Um pouco de ciência, viagens, enogastronomia e outros prazeres... Quer saber de novidades sobre Anestesiologia e Dor? Acesse www.anestesiador.com.br
Mostrando postagens com marcador Cardiologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cardiologia. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
I Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência
I Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia: Resumo Executivo
Maria Margarita Gonzalez, Sergio Timerman, Renan Gianotto de Oliveira, Thatiane Facholi Polastri, Luis Augusto Palma Dallan, Sebastião Araújo, Silvia Gelás Lage, André Schmidt, Claudia San Martín de Bernoche, Manoel Fernandes Canesin, Frederico José Neves Mancuso, Maria Helena Favarato
Sociedade Brasileira de Cardiologia, Rio de Janeiro, RJ – Brasil
Resumo
Apesar de avanços nos últimos anos relacionados à prevenção e a tratamento, muitas são as vidas perdidas
anualmente no Brasil relacionado à parada cardíaca e a eventos cardiovasculares em geral. O Suporte Básico de Vida envolve o atendimento às emergências cardiovasculares principalmente em ambiente pré-hospitalar, enfatizando reconhecimento e realização precoces das manobras de ressuscitação cardiopulmonar com foco na realização de compressões torácicas de boa qualidade, assim como
na rápida desfibrilação, por meio da implementação dos programas de acesso público à desfibrilação. Esses
aspectos são de fundamental importância e podem fazer diferença no desfecho dos casos como sobrevida hospitalar sem sequelas neurológicas. O início precoce do Suporte Avançado de Vida em Cardiologia também possui papel essencial, mantendo, durante todo o atendimento, a qualidade das compressões torácicas, adequado manejo da via aérea, tratamento específico dos diferentes ritmos de parada, desfibrilação, avaliação e tratamento das possíveis causas. Mais recentemente dá-se ênfase a cuidados pósressuscitação, visando reduzir a mortalidade por meio do reconhecimento precoce e tratamento da síndrome pós-parada cardíaca. A hipotermia terapêutica tem demonstrado melhora significativa da lesão neurológica e deve ser realizada em indivíduos comatosos pós-parada cardíaca. Para os médicos que trabalham na emergência ou unidade de terapia intensiva é de grande importância o aperfeiçoamento no tratamento desses pacientes por meio de treinamentos específicos, possibilitando maiores chances de sucesso e maior sobrevida.
Download do artigo!
Algoritmo do tratamento da parada cardíaca em Fibrilação ventricular/Taquicardia ventricular sem pulso:
Drogas:
Adrenalina 1 mg a cada 3-5 min
Amiodarona 300 mg para FV/TVSP refratária não responsiva a desfibrilação e vasopressor.
2ª dose: 150 mg Devem ser feitas em bolus, seguidas de flush de 20 ml de solução fisiológica
Algoritmo do Tratamento da Parada cardíaca em Atividade elétrica sem pulso ou Assistolia:
Drogas:
Adrenalina 1 mg a cada 3 a 5 min.
Devem ser feitas em bolus, seguidas de flush de 20 ml de solução fisiológica.
A 1ª ou 2ª dose de adrenalina pode ser substituída por vasopressina 40 U.
Fonte: Arq Bras Cardiol. 2013;100(2):105-113
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Peripartum Cardiomyopathy: Review and Practice Guidelines
Peripartum cardiomyopathy, a type of dilated cardiomyopathy of unknown origin, occurs in previously healthy women in the final month of pregnancy and up to 5 months after delivery.
Although the incidence is low—less than 0.1% of pregnancies —morbidity and mortality rates are high at 5% to 32%. The outcome of peripartum cardiomyopathy is also highly variable.
For some women, the clinical and echocardiographic status improves and sometimes returns to normal, whereas for others, the disease progresses to severe cardiac failure and even sudden cardiac death. In acute care, treatment may involve the use of intravenous vasodilators, inotropic medications, an intra-aortic balloon pump, ventricular-assist devices, and/or extracorporeal membrane oxygenation. Survivors of peripartum
cardiomyopathy often recover from left ventricular dysfunction; however, they may be at risk for recurrence of heart failure and death in subsequent pregnancies. Women with chronic left ventricular dysfunction should be managed according to guidelines of the American College of Cardiology Foundation and the American Heart Association. (American Journal of Critical Care. 2012;21(2):89-98)
domingo, 4 de dezembro de 2011
Kaplan's Cardiac Anesthesia: The Echo Era, 6th Edition
Kaplan's Cardiac Anesthesia: The Echo Era, 6th Edition
Expert Consult Premium Edition – Enhanced Online Features and Print
By Joel A. Kaplan, MD, David L. Reich, MD and Joseph S. Savino, MD
1120 pages
Trim Size 8 3/4 X 11 1/16 in
Copyright 2011
Download no divshare aqui!
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Critical Care Nursing Clinics of North America
Critical Care Nursing Clinics of North America
Volume 23
Issue 4
December 2011
Cardiovascular Review
Edited by Bobbi Leeper
Download aqui
terça-feira, 12 de abril de 2011
Caso Clínico Comunicação Interatrial
Anestesia para CIA
View more presentations from Pablo Braga Gusman.
Caso Clínico enviado por Dr. Kleber Machareth
PACIENTE 42 ANOS, 85Kg, SEXO MASCULINO, PROFISSÃO CERQUEIRO (ATIVIDADE ASSOCIADA A IMPORTANTE ESFORÇO FÍSICO!), NATURAL DE CONCEPCIÓN/PARAGUAI. DEU ENTRADA EM SO PARA CORREÇÃO CIRÚRGICA DE CIA. REFERE TER ESTADO ASSINTOMÁTICO DESDE CRINAÇA, TENDO APRESENTADO LEVE CANÇASO HÁ 1 MÊS. FOI TRAZIDO A SANTA CASA DE CAMPO GRANDE DEVIDO A UM EPISÓDIO DE DESMAIO HÁ 1 SEMANA, TENDO SIDO INFORMADO AO EXAME MÉDICO AINDA NO PARAGUAI TER UM PROBLEMA NO CORAÇÃO E APRESENTAVA AINDA UM "SOPRO NO CORAÇÃO" QUE NECESSITAVA DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA!
Monitorizada com ECG, PpO2, EtCO2, PAM, após esternotomia cateterizado AP com catéter de teflon 14 para aferição de PAP e adequação frente medida terapêutica farmacológica. Apresentava PAM de 45mmHg, SpO2 90%. Ao Eco-trans-torácico: FE=40%, hipertensão pulmonar importante (???), aumento importante de VD e AD, presença de CIA com shunt moderado E-D (sem outras informações ou quantificações ao eco). Hemograma, coagulograma e bioquímica sanguínea normais ao exame. Cat no prontuário confirmando CIA, sem quantificações das pressões em cavidades ou em AP(??????)! Havia reserva de sangue e hemoderivados (plasma 4 unidades e plaquenas 7 unidades. Conduta Anestésica e Manuseio Hemodinâmico?????
PS: Caso ocorreu há 3 anos, não apresentávamos possuíamos Vigileo*, catéter de AP ou ETE-IO!
CONDUTA ANESTÉSICA!
domingo, 20 de março de 2011
II Diretriz de Avaliação Perioperatória da SBC
Saiu pela Sociedade Brasileira de Cardiologia a II Diretriz de Avaliação Perioperatória.
Seguem algumas considerações.
Na íntegra, pegue aqui: DOWNLOAD
- Quanto à consulta médica de avaliação perioperatória, é ressaltado a importância da certificação do envio e recebimento do parecer ao solicitante e, se necessário, entrar em contato pessoalmente ou por algum meio de comunicação, com o cirurgião e/ou anestesista. Essa atitude comprovadamente aumenta a adesão às medidas de cuidados perioperatórios propostas. Mas de preferência, usando-se de protocolos definidos na Diretriz. Isso evita descrições que nada influenciam ou auxiliam na avaliação perioperatória.
- A realização de ECG de rotina para pacientes Assintomáticos e com proposta de cirurgia de baixo risco, CONTINUA desencorajado e com Classe IIIC. Já a solicitação de ECG para todos aqueles com mais de 40 anos passou de classe I para Classe IIa. Tendência mais exposta de racionalização de solicitação de exames que geralmente não alteram desfecho no período operatório e trazem custos não justificável em uma proposta populacional. Nem pensar os ECO´s autogerados pelos cardiologistas que mostram mesmo o interesse de pagar a máquina!
- A solicitação de Radiografia de tórax agora ganha recomendação IIa para pacientes maiores de 40 anos e para aqueles com proposta de intervenções de médio e grande porte, principalmente intra-torácicas e intra- abdominais. Lembre-se de que no caso de punção venosa central para a cirurgia, o ideal é checar a posição do cateter antes do início do procedimento com outro Rx de tórax!
- Enfoque em algoritmos de avaliação perioperatória.
- Estratificação do tipo de intervenção em Alto, Intermediário e Baixo risco de eventos. Antes estratificava-se apenas o paciente, agora a pesquisa de risco envolve o procedimento e o paciente;
- Rcomendação da utilização de algoritmo de avaliação da American College of Physicians (ACP) nesta nova edição, menciona os da American College of Cardiology/American Heart Association (ACC) e o índice cardíaco revisado de Lee. Criação de um fluxogramas com utilização dos dois principais algoritmos em conjunto.
- Na Avaliação perioperatória, o teste ergométrico ficou em segundo plano devido a muitos indivíduos não atingirem a carga de trabalho adequada e por não possuir a mesma acurácia dos exames funcionais de imagem ( cintilografia e Eco com estresse farmacológicos). Portanto é recomendado em locais em que não se desponha dos exames de imagem e somente em pacientes com risco intermediário ( não para alto risco e nem para baixo risco!);
- É Recomendado não utilizar angiotomografia de coronárias e cineangiocoronariografia em substituição de cintilografia e ecocardiograma com estresse farmacológicos em pacientes de risco intermediário ( não são exames funcionais!);
- Inclusão da dosagem de BNP pré operatória na avaliação complementar ( valor prognóstico) – IIa NE B;
- Não se recomenda a utilização de beta-bloqueadores (proteção farmacológica) em portadores de valvulopatias, principalmente naquelas anatomicamente importantes ( excluindo-se estenose mitral). A estatina como proteção farmacológica perioperatoria também não está indicada nestes pacientes;
- Orientações detalhadas em diferentes grupos que necessitam de cuidados especiais ( portadores de marcapassso e CDI; transplantes de fígado, de rim etc);
- Permissão e incentivo para utilização de Anestésicos locais com Vasoconstrictores ( lidocaina 2% + epinefrina 1:100.000) em procedimentos odontológicos para pacientes cardiopatas;
- Procedimentos percutâneos ( endopróteses) para correção de Aneurismas de Aorta Abdominal , agora são considerados de Risco intermediário;
Boa leitura e use com senso crítico. Assim evitamos os excesso de consultas em pacientes de baixo risco e atraso na marcação de cirurgias.
Assinar:
Postagens (Atom)

