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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Calendário Vacinal contra Gripe H1N1


Fique atento para o calendário vacinal contra Gripe H1N1...
8 a 19 de março
Profissionais da Saúde
Médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica.
8 a 19 de março
Povos indígenas
População que vive em aldeias. A vacinação será realizada em parceria com a Funasa (Fundação Nacional de Saúde).
22 de março a 2 de abril
Gestantes
Mulheres grávidas em qualquer período de gestação. As mulheres que engravidarem depois de 2 de abril podem tomar a vacina até 21 de maio.
22 de março a 2 de abril
Pessoas com problemas crônicos com até 60 anos de idade
Serão vacinadas as pessoas com os seguintes problemas:
• Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).
22 de março a 2 de abril
Crianças entre seis meses e um dois anos idade.
Elas devem receber meia dose da vacina e, depois de 21 dias, poderão tomar a outra meia dose.
5 a 23 de abril 
População de 20 a 29 anos
Qualquer pessoa com essa idade.
24 de abril a 7 de maio 
Idosos com problemas crônicos (mais de 60 anos de idade). 
O período coincide com a vacinação de idosos para a gripe comum. Quando eles forem tomar a vacina, receberão também imunização contra o vírus influenza A (H1N1) caso tenham algum destes problemas:
• Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).
10 a 21 de maio
População de 30 a 39 anos
Qualquer pessoa com essa idade.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Gripe suína

O problema é entender porque morrem pessoas jovens, hígidas, tornando essa gripe de maior mortalidade proporcional à gripe comum... Se compararmos com toda a população, incluindo idosos, jovens e crianças, temos sim menor mortalidade. Mas se focarmos na faixa etária jovem, deveríamos esperar muito menor índice de mortalidade....

Secretaria de Saúde do RS informa mais 4 mortes pela nova gripe

20/07/2009 - 08h28 ( - G1)

A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul informou neste domingo (19), em nota, a morte de mais quatro pessoas - dois homens, uma mulher e uma menina - em decorrência da gripe A (H1N1) no estado.

As informações do governo gaúcho ainda não foram confirmadas pelo Ministério da Saúde.

Com isso, o número de mortes no estado em decorrência da doença sobe de 7 para 11. Além dos óbitos no Rio Grande do Sul, já foram confirmadas três mortes em São Paulo e uma no Rio de Janeiro em decorrência da nova gripe.

Quatro mortes

Das quatro mortes, duas foram em Uruguaiana: uma foi uma mulher de 36 anos, que estava grávida de oito meses; a outra foi de uma menina de 5 anos. A primeira morreu na última quinta-feira (16) e a segunda, na quarta-feira (15).

Nenhuma das duas havia viajado para outros países com forte incidência do vírus. Ambas morreram na Santa Casa da cidade.

Outra morte ocorreu na cidade de São Borja, no dia 6 de julho. Trata-se de um caminhoneiro que havia passado pela Argentina. O óbito ocorreu no Hospital Ivan Goulart. A secretaria informou que o homem era obeso.

Em Santa Maria, morreu um serralheiro de 40 anos, também obeso. Ele faleceu no Hospital Universitário da cidade, na sexta-feira (17).

terça-feira, 7 de julho de 2009

Pelo menos viajar de graça é melhor que em pé!

Com crise, Tailândia oferece até voos grátis para estrangeiros

da Associated Press, em Bancoc
A Thai Airways está tentando atrair passageiros de fora da Ásia com voos domésticos grátis. Hotéis na ilha de Phuket oferecem a quarta noite de graça. E lodges nas montanhas do norte dão mimos como golf e spa sem custos.

Enfrentando sua pior crise em muitos anos, o setor de turismo da Tailândia tenta alavancar seu faturamento, em queda devido à crise financeira mundial e ao medo da gripe suína.

Governo tenta reverter a queda no número de turistas estrangeiros com promoções e isenção de taxas, entre outras medidas

A entrada de estrangeiros no país caiu 16% neste ano, enquanto a taxa de ocupação dos hotéis está em 44% (66% menos do que no ano passado). Hotéis de luxo em Bancoc registram índices ainda mais baixos.

"Não vejo nenhum fator positivo", diz Kongrit Hiranyakit, chefe do conselho de turismo tailandês. "O preço dos combustíveis estão subindo, a gripe está se espalhando. E os protestos políticos são ruins para a imagem do país."

Ele prevê que o setor do turismo perderá cerca de US$ 5,6 bilhões, o que significa uma retração de mais de um terço em relação ao ano anterior.

Entre as ações para promover o turismo estão ainda a mudança no calendário de feriados, com "emendas" em datas para prolongar os dias livres, e isenção em taxas de embarque nos aeroportos.

O setor emprega atualmente 2,5 milhões de pessoas na Tailândia.

O problema é ter que arcar com multas de cancelamento de viagem!

Em tempo de pandemia, turista deve considerar prós e contras de viagem

da Folha de S.Paulo
A pandemia da gripe A (H1N1) -num primeiro momento chamada de gripe suína, nome abandonado pela Organização Mundial da Saúde -vem atrapalhando os planos de viajantes em todo o mundo. Conforme o vírus se espalha pelo globo, mais destinos -e viagens- são afetados.

Primeiro, foram México, Canadá e Estados Unidos. Com o aumento dos casos no Chile e na Argentina, o Ministério da Saúde recomendou que as viagens para os dois destinos -muito populares entre os brasileiros- fossem adiadas.

A recomendação do governo brasileiro gerou reação da presidente chilena, Michelle Bachelet, que criticou a orientação, dizendo que "a única solução é trabalhar em conjunto, e não fechar portas".

Na Argentina, onde a gripe A foi um dos motivos da renúncia da ministra da Saúde, Graciela Ocaña, na segunda-feira, a recomendação foi avaliada como razoável.

Anteontem, a cidade de Buenos Aires e mais quatro Províncias declararam emergência sanitária. Segundo o Ministério da Saúde argentino, o país registrava 26 mortes até terça-feira -a imprensa local estimava os óbitos em mais de 40.

A maioria dos médicos ouvidos pela Folha recomenda que pessoas do chamado grupo de risco, mais suscetíveis a complicações, não viajem neste momento.

"A letalidade da gripe A está dentro do padrão da gripe comum. Fora do grupo de risco, a decisão é da pessoa. Mas é preciso viajar consciente da situação", diz Juvêncio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia.

É fato que muitas viagens envolvem a prevenção de doenças presentes em outros países ou mesmo em regiões diferentes do Brasil - neste ano, até o último dia 19, a Bahia havia registrado 92.743 casos de dengue, com 55 mortes, segundo a secretaria de Saúde do Estado.

Muitas doenças apresentam um índice de letalidade muito maior do que o da gripe A - a raiva, por exemplo, tem taxa de mortalidade praticamente de 100%, e a febre amarela, também presente no Brasil, tem letalidade de 20% a 50% nos casos mais graves.

A gripe A também vem ganhando mais força no Brasil. A primeira morte pela doença no país foi registrada no último domingo. Até o fechamento desta edição, na última terça-feira, o país registrava 680 casos confirmados. No mundo todo, segundo o último boletim da OMS, de 29/6, o total acumulado era de 70.893 casos -com os novos casos brasileiros, 70.948- e 311 mortes.

Quem desistir da viagem deve se informar sobre a possibilidade de receber o dinheiro gasto de volta ou de mudar o destino. Para o Procon-SP, as operadoras e agências devem devolver o dinheiro sem multa.

Quem decidir encarar a viagem apesar da gripe A pode tomar cuidados para evitar o contágio, como ficar longe de aglomerações e lavar as mãos várias vezes ao dia. E se preparar para, eventualmente, passar alguns dias confinado, no destino escolhido ou de volta ao Brasil.

(MARINA DELLA VALLE, MAURÍCIO MORAES, PRISCILA PASTRE-ROSSI, SILVIO CIOFFI)

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Vacinas



Se vai viajar, fique atento com as vacinas!
Mesmo que no aeroporto ou país de origem nem te peçam seu carnet de vaccination...
Quando desembrcamos em Paris e em Beirute no ano passado, imaginava que fossem pedir a atestado de vacinação de febre amarela... Que nada.. nem se importaram... Mas se pedissem e não tivesse, seria deportação na certa!

Bom senso?! Você arriscaria pegar a gripe e retornar ao seu domicílio?

02/07/2009 - 09h23
Para médicos, decisão de turista depende de bom senso

MARINA DELLA VALLE
da Folha de S.Paulo
A maioria dos médicos ouvidos pela reportagem da Folha desaconselha viagens para países com alto risco de contaminação com a gripe A (H1N1) para o chamado grupo de risco.

Fazem parte dele pessoas com menos de dois anos, com mais de 60 anos, portadores de Aids, pacientes que fazem quimioterapia, mulheres grávidas e pessoas com depressão imunológica por qualquer motivo.

Elas têm mais chances de desenvolver complicações decorrentes da doença.

Já em relação a pessoas fora desse grupo, a recomendação é usar de bom senso. "Pessoas que não apresentam essas situações podem viajar, desde que estejam cientes de que elas correm o risco de pegar a gripe A", diz Juvêncio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia.

"Esse vírus já está internamente aqui no Brasil. Deixar de viajar nesse caso é excesso de preocupação. De repente a pessoa pega a gripe aqui", comenta o infectologista Celso Granato, da Unifesp.

Se não é possível adiar a viagem, mas há receio de contaminação com a gripe A, os médicos indicam medidas para prevenir a doença.

"Evitar aglomerações, beber dois litros de água por dia, lavar sempre a mão - o contato com a mão transmite muito. Vale a pena levar álcool em gel para limpar as mãos ao longo do dia", recomenda o infectologista Artur Timerman.

Outra medida é tomar vacina contra a gripe comum. "Não protege contra a gripe A, mas, por outro lado, de 30% a 40% dos casos são de gripe A, e de 60% a 70% dos casos são de outros vírus. Se você tomar a vacina contra a gripe sazonal, vai evitar esses vírus e ter menos dúvidas", diz Granato.

Pirotecnia

A máscara cirúrgica, comum em países com casos da doença, pode ficar de fora. "Andar na rua com máscara é pirotecnia, não faz sentido. Ela teria de ser trocada a cada duas horas", diz Timerman. Após esse período, a máscara perde o efeito.

Outras recomendações são válidas para qualquer viagem: colher informações sobre hospitais e clínicas onde o viajante poderá ser atendido e preparar uma "farmacinha" com os remédios que o viajante utiliza normalmente, incluindo um descongestionante.

"É complicado passar mal fora do Brasil, não se sabe bem aonde ir. Os nomes dos remédios não são iguais nos outros países, e a legislação também muda. Tem remédios que podemos comprar sem receita médica aqui, mas que precisam de receita em outros países e vice-versa", lembra Granato.