Associated Press, em Bancoc
A Thai Airways está tentando atrair passageiros de fora da Ásia com voos domésticos grátis. Hotéis na ilha de Phuket oferecem a quarta noite de graça. E lodges nas montanhas do norte dão mimos como golf e spa sem custos.
Enfrentando sua pior crise em muitos anos, o setor de turismo da Tailândia tenta alavancar seu faturamento, em queda devido à crise financeira mundial e ao medo da gripe suína.
Governo tenta reverter a queda no número de turistas estrangeiros com promoções e isenção de taxas, entre outras medidas
A entrada de estrangeiros no país caiu 16% neste ano, enquanto a taxa de ocupação dos hotéis está em 44% (66% menos do que no ano passado). Hotéis de luxo em Bancoc registram índices ainda mais baixos.
"Não vejo nenhum fator positivo", diz Kongrit Hiranyakit, chefe do conselho de turismo tailandês. "O preço dos combustíveis estão subindo, a gripe está se espalhando. E os protestos políticos são ruins para a imagem do país."
Ele prevê que o setor do turismo perderá cerca de US$ 5,6 bilhões, o que significa uma retração de mais de um terço em relação ao ano anterior.
Entre as ações para promover o turismo estão ainda a mudança no calendário de feriados, com "emendas" em datas para prolongar os dias livres, e isenção em taxas de embarque nos aeroportos.
O setor emprega atualmente 2,5 milhões de pessoas na Tailândia.
da Associated Press, em Bancoc
A Thai Airways está tentando atrair passageiros de fora da Ásia com voos domésticos grátis. Hotéis na ilha de Phuket oferecem a quarta noite de graça. E lodges nas montanhas do norte dão mimos como golf e spa sem custos.
Enfrentando sua pior crise em muitos anos, o setor de turismo da Tailândia tenta alavancar seu faturamento, em queda devido à crise financeira mundial e ao medo da gripe suína.
Governo tenta reverter a queda no número de turistas estrangeiros com promoções e isenção de taxas, entre outras medidas
A entrada de estrangeiros no país caiu 16% neste ano, enquanto a taxa de ocupação dos hotéis está em 44% (66% menos do que no ano passado). Hotéis de luxo em Bancoc registram índices ainda mais baixos.
"Não vejo nenhum fator positivo", diz Kongrit Hiranyakit, chefe do conselho de turismo tailandês. "O preço dos combustíveis estão subindo, a gripe está se espalhando. E os protestos políticos são ruins para a imagem do país."
Ele prevê que o setor do turismo perderá cerca de US$ 5,6 bilhões, o que significa uma retração de mais de um terço em relação ao ano anterior.
Entre as ações para promover o turismo estão ainda a mudança no calendário de feriados, com "emendas" em datas para prolongar os dias livres, e isenção em taxas de embarque nos aeroportos.
O setor emprega atualmente 2,5 milhões de pessoas na Tailândia.
O problema é ter que arcar com multas de cancelamento de viagem!
Em tempo de pandemia, turista deve considerar prós e contras de viagem
da Folha de S.Paulo
A pandemia da gripe A (H1N1) -num primeiro momento chamada de gripe suína, nome abandonado pela Organização Mundial da Saúde -vem atrapalhando os planos de viajantes em todo o mundo. Conforme o vírus se espalha pelo globo, mais destinos -e viagens- são afetados.
Primeiro, foram México, Canadá e Estados Unidos. Com o aumento dos casos no Chile e na Argentina, o Ministério da Saúde recomendou que as viagens para os dois destinos -muito populares entre os brasileiros- fossem adiadas.
A recomendação do governo brasileiro gerou reação da presidente chilena, Michelle Bachelet, que criticou a orientação, dizendo que "a única solução é trabalhar em conjunto, e não fechar portas".
Na Argentina, onde a gripe A foi um dos motivos da renúncia da ministra da Saúde, Graciela Ocaña, na segunda-feira, a recomendação foi avaliada como razoável.
Anteontem, a cidade de Buenos Aires e mais quatro Províncias declararam emergência sanitária. Segundo o Ministério da Saúde argentino, o país registrava 26 mortes até terça-feira -a imprensa local estimava os óbitos em mais de 40.
A maioria dos médicos ouvidos pela Folha recomenda que pessoas do chamado grupo de risco, mais suscetíveis a complicações, não viajem neste momento.
"A letalidade da gripe A está dentro do padrão da gripe comum. Fora do grupo de risco, a decisão é da pessoa. Mas é preciso viajar consciente da situação", diz Juvêncio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia.
É fato que muitas viagens envolvem a prevenção de doenças presentes em outros países ou mesmo em regiões diferentes do Brasil - neste ano, até o último dia 19, a Bahia havia registrado 92.743 casos de dengue, com 55 mortes, segundo a secretaria de Saúde do Estado.
Muitas doenças apresentam um índice de letalidade muito maior do que o da gripe A - a raiva, por exemplo, tem taxa de mortalidade praticamente de 100%, e a febre amarela, também presente no Brasil, tem letalidade de 20% a 50% nos casos mais graves.
A gripe A também vem ganhando mais força no Brasil. A primeira morte pela doença no país foi registrada no último domingo. Até o fechamento desta edição, na última terça-feira, o país registrava 680 casos confirmados. No mundo todo, segundo o último boletim da OMS, de 29/6, o total acumulado era de 70.893 casos -com os novos casos brasileiros, 70.948- e 311 mortes.
Quem desistir da viagem deve se informar sobre a possibilidade de receber o dinheiro gasto de volta ou de mudar o destino. Para o Procon-SP, as operadoras e agências devem devolver o dinheiro sem multa.
Quem decidir encarar a viagem apesar da gripe A pode tomar cuidados para evitar o contágio, como ficar longe de aglomerações e lavar as mãos várias vezes ao dia. E se preparar para, eventualmente, passar alguns dias confinado, no destino escolhido ou de volta ao Brasil.
(MARINA DELLA VALLE, MAURÍCIO MORAES, PRISCILA PASTRE-ROSSI, SILVIO CIOFFI)
da Folha de S.Paulo
A pandemia da gripe A (H1N1) -num primeiro momento chamada de gripe suína, nome abandonado pela Organização Mundial da Saúde -vem atrapalhando os planos de viajantes em todo o mundo. Conforme o vírus se espalha pelo globo, mais destinos -e viagens- são afetados.
Primeiro, foram México, Canadá e Estados Unidos. Com o aumento dos casos no Chile e na Argentina, o Ministério da Saúde recomendou que as viagens para os dois destinos -muito populares entre os brasileiros- fossem adiadas.
A recomendação do governo brasileiro gerou reação da presidente chilena, Michelle Bachelet, que criticou a orientação, dizendo que "a única solução é trabalhar em conjunto, e não fechar portas".
Na Argentina, onde a gripe A foi um dos motivos da renúncia da ministra da Saúde, Graciela Ocaña, na segunda-feira, a recomendação foi avaliada como razoável.
Anteontem, a cidade de Buenos Aires e mais quatro Províncias declararam emergência sanitária. Segundo o Ministério da Saúde argentino, o país registrava 26 mortes até terça-feira -a imprensa local estimava os óbitos em mais de 40.
A maioria dos médicos ouvidos pela Folha recomenda que pessoas do chamado grupo de risco, mais suscetíveis a complicações, não viajem neste momento.
"A letalidade da gripe A está dentro do padrão da gripe comum. Fora do grupo de risco, a decisão é da pessoa. Mas é preciso viajar consciente da situação", diz Juvêncio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia.
É fato que muitas viagens envolvem a prevenção de doenças presentes em outros países ou mesmo em regiões diferentes do Brasil - neste ano, até o último dia 19, a Bahia havia registrado 92.743 casos de dengue, com 55 mortes, segundo a secretaria de Saúde do Estado.
Muitas doenças apresentam um índice de letalidade muito maior do que o da gripe A - a raiva, por exemplo, tem taxa de mortalidade praticamente de 100%, e a febre amarela, também presente no Brasil, tem letalidade de 20% a 50% nos casos mais graves.
A gripe A também vem ganhando mais força no Brasil. A primeira morte pela doença no país foi registrada no último domingo. Até o fechamento desta edição, na última terça-feira, o país registrava 680 casos confirmados. No mundo todo, segundo o último boletim da OMS, de 29/6, o total acumulado era de 70.893 casos -com os novos casos brasileiros, 70.948- e 311 mortes.
Quem desistir da viagem deve se informar sobre a possibilidade de receber o dinheiro gasto de volta ou de mudar o destino. Para o Procon-SP, as operadoras e agências devem devolver o dinheiro sem multa.
Quem decidir encarar a viagem apesar da gripe A pode tomar cuidados para evitar o contágio, como ficar longe de aglomerações e lavar as mãos várias vezes ao dia. E se preparar para, eventualmente, passar alguns dias confinado, no destino escolhido ou de volta ao Brasil.
(MARINA DELLA VALLE, MAURÍCIO MORAES, PRISCILA PASTRE-ROSSI, SILVIO CIOFFI)
Viajar de avião em pé?
Companhia aérea quer vender passagens para viajantes em pé
da Efe, em Dublin
A companhia aérea irlandesa de voos econômicos Ryanair estuda a possibilidade de vender passagens de avião para pessoas que estiverem dispostas a viajar em pé em rotas de curto percurso, anunciou hoje a companhia.
Segundo o diretor de Comunicações da Ryanair, Stephen McNamara, "é uma nova ideia para reduzir ainda mais as tarifas aéreas e oferecer ao consumidor mais opções".
O diretor disse que a Ryanair abordou, com a empresa Boeing, a viabilidade de um projeto que modificaria a parte traseira dos aviões para instalar uma série de "assentos verticais", semelhantes às cadeiras de um balcão de bar.
Assim, acrescentou, o passageiro poderá se sentar e colocar o cinto ou permanecer de pé, quando as condições de voo permitirem e a viagem não superar 90 minutos de duração.
Segundo fontes da Ryanair, esta última iniciativa não é uma piada nem uma manobra publicitária, e a companhia aérea buscará agora a aprovação da Autoridade Aérea Irlandesa antes de encomendar ao fabricante os novos aparelhos.
O diretor-executivo da Ryanair, Michael O'Leary, já surpreendeu o setor durante este ano, após propor cobrar pelo uso dos banheiros a bordo ou sugerir a introdução de um "imposto de obesidade", para taxar os passageiros acima do peso.
da Efe, em Dublin
A companhia aérea irlandesa de voos econômicos Ryanair estuda a possibilidade de vender passagens de avião para pessoas que estiverem dispostas a viajar em pé em rotas de curto percurso, anunciou hoje a companhia.
Segundo o diretor de Comunicações da Ryanair, Stephen McNamara, "é uma nova ideia para reduzir ainda mais as tarifas aéreas e oferecer ao consumidor mais opções".
O diretor disse que a Ryanair abordou, com a empresa Boeing, a viabilidade de um projeto que modificaria a parte traseira dos aviões para instalar uma série de "assentos verticais", semelhantes às cadeiras de um balcão de bar.
Assim, acrescentou, o passageiro poderá se sentar e colocar o cinto ou permanecer de pé, quando as condições de voo permitirem e a viagem não superar 90 minutos de duração.
Segundo fontes da Ryanair, esta última iniciativa não é uma piada nem uma manobra publicitária, e a companhia aérea buscará agora a aprovação da Autoridade Aérea Irlandesa antes de encomendar ao fabricante os novos aparelhos.
O diretor-executivo da Ryanair, Michael O'Leary, já surpreendeu o setor durante este ano, após propor cobrar pelo uso dos banheiros a bordo ou sugerir a introdução de um "imposto de obesidade", para taxar os passageiros acima do peso.
domingo, 5 de julho de 2009
Gripe suína: Ministério da Saúde responde dúvidas no Twitter
Gripe suína: Ministério da Saúde responde dúvidas no Twitter
Boa notícia para twitteiros.
O MS esclarece dúvidas pela net.
Aproveite!
Boa notícia para twitteiros.
O MS esclarece dúvidas pela net.
Aproveite!
sábado, 4 de julho de 2009
PO em cirurgia vascular
Desde minha residência em Botucatu (há quanto tempo...e passa rápido mesmo...!) que ouço falar que enxertos distais tem tanta morbidade quanto cirurgias em aortas abdominais, principalmente comparando-se aos infra-renais.
Há tb a inclusão de novas drogas que passaram a fazer parte do pré-anestésico. Antes, preocupávamos com Diazepan à noite e Dormonid pela manhã. Agora, nossa medicação pré-anestésica nos doentes arteriais precisa compreender Beta-bloqueador, Clonidina e Estatinas. Nem me preocupo mais com o Benzodiazepínico!
Seu dia a dia é a de muitos de nós: falta de vaga na UTI para cirurgias eletivas. Hospital público...doente internado há dias esperando a cirurgia. A grande maioria descompensado pelas comorbidades.
Acho que ninguém tem receita de bolo. Mas o Barash traz algumas diretrizes que resumo abaixo após ler o capítulo online de forma rápida agora.
Co nclusões:
Comparando-se procedimentos abertos ou endovasculares, os endo apresentam taxas de sucesso maiores menores taxas de mortalidade e morbidade. Isso escutei no Mundial na África do Sul: Prefira local a bloqueio e Prefira bloqueio a geral.
Há 3 indicações clínicas para cirurgias eletivas para doença arterial obstrutiva cr�?nica: (1) claudicação, (2) dor de repousoou ulceração e(3) gangrena. Pacientes com dor de repouso, ulceração ou gangrena estão em risco variável para perda iminente dos MM e podem apresentar isquemia progressiva. Portanto, a reconstrução do fluxo para esses doentes é urgente.
Em estudo sobre pacientes com cirurgia tradicional para revascularização de MMII, a falência do enxerto ocoore em 4.9% pacientes (National Surgical Quality Improvement Program) database. Em análise de múltipla variência, riscos de falha precoce inclui: idade <70 anos, raça negra e diabetes. Bypass Femoral-to-po pliteal com veia ou prótese foi associado a melhor patência do que qualquer procedimento de bypass tibial exceto para popliteal-to-tibial bypass com veia autóloga.
Considerar anestesia regional com cateter em pacientes com alto risco de falência do enxerto para faciliatar o manejo anestésico de retorno à sala operatória se necessário.
A morbidade e mortalidade de cirurgias de revascularização distal se aproxima daqueles decorrentes das reconstruções infra-aorticas e são principalmente de origem cardíaca. Portanto, apesar de anestesia regional ser ferequentemente usada o mesmo manejo estratégico deve ser realizado, com atenção especial ao período pós-operatório. É durante o período pós-operatório que muitos problemas cardíacos aparecem e o alívio da dor e a correção do estado hemodinâmico e desequilíbrio de fluidos necessitam da ação mais vigorosa.
NSQIP database com 14,788 patients (a nestesia geral em 9,757 patients; raqui em 2,848 patients; epidural em 2,183 patients) que recebermabypass arterial de MMII mostrou que Comparado com raqui, o odds ratio de falência do enxerto foi maior com anestesia geral. Quando comparado com raqui e peri, a anestesia geral foi associada com mais casos de pneumonia pós-op. Comparada com raqui, anestesia geral foi associada com aumento do odds ratio para retorno à sala opeartória. Entretanto não há diferença na mortalidade em 30 dias
Em resumo, acho que o pré deve ser composto pelas 3 drogas: beta, clonidin e estatina. Preferência para bloqueios. Analgesia pós operatória pelo cateter no dia seguinte, dando preferenciapra PCA pois assim vc infunde anestésico local que mesmo em pequenas concentrações de 0,12% irá fazer bloqueio simpático e vasodilatação.
UTI SIM, pois morbidade semelhante a cirurgia de aorta. Além de risco de IAM até 72 horas após a cirurgia. Vide trabalhos de Pierre Coriat, do Grupo Hospitlar Pitie Salpetriere na década de 90.
Faça uma reunião com a equipe de anestesia, protocole a ata ao diretor clínico e responsável pelo serviço de cirurgia vascular. Já pensou em fazer uma rec que funcione como UTI para paciente cirúrgicos? Seria mais um campo de trabalho para os anestesistas que poderiam também estar de plantão na unidade de terapia intensiva cirúrgica e dando continuidade ao bom trabalho na sala operatória.
Há tb a inclusão de novas drogas que passaram a fazer parte do pré-anestésico. Antes, preocupávamos com Diazepan à noite e Dormonid pela manhã. Agora, nossa medicação pré-anestésica nos doentes arteriais precisa compreender Beta-bloqueador, Clonidina e Estatinas. Nem me preocupo mais com o Benzodiazepínico!
Seu dia a dia é a de muitos de nós: falta de vaga na UTI para cirurgias eletivas. Hospital público...doente internado há dias esperando a cirurgia. A grande maioria descompensado pelas comorbidades.
Acho que ninguém tem receita de bolo. Mas o Barash traz algumas diretrizes que resumo abaixo após ler o capítulo online de forma rápida agora.
Co nclusões:
Comparando-se procedimentos abertos ou endovasculares, os endo apresentam taxas de sucesso maiores menores taxas de mortalidade e morbidade. Isso escutei no Mundial na África do Sul: Prefira local a bloqueio e Prefira bloqueio a geral.
Há 3 indicações clínicas para cirurgias eletivas para doença arterial obstrutiva cr�?nica: (1) claudicação, (2) dor de repousoou ulceração e(3) gangrena. Pacientes com dor de repouso, ulceração ou gangrena estão em risco variável para perda iminente dos MM e podem apresentar isquemia progressiva. Portanto, a reconstrução do fluxo para esses doentes é urgente.
Em estudo sobre pacientes com cirurgia tradicional para revascularização de MMII, a falência do enxerto ocoore em 4.9% pacientes (National Surgical Quality Improvement Program) database. Em análise de múltipla variência, riscos de falha precoce inclui: idade <70 anos, raça negra e diabetes. Bypass Femoral-to-po pliteal com veia ou prótese foi associado a melhor patência do que qualquer procedimento de bypass tibial exceto para popliteal-to-tibial bypass com veia autóloga.
Considerar anestesia regional com cateter em pacientes com alto risco de falência do enxerto para faciliatar o manejo anestésico de retorno à sala operatória se necessário.
A morbidade e mortalidade de cirurgias de revascularização distal se aproxima daqueles decorrentes das reconstruções infra-aorticas e são principalmente de origem cardíaca. Portanto, apesar de anestesia regional ser ferequentemente usada o mesmo manejo estratégico deve ser realizado, com atenção especial ao período pós-operatório. É durante o período pós-operatório que muitos problemas cardíacos aparecem e o alívio da dor e a correção do estado hemodinâmico e desequilíbrio de fluidos necessitam da ação mais vigorosa.
NSQIP database com 14,788 patients (a nestesia geral em 9,757 patients; raqui em 2,848 patients; epidural em 2,183 patients) que recebermabypass arterial de MMII mostrou que Comparado com raqui, o odds ratio de falência do enxerto foi maior com anestesia geral. Quando comparado com raqui e peri, a anestesia geral foi associada com mais casos de pneumonia pós-op. Comparada com raqui, anestesia geral foi associada com aumento do odds ratio para retorno à sala opeartória. Entretanto não há diferença na mortalidade em 30 dias
Em resumo, acho que o pré deve ser composto pelas 3 drogas: beta, clonidin e estatina. Preferência para bloqueios. Analgesia pós operatória pelo cateter no dia seguinte, dando preferenciapra PCA pois assim vc infunde anestésico local que mesmo em pequenas concentrações de 0,12% irá fazer bloqueio simpático e vasodilatação.
UTI SIM, pois morbidade semelhante a cirurgia de aorta. Além de risco de IAM até 72 horas após a cirurgia. Vide trabalhos de Pierre Coriat, do Grupo Hospitlar Pitie Salpetriere na década de 90.
Faça uma reunião com a equipe de anestesia, protocole a ata ao diretor clínico e responsável pelo serviço de cirurgia vascular. Já pensou em fazer uma rec que funcione como UTI para paciente cirúrgicos? Seria mais um campo de trabalho para os anestesistas que poderiam também estar de plantão na unidade de terapia intensiva cirúrgica e dando continuidade ao bom trabalho na sala operatória.
Musicar
Meu amigo e pesquisador Jacques Richecoeur me disse um dia que estávamos fazendo compras no G20 em frente ao Pitié para um happy hour na Réa Coriat que Lara Fabian é música de supermercado...rs mas segue ai uma de suas músicas que me fazem lembrar de Paris!
Hotéis em Vila Velha
Caso você goste de pisar na areia e entrar no mar... isso é sim coisa de mineiro!
Seguem as boas opções em Vila Velha.
Mercure Passárgada
De frente para o marzão da Praia da Costa, com barraquinhas particulares e um ótimo restaurante Touché.


A outra boa opção é o Quality Suites Vila Velha
Boa localização com a qualidade do grupo Atlantica Hotels. Sacadas de frente para o mar, com tranquilidade e silência noturnos.

Seguem as boas opções em Vila Velha.
Mercure Passárgada
De frente para o marzão da Praia da Costa, com barraquinhas particulares e um ótimo restaurante Touché.
A outra boa opção é o Quality Suites Vila Velha
Boa localização com a qualidade do grupo Atlantica Hotels. Sacadas de frente para o mar, com tranquilidade e silência noturnos.
Boas pousadas e hotéis nas Montanhas Capixabas
Dos que já vimos e vivemos, seguem algumas dicas das montanhas
Pousada Peterle:No início da Rota do Lagarto, mas bem perto da BR... Vale cada pedaço pelas vistas lindas das janelas dos quartos e áreas sociais.
Aroso Paço Hotel: Em sua fachada de entrada, adornada por colunas que lembram as grandes edificações dos gregos e dos romanos, com detalhes de acabamento em mármore e granito. Os apartamentos são arejados, amplas áreas sociais, piscinas com águas aquecidas, culinária estilo caseira, ar puro, trilhas variadas e muito mais.
Pousada dos Pinhos: Ponto de encontro da família, com muitas opções de lazer para crinaças. Casais podem correr o risco de encontrar grande número de crioncinhas...
Pousada Pedra Azul
É vizinha do Parque Florestal do mesmo nome, em Domingos Martins , município capixaba de colonização européia. Ela fica a apenas 90 minutos de carro da capital, Vitória e está a 1.170m de altitude. A pousada conta com restaurante, piscina, sauna, quadras de tênis, trilhas para caminhadas, playground, salas de jogos, de chá e de leitura, além de um heliponto. Fica às margens de um sereno lago e de uma cachoeira com queda livre de 60 m . As matas nativas foram preservadas e ampliou-se o plantio de árvores e de plantas ornamentais. São 60 hectares de bosques e coloridos jardins.
Hotel Fazenda Monte Verde
No meio da ES 164, o Hotel Monte Verde tem o único Campo de Golfe das Montanhas, com estrutura composta de chalés a beira do lago e da montanha, com lareira e hidromassagem em cada unidade. Presença de mata atlântica nativa e cachoeira e trilhas no meio da mata. Diversão para crianças com pedalinho, botes, pescaria, área de lazer, quadra poliesportiva e de tênis. Refeições de bom gosto e equipe bem simpática.
Pousada Peterle:No início da Rota do Lagarto, mas bem perto da BR... Vale cada pedaço pelas vistas lindas das janelas dos quartos e áreas sociais.
Aroso Paço Hotel: Em sua fachada de entrada, adornada por colunas que lembram as grandes edificações dos gregos e dos romanos, com detalhes de acabamento em mármore e granito. Os apartamentos são arejados, amplas áreas sociais, piscinas com águas aquecidas, culinária estilo caseira, ar puro, trilhas variadas e muito mais.
Pousada dos Pinhos: Ponto de encontro da família, com muitas opções de lazer para crinaças. Casais podem correr o risco de encontrar grande número de crioncinhas...
Pousada Pedra Azul
É vizinha do Parque Florestal do mesmo nome, em Domingos Martins , município capixaba de colonização européia. Ela fica a apenas 90 minutos de carro da capital, Vitória e está a 1.170m de altitude. A pousada conta com restaurante, piscina, sauna, quadras de tênis, trilhas para caminhadas, playground, salas de jogos, de chá e de leitura, além de um heliponto. Fica às margens de um sereno lago e de uma cachoeira com queda livre de 60 m . As matas nativas foram preservadas e ampliou-se o plantio de árvores e de plantas ornamentais. São 60 hectares de bosques e coloridos jardins.
Hotel Fazenda Monte Verde
No meio da ES 164, o Hotel Monte Verde tem o único Campo de Golfe das Montanhas, com estrutura composta de chalés a beira do lago e da montanha, com lareira e hidromassagem em cada unidade. Presença de mata atlântica nativa e cachoeira e trilhas no meio da mata. Diversão para crianças com pedalinho, botes, pescaria, área de lazer, quadra poliesportiva e de tênis. Refeições de bom gosto e equipe bem simpática.
Restaurantes em Vitória
Seguem aqui nossos preferidos... Vitória e Vila Velha tem restaurantes para todos os gostos e preços, mas costumamos sempre escolher pelas indicações de amigos e da Veja ES.
Melhor carta de vinhos: Aleixo
Na carta tricampeã não faltam boas opções para ser harmonizadas com os pratos elaborados por Juarez Campos, também eleito pela terceira vez o chef do ano. Estão presentes 200 rótulos de diversas regiões produtoras, entre eles alguns vindos da agricultura orgânica francesa. A exaltação à bebida se observa até mesmo na decoração da casa: a madeira de antigas caixas de vinho reveste uma das paredes e a majestosa adega, com capacidade para 2?000 garrafas, fica bem à vista do cliente. Uma sala exclusiva com treze lugares pode ser reservada para degustações. Para auxiliar na escolha, a clientela conta com as dicas do sommelier chileno Boris Acevedo. De seu país ele indica como boa opção de preço-qualidade o Baron Philippe Rothschild Cabernet Sauvignon (R$ 49,00). Um dos destaques do acervo, o Château de Rougerie 2005 (R$ 147,00), feito com a uva merlot em Bordeaux, acompanha o jarret de cordeiro com feijão provençal cozido lentamente em vinho branco (R$ 65,00). Entre as sobremesas, a pera cozida sobre creme inglês com amêndoa torrada custa R$ 20,50.
Não tenho dúvidas que seja o melhor, mas o preço da garrafa gira em torno do dobro do preço do que é vendido na Casa do Porto, do mesmo grupo.
O melhor regional: Mr. Picuí
A cidade de Picuí, na Paraíba, tem lugar de destaque no mapa gastronômico por ser exportadora de restaurantes especializados em carne de sol. Brasil afora, a maioria dessas casas pertence a picuienses que, com orgulho, divulgam o nome de seu torrão natal e da receita sertaneja. O Mr. Picuí confirma a tradição. Sua proprietária, Olívia Leal, vem de uma família daquele município com expertise no ramo. No cardápio, a picanha de sol à mr. picuí chega à mesa guarnecida de arroz, macaxeira frita, paçoca, pirão de queijo de coalho e feijão-de-corda (temperado com carne-seca, manteiga de garrafa e farinha de mandioca; R$ 71,50 a porção para quatro pessoas). O carneiro importado à la picuí (R$ 88,90, para quatro pessoas) é acompanhado de feijão, cuscuz de milho, arroz, aipim frito, paçoca e purê de aipim. De sobremesa há doces caseiros, entre eles os de jaca e caju (R$ 5,60 cada um). Na carta de cachaças estão relacionados 180 rótulos, principalmente do Nordeste e de Minas Gerais. Concorridas, as noites de sexta e sábado recebem shows de humor.
Melhor churrascaria: Victoria Grill
No comando da churrascaria tricampeã da categoria está o gaúcho Eliseu Massing. Como acontece com as notórias casas de carne de seu estado, no Victoria Grill ele mantém extremo rigor na seleção e no preparo dos itens apresentados no serviço de espeto corrido (R$ 59,90). Quando o cliente se senta à mesa, um batalhão de garçons já se perfila para trazer polenta, batata frita, farofa de ovo, cebola à milanesa e demais guarnições. Na sequência vêm um a um os dezoito cortes assados na brasa. Além dos tradicionais, como a picanha, há javali, pernil de cordeiro, codorna, avestruz e rã. Para completar a refeição, o bufê agrupa itens de salada, queijos, frios, frutos do mar e sushis. Na hora da sobremesa, um carrinho de doces e tortas circula pelo salão. Sobre ele têm destaque as tortas holandesa e de limão (R$ 9,00 cada uma).
O melhor italiano: Oriundi
Juarez Campos, o chef do ano e sócio do Aleixo e do Brasiliano, costuma dizer que o Oriundi é seu filho preferido. Montado há dezesseis anos na garagem de sua casa, o restaurante começou pequeno, com 34 lugares, e hoje figura entre os mais movimentados de Vitória. Sua cozinha de técnica simples lança mão de receitas do norte da Itália, como risotos, massas e carnes ao molho de vinho, preparadas por uma afinada equipe formada pelo próprio Juarez. Desde 1993 o cardápio permanece quase imutável. Os clientes pedem que as sugestões nunca saiam da lista. Para agradá-los e surpreendê-los, o chef acrescenta criações como o filé ao molho de cogumelos silvestres e vinho do Porto com risoto de trufa branca (R$ 52,50), que participa da lista da Associação da Boa Lembrança. Como entrada, o carpaccio di manzo ganha tempero de molho de alcaparra (R$ 21,50). Prato-símbolo da casa, o risoto de camarão VG, tomate-cereja, limão-siciliano e rúcula custa R$ 55,50. No almoço executivo há sugestões abrasileiradas, caso do lombo de porco assado acompanhado de arroz à grega e farofa (R$ 23,00). A filial de Domingos Martins funciona na pousada homônima apenas nos fins de semana.
A melhor moqueca: Geraldo

Aos 82 anos, Maria Ribeiro Rodrigues, a Doninha, ainda dá expediente diário na unidade que fundou em Manguinhos. Hoje é seu filho, Geraldo como o pai, quem supervisiona as receitas preparadas ali e na filial do Jardim da Penha. A variedade de moquecas impressiona. Têm como base lagosta, camarão, polvo, vieira, siri, badejo e cação, pescados na costa do estado. Servida fumegante numa panela de barro, a moqueca capixaba de badejo (R$ 72,50) lidera o ranking de pedidos. A receita pode ser acrescida de camarão do tipo VG (R$ 123,50). Uma versão mais completa combina badejo, lagosta e camarão (R$ 157,50). Todas são guarnecidas de arroz e pirão e servem duas pessoas. Para começar a refeição, convém não dispensar a casquinha de siri, outra campeã de vendas. Na hora de encerrar o banquete regional, experimente o creme de goiabada cascão batida com sorvete de creme (R$ 8,50), uma sobremesa criada pelo anfitrião.
O melhor dos frutos do mar: Papaguth

Há pouco mais de um ano instalado no mirante da Praça do Papa, o restaurante tem ambiente todo envidraçado e uma exuberante vista para o mar e o Convento da Penha. Com essa paisagem ao fundo, o restaurateur Júlio Lemos prepara receitas de badejo, salmão, cação, lagosta, polvo e crustáceos pescados num trecho entre a costa capixaba e o sul da Bahia. Desses itens, destaca-se o camarão VG, ingrediente central da receita que leva o nome da casa. Chega à mesa gratinado com purê de aipim, requeijão e milho, na companhia de arroz (R$ 102,00, para duas pessoas). Na versão sergio de castro, vem misturado a arroz de polvo, palmito, cogumelo e brócolis (R$ 95,00, para duas pessoas). Para abrir o apetite, prove a frigideira de siri desfiado (R$ 22,00). Na ala doce do cardápio, a pedida é o petit gâteau (R$ 14,00). Uma vez por ano, sem data predefinida, Lemos promove um festival em que os frutos do mar têm preço único.
Melhor carta de vinhos: Aleixo
Na carta tricampeã não faltam boas opções para ser harmonizadas com os pratos elaborados por Juarez Campos, também eleito pela terceira vez o chef do ano. Estão presentes 200 rótulos de diversas regiões produtoras, entre eles alguns vindos da agricultura orgânica francesa. A exaltação à bebida se observa até mesmo na decoração da casa: a madeira de antigas caixas de vinho reveste uma das paredes e a majestosa adega, com capacidade para 2?000 garrafas, fica bem à vista do cliente. Uma sala exclusiva com treze lugares pode ser reservada para degustações. Para auxiliar na escolha, a clientela conta com as dicas do sommelier chileno Boris Acevedo. De seu país ele indica como boa opção de preço-qualidade o Baron Philippe Rothschild Cabernet Sauvignon (R$ 49,00). Um dos destaques do acervo, o Château de Rougerie 2005 (R$ 147,00), feito com a uva merlot em Bordeaux, acompanha o jarret de cordeiro com feijão provençal cozido lentamente em vinho branco (R$ 65,00). Entre as sobremesas, a pera cozida sobre creme inglês com amêndoa torrada custa R$ 20,50.
Não tenho dúvidas que seja o melhor, mas o preço da garrafa gira em torno do dobro do preço do que é vendido na Casa do Porto, do mesmo grupo.
O melhor regional: Mr. Picuí
A cidade de Picuí, na Paraíba, tem lugar de destaque no mapa gastronômico por ser exportadora de restaurantes especializados em carne de sol. Brasil afora, a maioria dessas casas pertence a picuienses que, com orgulho, divulgam o nome de seu torrão natal e da receita sertaneja. O Mr. Picuí confirma a tradição. Sua proprietária, Olívia Leal, vem de uma família daquele município com expertise no ramo. No cardápio, a picanha de sol à mr. picuí chega à mesa guarnecida de arroz, macaxeira frita, paçoca, pirão de queijo de coalho e feijão-de-corda (temperado com carne-seca, manteiga de garrafa e farinha de mandioca; R$ 71,50 a porção para quatro pessoas). O carneiro importado à la picuí (R$ 88,90, para quatro pessoas) é acompanhado de feijão, cuscuz de milho, arroz, aipim frito, paçoca e purê de aipim. De sobremesa há doces caseiros, entre eles os de jaca e caju (R$ 5,60 cada um). Na carta de cachaças estão relacionados 180 rótulos, principalmente do Nordeste e de Minas Gerais. Concorridas, as noites de sexta e sábado recebem shows de humor.
Melhor churrascaria: Victoria Grill
No comando da churrascaria tricampeã da categoria está o gaúcho Eliseu Massing. Como acontece com as notórias casas de carne de seu estado, no Victoria Grill ele mantém extremo rigor na seleção e no preparo dos itens apresentados no serviço de espeto corrido (R$ 59,90). Quando o cliente se senta à mesa, um batalhão de garçons já se perfila para trazer polenta, batata frita, farofa de ovo, cebola à milanesa e demais guarnições. Na sequência vêm um a um os dezoito cortes assados na brasa. Além dos tradicionais, como a picanha, há javali, pernil de cordeiro, codorna, avestruz e rã. Para completar a refeição, o bufê agrupa itens de salada, queijos, frios, frutos do mar e sushis. Na hora da sobremesa, um carrinho de doces e tortas circula pelo salão. Sobre ele têm destaque as tortas holandesa e de limão (R$ 9,00 cada uma).
O melhor italiano: Oriundi
Juarez Campos, o chef do ano e sócio do Aleixo e do Brasiliano, costuma dizer que o Oriundi é seu filho preferido. Montado há dezesseis anos na garagem de sua casa, o restaurante começou pequeno, com 34 lugares, e hoje figura entre os mais movimentados de Vitória. Sua cozinha de técnica simples lança mão de receitas do norte da Itália, como risotos, massas e carnes ao molho de vinho, preparadas por uma afinada equipe formada pelo próprio Juarez. Desde 1993 o cardápio permanece quase imutável. Os clientes pedem que as sugestões nunca saiam da lista. Para agradá-los e surpreendê-los, o chef acrescenta criações como o filé ao molho de cogumelos silvestres e vinho do Porto com risoto de trufa branca (R$ 52,50), que participa da lista da Associação da Boa Lembrança. Como entrada, o carpaccio di manzo ganha tempero de molho de alcaparra (R$ 21,50). Prato-símbolo da casa, o risoto de camarão VG, tomate-cereja, limão-siciliano e rúcula custa R$ 55,50. No almoço executivo há sugestões abrasileiradas, caso do lombo de porco assado acompanhado de arroz à grega e farofa (R$ 23,00). A filial de Domingos Martins funciona na pousada homônima apenas nos fins de semana.
A melhor moqueca: Geraldo
Aos 82 anos, Maria Ribeiro Rodrigues, a Doninha, ainda dá expediente diário na unidade que fundou em Manguinhos. Hoje é seu filho, Geraldo como o pai, quem supervisiona as receitas preparadas ali e na filial do Jardim da Penha. A variedade de moquecas impressiona. Têm como base lagosta, camarão, polvo, vieira, siri, badejo e cação, pescados na costa do estado. Servida fumegante numa panela de barro, a moqueca capixaba de badejo (R$ 72,50) lidera o ranking de pedidos. A receita pode ser acrescida de camarão do tipo VG (R$ 123,50). Uma versão mais completa combina badejo, lagosta e camarão (R$ 157,50). Todas são guarnecidas de arroz e pirão e servem duas pessoas. Para começar a refeição, convém não dispensar a casquinha de siri, outra campeã de vendas. Na hora de encerrar o banquete regional, experimente o creme de goiabada cascão batida com sorvete de creme (R$ 8,50), uma sobremesa criada pelo anfitrião.
O melhor dos frutos do mar: Papaguth
Há pouco mais de um ano instalado no mirante da Praça do Papa, o restaurante tem ambiente todo envidraçado e uma exuberante vista para o mar e o Convento da Penha. Com essa paisagem ao fundo, o restaurateur Júlio Lemos prepara receitas de badejo, salmão, cação, lagosta, polvo e crustáceos pescados num trecho entre a costa capixaba e o sul da Bahia. Desses itens, destaca-se o camarão VG, ingrediente central da receita que leva o nome da casa. Chega à mesa gratinado com purê de aipim, requeijão e milho, na companhia de arroz (R$ 102,00, para duas pessoas). Na versão sergio de castro, vem misturado a arroz de polvo, palmito, cogumelo e brócolis (R$ 95,00, para duas pessoas). Para abrir o apetite, prove a frigideira de siri desfiado (R$ 22,00). Na ala doce do cardápio, a pedida é o petit gâteau (R$ 14,00). Uma vez por ano, sem data predefinida, Lemos promove um festival em que os frutos do mar têm preço único.
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