Mostrando postagens com marcador Qualidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Qualidade. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP)

O Ministério da Saúde lançou no início do mes de abril a portaria Nº 529 que institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), que tem por objetivo geral contribuir para a qualificação do cuidado em saúde, incluido a inclusão do tema no ensino técnico, de graduação e pós-graduação. 
Para lê-la na íntegra, clique aqui.
Também a ANVISA deixa em Consulta Pública (clique aqui) uma proposta de RDC (Resolução da Diretoria Colegiada) com as possíveis ações para a efetiva implementação do PNSP. A consulta pública está disponível tanto para pessoas jurídicas quanto a pessoa física, de modo que sugestões possam vir a ser estudadas no Comitê de Implementação do PNSP, também criado na referida Portaria 529/2013 MS. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Gerenciamento de Crises em Anestesia


Curso destinado a Estudante e ProfissionalProximas Turmas Dias 27 e 28 de abrilCarga Horária 16 horasPublico Alvo Anestesiologistas e residentes em Anestesiologia
Introdução
A anestesiologia é uma especialidade dinâmica e complexa por natureza e assim como em outras áreas de atuação, tais como na aviação, as crises ou intercorrências podem ocorrer a qualquer momento. 
Devido a seu caráter súbito e por vezes intenso, as crises podem ter consequências fatais. Da mesma forma, sabemos que a experiência e o desenvolvimento de capacidades cognitivas estão diretamente relacionados ao desempenho do anestesiologista no gerenciamento das crises e consequentemente, na segurança do paciente. 
Com a motivação de contribuir para o aperfeiçoamento dos anestesiologistas no gerenciamento de situações críticas no ambiente cirúrgico, a SBA e a Berkeley Inteligência e Simulação em Saúde apresentam em parceria, um curso inovador em nosso país: “Gerenciamento de Crises em Anestesiologia”.
Baseado na metodologia de simulação realística, o curso “Gerenciamento de Crises em Anestesiologia” promove uma abordagem conceitual de temas relevantes para a prática anestésica tais como, o trabalho em equipe, liderança, comunicação e tomada de decisão dinâmica durante situações clínicas simuladas em ambiente realístico. Com instrutores especializados na metodologia e infra-estrutura de alta tecnologia, o curso “Gerenciamento de Crises em Anestesia” certamente contribuirá para a qualidade de seu desempenho e para a segurança de seus pacientes. 
Temas
1) Capacitação para o Gerenciamento de Crises.
2) RCP (adulto e criança).
3) Manuseio Emergencial das Vias Aéreas.
4) Choque.
5) Arritmias fatais.
Certificações Certificado Berkeley, com a chancela da Sociedade Brasileira de AnestesiologiaReservas (21) 2275-3131

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Segurança do paciente nos serviços de saúde!


Excelente iniciativa da ANVISA e Ministério da Saúde tornando público ações de segurança que devem ser cobradas pelo paciente durante seu tratamento.
Isso já é rotina em Hospitais com acreditação ONA e Internacional, mas deveria ser expandido a todos os estabelecimento de saúde.
Foi lançado também um folder com mais detalhes.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

I International Symposium on Patient Safety and Quality


Programação

29 de junho de 2012

08h30 - 12h | Curso - Modelo mental e segurança do paciente Um "currículo mínimo" para segurança do paciente o uso dos dados para efetiva implantação de melhorias engajando a Liderança – princípios de liderança com foco na segurança do paciente

13h30 – 14h30 | Conferência Segurança do Paciente: cenário Nacional

14h30 – 15h30 | Mesa redonda Experiências Nacionais: como monitorar processos de risco – Setor Privado Sistema Einstein de Gerenciamento e Vigilância do Risco: processo de identificação e monitoramento dos principais processos de risco ANAHP: estruturação de um sistema de benchmarking 

16h00 - 17h00 | Mesa redonda Experiências Nacionais: como monitorar processos de risco – Setor Público Sistema de notificações e tratamento de riscos a Segurança do Paciente no contexto público Atenção primária: os desafios da implantação da cultura de segurança

30 de junho de 2012

08h30 - 09h30 | Conferência Segurança do Paciente: conhecendo e manejando os fatores humanos relacionados aos eventos adversos

10h00 - 11h30 | Painel: O que de fato faz diferença para a melhoria da Segurança do Paciente? Como medir desempenho do serviço sob a perspectiva da segurança do paciente? Cuidado centrado no paciente: "O paciente em primeiro lugar" O treinamento melhora cuidados e a segurança do paciente? Visita multiprofissional e Handover – a experiência da UTI do Einstein

11h30 - 12h30 | Conferência Qual o custo dos eventos adversos?

Mais detalhes direto no link do evento!

sábado, 8 de outubro de 2011

To err is human


To Err Is Human: Building a Safer Health System
by: Committee on Quality of Health Care in America, Institute of Medicine

Committee on Quality of Health Care in America. Reveals the truth of medical error and the disparity between the incidence of error and public perception. Examines how surrounding forces of legislation, regulation, and market activity influence the quality of care provided and handling medical mistakes. For policymakers, regulators, and clinicians.

Para download aqui!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Sorteio de inscrições do 1º Congresso Meridional de Qualidade em Saúde.


Participe do sorteio de inscrições do 1º Congresso Meridional de Qualidade em Saúde. 

Siga no facebook o link Congresso Meridional http://www.facebook.com/profile.php?id=100002731344633

Siga no twitter o endereço @HospMeridional

Copie e cole a seguinte frase: 

"1º Congresso Meridional. Eu vou! Faça sua inscrição: http://bit.ly/phLAep #CongressoMeridional @HospMeridional "

Os ganhadores serão informados por DM no twitter do Hospital Meridional.

Participe quantas vezes quiser!

sábado, 6 de agosto de 2011

Congresso Meridional - Módulo Neurologia/Neurocirurgia


I Congresso Meridional da Qualidade em Saúde




O ENVOLVIMENTO INTERDISCIPLINAR 

NA QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA E NA SEGURANÇA DO PACIENTE

DATA: 1 a 3 de SETEMBRO de 2011
LOCAL: HOTEL GOLDEN TULIP / VITÓRIA-ES



SALA ILHA DO FRADE

NEUROLOGIA
02 de Setembro

09h00   Mesa redonda NEUROCIRURGIA: ASPECTOS PRÁTICOS EM CIRURGIA NEUROLÓGICA
             - Trauma Crânio-Encefálico:
Dr. Fabrizio Borges Scardino - Neurocirurgião, Hospital Meridional
             - Trauma Raqui-medular:
Dr. Sandro Carlos - Neurocirurgião, Hospital Meridional
             - Craniotomia descompressiva:
Dr. Tharson Suzano Grativvol  - Neurocirurgião, Hospital Meridional
             - Acidente Vascular Encefálico Hemorrágico (HSA):
Dr. Paulo César Mariano Henrique - Neurocirurgião, Hospital Meridional

10h30   Intervalo

11h00   Conferência: TRATAMENTO CLÍNICO AVC ISQUÊMICO
Dra. Sheila Martins- Neurologista, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

11h40   Conferência: TRATAMENTO CLÍNICO DO AVC HEMORRÁGICO E HEMORRAGIA SUBARACNÓIDE AGUDA
Dra. Gisele Sampaio – Neurologista, UNIFESP e Hospital Israelista Albert Einstein

12h20   Conferência: SITUAÇÃO DO AVC NO BRASIL
 Dra. Sheila Martins- Neurologista, Universidade Federal do Rio Grande do Sul


13h00   INTERVALO


14h30   Mesa redonda: MERGÊNCIAS NEUROLÓGICAS: DESAFIOS PARA O CLÍNICO
- Cefaléias na emergência:
Dra. Jovana Gobbi Marchesi Ciriaco – Neurologista, Santa Casa de Misericórdia, EMESCAM
- Coma na emergência:
Dr. César Raffin – Neurologista, Universidade Federal do Espírito Santo 
- Estado de mal epiléptico na emergência:
Dr. Marcelo Masruha  – Neurologista, UNIFESP.    
             - Doenças Neuromusculares e desmielinizantes na emergência :
Dra. Vera Lúcia Ferreira Vieira – Neurologista, Universidade Federal do Espírito Santo                        
16h00   INTERVALO

16h30   CONFERÊNCIA: UNIDADE AVC / TROMBÓLISE VENOSA. É POSSÍVEL NO ESPÍRITO SANTO?
Dr. José Antonio Fiorot Júnior - Neurologista, Hospital Meridional

17h10   Conferência: HIPOTERMIA: REALIDADE OU FICÇÃO.
Dra. Gisele Sampaio – Neurologista, UNIFESP e Hospital Israelista Albert Einstein


18h      ENCERRAMENTO

Faça sua inscrição:

Congresso Meridional - Quality Day



TEMA CENTRAL: O ENVOLVIMENTO INTERDISCIPLINAR NA QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA E NA SEGURANÇA DO PACIENTE

DATA: 1 a 3 de SETEMBRO de 2011

LOCAL: HOTEL GOLDEN TULIP / VITÓRIA-ES


SALA ILHA DE VITÓRIA II



QUALITY DAY
CUIDAR DO PACIENTE COM SEGURANÇA
2 de setembro de 2011 

09h00   Mesa redonda: QUALIDADE NA ASSISTÊNCIA
             - Segurança na transmissão de informação:
Dr. Fábio Peterlini – Diretor de Práticas Assistenciais Rede de Hospitais São Camilo, SP
             - Política de gestão de talentos:
Saliza Cordeiro de Lima – Psicóloga, Hospital Meridional
             - Time de resposta rápida.
Dr. Fábio Peterlini – Diretor de Práticas Assistenciais Rede de Hospitais São Camilo, SP

10h30   INTERVALO

11h00   Conferência: GERENCIAMENTO DE RISCO
Aline Abreu Soares – Enfermeira Supervisora da Qualidade – Casa de Saúde São José, RJ

11h40   Conferência: GESTÃO DE CORPO CLÍNICO (TIME LIDERANÇA)
Dr. Maurício Velasco – Diretor Clínico, Hospital Meridional

12h20   Conferência: PROTOCOLOS
Aline Abreu Soares – Enfermeira Supervisora da Qualidade – Casa de Saúde São José, RJ
            

13h00   INTERVALO


14h30   Mesa redonda: APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE SEGURANÇA NA PRÁTICA CLÍNICA
             - Cirurgia e anestesia seguras:
Dr. Pablo Braga Gusman – Médico do Comitê da Qualidade, Hospital Meridional
             - Atendimento de múltiplas vítimas: ficção ou realidade
Dr. Márcio Lameri – Intensivista, Hospital Meridional
             - Gerenciamento da segurança no CTI:
Dr. Rubens Ribeiro – Intensivista, Hospital Anchieta, Distrito Federal
             - Reconciliação medicamentosa:
Ana Paula Santos Silva - Hospital Meridional


16h00   INTERVALO


16h30   Conferência: POLÍTICA ESTADUAL DE MEDICAMENTOS E QUALIDADE EM SAÚDE
Leonardo Glassar – Farmacêutico, Presidente do Comitê Estadual de Farmacoterapêutica – SESA, ES

17h10   Conferência: CAMINHOS PARA ACREDITAÇÃO INTERNACIONAL
Adriana Daum Machado – Gerente do Comitê da Qualidade, Hospital Meridional
            

18h       ENCERRAMENTO

Inscreva-se pelo site:

Congresso Meridional - Medicina 02 de setembro


Programação


DIA 02/SET
SALA ILHA DE VITÓRIA I

MEDICINA
Envolvimento interdisciplinar na qualidade de assistência e segurança do paciente

09h00   Mesa redonda:  SEPSE: DESAFIOS DO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
             - Manejo hemodinâmico do paciente com sepse:
Dr. Haggéas Ferreira – Intensivista, Hospital Israelista Albert Einstein
             - Pneumonia associada à ventilação mecânica:
Dr. Frederico Bruzzi - Intensivista, Hospital Mater Dei
             - Lactato é o marcador de ressuscitação volêmica?
Dr. Haggéas Ferreira – Intensivista, Hospital Israelista Albert Einstein.
             - Multirresistência e infecções fúngicas: estamos próximos do fim do mundo? Dra. Fabiana Vieira, Infectologista, Hospital Meridional

10h30   Intervalo

11h00   Conferência: VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA: QUAL O LIMITE DE USO?
Dr. Frederico Bruzzi de Carvalho - Intensivista, Hospital Mater Dei
            
11h30   Conferência: MANEJO DA VIA AÉREA NA INTUBAÇÃO DIFÍCIL
Dr. Pablo Braga Gusman – Anestesiologista e Intensivista , Hospital Meridional

12h00   Conferência: NOVOS MODOS VENTILATÓRIOS: UMA SOPA DE LETRINHAS?
Dr. Frederico Bruzzi - Intensivista, Hospital Mater Dei

12h30   Conferência: NOVOS CONCEITOS EM CUIDADOS PALIATIVOS NA UTI
 Dr. Rubens Ribeiro - Intensivista, Hospital Anchieta, Distrito Federal
                

13h00   INTERVALO

14h30   Mesa redonda: APLICAÇÃO PRÁTICA DO CONCEITO DE FAST HUGS NA UTI
             - Efeitos do jejum prolongado:
Dra. Sandra Lucia Fernandes - Nutróloga, Hospital Meridional
             - Risco-benefício do controle glicêmico:
Dr. José Mário Teles – Intensivista, Presidente AMIB 2012-13, Hospital da Bahia, Salvador
             - Profilaxia de Tromboembolismo no Protocolo Safety Zone:
A DEFINIR
             - Controle de analgesia e sedação:
Dr. José Mário Teles – Intensivista, Presidente AMIB 2012-13, Hospital da Bahia, Salvador
            

16h00   INTERVALO

16h30   Mesa redonda: TRANSPLANTES: ONDE ESTAMOS E PARA ONDE VAMOS?
             - Transplante renal:
Dr. Nilson Mesquita Filho – Nefrologista, Clínica do Rim, Hospital Meridional
             - Transplante cardíaco:
Dr. Melchior Luiz Lima– Cirurgião cardiovascular, Hospital Meridional
             - Transplante hepático:
Dr. Isaac Walker Abreu – Cirurgião do aparelho digestivo, Hospital Meridional
             - Transplante pulmonar:
Dr. Luziélio Alves Sidney Sampaio- Cirurgião do Tórax, Santa Casa de Porto Alegre, RS / Hospital Meridional

18h       ENCERRAMENTO


Inscrições pelo site da Vision eventos:
http://www.visioneventos-es.com.br/eventos-detalhes.php?id=86

I Congresso Meridional da Qualidade em Saúde



O ENVOLVIMENTO INTERDISCIPLINAR 
NA QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA E NA SEGURANÇA DO PACIENTE

TEMAS DE INTERESSE:
- ANESTESIA
- MEDICINA INTENSIVA
- NEUROLOGIA CLINICA
- NEUROCIRURGIA
- INFECTOLOGIA
- TRANSPLANTE
- GESTÃO E QUALIDADE EM SAÚDE
- CUIDADOS EM CIRURGIA DE GRANDE PORTE
- CIRURGIA ONCOLÓGICA
- PROTOCOLOS ASSISTENCIAIS EM ENFERMAGEM
- TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR EM PACIENTE DE ALTA COMPLEXIDADE


PALESTRANTES INTERNACIONAIS CONVIDADOS:

Ana Célia Cachefo - Farmacêutica, Lyon, França
Dr. Edmundo Pereira de Souza Neto - Anestesiologista, Lyon, França


PALESTRANTES NACIONAIS CONVIDADOS:

Aline Abreu Soares – Enfermeira Supervisora da Qualidade – Casa de Saúde São José, RJ
Antonio Duarte (BA) - Fisioterapeuta, Hospital da Bahia, Salvador
Áquila Lopes Gouvêa – Enfermeira, Serviço de Dor, Hospital das Clínicas USP, SP
Dr. Fábio Peterlini (SP) – Diretor de Práticas Assistenciais Rede de Hospitais São Camilo, SP
Dr. Frederico Bruzzi de Carvalho (MG) - Intensivista, Hosp Mater Dei, Belo Horizonte
Dr. Haggéas Ferreira (SP) – Intensivista, Hospital Israelista Albert Einstein, São Paulo
Dra. Gisele Sampaio (SP) – Neurologista, UNIFESP e HIAE, São Paulo
Dr. José Mário Teles (BA) – Intensivista, Pres AMIB 2012-13, Hosp da Bahia, Salvador
Dr. Luziélio Alves Sidney Sampaio (RS)- Cirurgião do Tórax, Santa Casa de Porto Alegre
Dr. Marcelo Masruha (SP) – Neurologista,UFES, Vitória e UNIFESP, São Paulo.
Dr. Rubens Ribeiro (DF) - Intensivista, Hospital Anchieta, Distrito Federal
Dra. Sheila Martins (RS)- Neurologista, UFRS, Porto Alegre
Dr. Sérgio Renato Pais Costa (DF) - Cirurgião oncológico, Hospital Santa Lúcia, DF
Tadeu Thomé (SP) Enfermeiro Gerenciador de Casos do Programa de Gestão em Transplantes de Órgãos do Hospital Israelita Albert Einstein – HIAE, São Paulo

Faça sua inscrição:


quarta-feira, 11 de maio de 2011

19 de maio Dia de Combate às Hepatites

Dia 19 de maio será o dia marcada para a divulgação de ações para esclarecimento e combate às Hepatites Virais. Ainda há muito preconceito e pouca informação sobre essas doenças.

O Hospital Meridional estará promovendo junto com a ONG Pró-Vidas e a Secretaria Municipal de Saúde de Cariacica um evento para vacinação contra Hepatite B, testes rápidos para pesquisa de Hepatite C e uma série de palestras para a população.

Para saber mais, acesse o Manual de Hepatites do Ministério da Saúde por aqui. 

Participação e divulgação do Anestesiador!


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Revisão sobre qualidade e segurança BMJ


QUALITY& SAFETY

Suplemento do BMJ sobre qualidade e segurança, abordando vários temas importantes!
Vale a pena fazer o Download aqui

 British Medical Journal Abril 2011




i1
Planning and leading a multidisciplinary colloquium to explore the epistemology of improvement P Batalden,
P Bate, D Webb, V McLoughlin

i5
Systems of service: reflections on the moral foundations of improvement
F Davidoff

i11
Heterogeneity: we can’t live with it, and we can’t live without it
F Davidoff

i13
Can evidence-based medicine and clinical quality improvement learn from each other?
P Glasziou, G Ogrinc, S Goodman

i18 Understanding the conditions for improvement: research to discover which context influences affect improvement success
J Øvretveit

i24
The epistemology of quality improvement: it’s all Greek
 R J Perla, G J Parry

i28 Reconciling complexity and classification in quality improvement research
L Leviton

Discovering and defining sources of evidence

i30
The contribution of case study research to knowledge of how to improve quality of care
 G R Baker

i36
The meaning of variation to healthcare managers, clinical and health-services researchers, and individual patients
D Neuhauser, L Provost, B Bergman

i41
Five main processes in healthcare: a citizen perspective
B Bergman, D Neuhauser, L Provost

The social determinants of action

i43
Beyond evidence: the micropolitics of improvement
A Langley, J-L Denis

i47
Problems and promises of innovation: why healthcare needs to rethink its love/hate relationship with
the new
M Dixon-Woods, R Amalberti, S Goodman, B Bergman, P Glasziou

i52
Clarity and strength of implications for practice in medical journal articles: an exploratory analysis
J Lynn, A P Owens, J M Bartunek

i58
Building an integrated methodology of learning that can optimally support improvements in healthcare
J Lynn

The importance of cross-disciplinary work

i62
Intergroup relationships and quality improvement in healthcare
J M Bartunek

i67
Expert patients: learning from HIV
M Cooke

i69
Ten tips for incorporating scientific quality improvement into everyday work
D Goldmann

i73
Multidisciplinary centres for safety and quality improvement: learning from climate change science
C Vincent, P Batalden, F Davidoff

Challenges of professional education

i79
Mainstreaming quality and safety: a reformulation of quality and safety education for health professions students
M Cooke, P M Ironside, G S Ogrinc

i83
Creating safety by strengthening clinicians’ capacity for reflexivity
R Iedema

Rethinking methods of inference

i87
Increasing the generalisability of improvement research with an improvement replication programme
J Øvretveit, L Leviton, G Parry

i92
Analytical studies: a framework for quality improvement design and analysis
L P Provost

i97
Confessions of a chagrined trialist
S Goodman


sábado, 19 de março de 2011

Nurse Staffing and Inpatient Hospital Mortality


Nurse Staffing and Inpatient Hospital Mortality

Artigo na íntegra Download

Jack Needleman, Ph.D., Peter Buerhaus, Ph.D., R.N., V. Shane Pankratz, Ph.D., Cynthia L. Leibson, Ph.D., Susanna R. Stevens, M.S., and Marcelline Harris, Ph.D., R.N.
N Engl J Med 2011; 364:1037-1045March 17, 2011

BACKGROUND

Cross-sectional studies of hospital-level administrative data have shown an association between lower levels of staffing of registered nurses (RNs) and increased patient mortality. However, such studies have been criticized because they have not shown a direct link between the level of staffing and individual patient experiences and have not included sufficient statistical controls.

METHODS

We used data from a large tertiary academic medical center involving 197,961 admissions and 176,696 nursing shifts of 8 hours each in 43 hospital units to examine the association between mortality and patient exposure to nursing shifts during which staffing by RNs was 8 hours or more below the staffing target. We also examined the association between mortality and high patient turnover owing to admissions, transfers, and discharges. We used Cox proportional-hazards models in the analyses with adjustment for characteristics of patients and hospital units.

RESULTS

Staffing by RNs was within 8 hours of the target level for 84% of shifts, and patient turnover was within 1 SD of the day-shift mean for 93% of shifts. Overall mortality was 61% of the expected rate for similar patients on the basis of modified diagnosis-related groups. There was a significant association between increased mortality and increased exposure to unit shifts during which staffing by RNs was 8 hours or more below the target level (hazard ratio per shift 8 hours or more below target, 1.02; 95% confidence interval [CI], 1.01 to 1.03; P<0.001). The association between increased mortality and high patient turnover was also significant (hazard ratio per high-turnover shift, 1.04; 95% CI, 1.02 to 1.06; P<0.001).

CONCLUSIONS

In this retrospective observational study, staffing of RNs below target levels was associated with increased mortality, which reinforces the need to match staffing with patients' needs for nursing care. (Funded by the Agency for Healthcare Research and Quality.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Segurança do paciente em cirurgia oncológica

Segurança do paciente em cirurgia oncológica: experiência do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo
Vendramini, RCR; Silva, EA; Ferreira, KASL
Artigo
Idioma: Português
Fonte: Rev. esc. enferm. USP [online];44(3): 827-832, 2010.
Data: 2010
Resumo:
  • Português: A preocupação com a segurança do paciente em centro cirúrgico (CC) tem sido crescente, devido à elevada frequência de erros e eventos adversos, que muitas vezes poderiam ser prevenidos. A Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO) propôs o Protocolo Universal (PU) para a prevenção do lado, procedimento e paciente errado. No Brasil foram poucas as instituições que o implantaram, sendo necessária a divulgação e avaliação da sua efetividade. O objetivo foi relatar a experiência do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) na implantação do PU-JCAHO. O protocolo inclui três etapas: verificação pré-operatória, marcação do sitio cirúrgico (lateralidade) e TIME OUT. O CC do ICESP está em funcionamento desde novembro de 2008. O PU-JCAHO é aplicado integralmente a todas as cirurgias. Até junho de 2009 foram realizadas 1.019 cirurgias, sem registro de erro ou evento adverso. A implantação do PU-JCAHO é simples, sendo ferramenta útil para prevenir erros e eventos adversos em CC.
  • Inglês: Patient safety concerns in surgery are increasing. The frequency of surgery-related adverse events and errors is high, and most could be avoided. The Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO) proposed the Universal Protocol (UP-JCAHO) for preventing wrong site, wrong procedure, and wrong person surgery. In Brazil, very few health-care institutions have adopted this Protocol. Thus, there is a need to improve its dissemination and assess its effectiveness. The aim of the present study was to report the experiences of the Sao Paulo State Cancer Institute (ICESP, acronym in Portuguese) in implementing the UP-JCAHO. The Protocol comprises three steps: pre-operative verification process, marking the operative site and Time out immediately before starting the procedure. The ICESP surgical center (SC) has been functioning since November 2008. The UP-JCAHO is applied to all surgeries. A total 1.019 surgeries were performed up to June 2009. No errors or adverse events were registered. The implementation of the UP-JCAHO is simple. It can be a useful tool to prevent error and adverse events in SC.

    Artigo na íntegra, acesse:

sábado, 4 de dezembro de 2010

Cirurgia e Anestesia Seguras


Cirurgia Segura Salva Vidas.
Anestesia segura também!

A meta do Desafio “Cirurgias Seguras Salvam Vidas” é melhorar a segurança da assistência cirúrgica por meio da definição de um conjunto central de padrões de segurança que possam ser aplicados em todas as cirurgias a todos os pacientes. As equipes operatórias têm dez objetivos básicos e essenciais em qualquer caso cirúrgico, apoiados pelas orientações para a cirurgia segura da OMS.

1. A equipe operará o paciente certo e o local cirúrgico certo.
2. A equipe usara métodos conhecidos para impedir danos na administração de anestésicos, enquanto protege o paciente da dor.
3. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada para dificuldades de via aérea ou de função respiratória que ameacem a vida.
4. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada para o risco de grandes
perdas sanguíneas.
5. A equipe evitará a indução de reação adversa a drogas ou reação alérgica sabidamente de risco ao paciente.
6. A equipe usará de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o risco de infecção no sitio cirúrgico.
7. A equipe impedirá a retenção inadvertida de instrumentais ou compressas nas
feridas cirúrgicas.
8. A equipe manterá seguros e identificará precisamente todos as peças cirúrgicas.
9. A equipe se comunicará efetivamente e trocará informações críticas para a condução segura da operação.
10. Os hospitais e os sistemas de saúde pública estabelecerão vigilância de rotina
sobre a capacidade, volume e resultados cirúrgicos.


Participe do projeto! Mobilize seu hospital!