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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP)

O Ministério da Saúde lançou no início do mes de abril a portaria Nº 529 que institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), que tem por objetivo geral contribuir para a qualificação do cuidado em saúde, incluido a inclusão do tema no ensino técnico, de graduação e pós-graduação. 
Para lê-la na íntegra, clique aqui.
Também a ANVISA deixa em Consulta Pública (clique aqui) uma proposta de RDC (Resolução da Diretoria Colegiada) com as possíveis ações para a efetiva implementação do PNSP. A consulta pública está disponível tanto para pessoas jurídicas quanto a pessoa física, de modo que sugestões possam vir a ser estudadas no Comitê de Implementação do PNSP, também criado na referida Portaria 529/2013 MS. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Gerenciamento de Crises em Anestesia


Curso destinado a Estudante e ProfissionalProximas Turmas Dias 27 e 28 de abrilCarga Horária 16 horasPublico Alvo Anestesiologistas e residentes em Anestesiologia
Introdução
A anestesiologia é uma especialidade dinâmica e complexa por natureza e assim como em outras áreas de atuação, tais como na aviação, as crises ou intercorrências podem ocorrer a qualquer momento. 
Devido a seu caráter súbito e por vezes intenso, as crises podem ter consequências fatais. Da mesma forma, sabemos que a experiência e o desenvolvimento de capacidades cognitivas estão diretamente relacionados ao desempenho do anestesiologista no gerenciamento das crises e consequentemente, na segurança do paciente. 
Com a motivação de contribuir para o aperfeiçoamento dos anestesiologistas no gerenciamento de situações críticas no ambiente cirúrgico, a SBA e a Berkeley Inteligência e Simulação em Saúde apresentam em parceria, um curso inovador em nosso país: “Gerenciamento de Crises em Anestesiologia”.
Baseado na metodologia de simulação realística, o curso “Gerenciamento de Crises em Anestesiologia” promove uma abordagem conceitual de temas relevantes para a prática anestésica tais como, o trabalho em equipe, liderança, comunicação e tomada de decisão dinâmica durante situações clínicas simuladas em ambiente realístico. Com instrutores especializados na metodologia e infra-estrutura de alta tecnologia, o curso “Gerenciamento de Crises em Anestesia” certamente contribuirá para a qualidade de seu desempenho e para a segurança de seus pacientes. 
Temas
1) Capacitação para o Gerenciamento de Crises.
2) RCP (adulto e criança).
3) Manuseio Emergencial das Vias Aéreas.
4) Choque.
5) Arritmias fatais.
Certificações Certificado Berkeley, com a chancela da Sociedade Brasileira de AnestesiologiaReservas (21) 2275-3131

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Revisão sobre qualidade e segurança BMJ


QUALITY& SAFETY

Suplemento do BMJ sobre qualidade e segurança, abordando vários temas importantes!
Vale a pena fazer o Download aqui

 British Medical Journal Abril 2011




i1
Planning and leading a multidisciplinary colloquium to explore the epistemology of improvement P Batalden,
P Bate, D Webb, V McLoughlin

i5
Systems of service: reflections on the moral foundations of improvement
F Davidoff

i11
Heterogeneity: we can’t live with it, and we can’t live without it
F Davidoff

i13
Can evidence-based medicine and clinical quality improvement learn from each other?
P Glasziou, G Ogrinc, S Goodman

i18 Understanding the conditions for improvement: research to discover which context influences affect improvement success
J Øvretveit

i24
The epistemology of quality improvement: it’s all Greek
 R J Perla, G J Parry

i28 Reconciling complexity and classification in quality improvement research
L Leviton

Discovering and defining sources of evidence

i30
The contribution of case study research to knowledge of how to improve quality of care
 G R Baker

i36
The meaning of variation to healthcare managers, clinical and health-services researchers, and individual patients
D Neuhauser, L Provost, B Bergman

i41
Five main processes in healthcare: a citizen perspective
B Bergman, D Neuhauser, L Provost

The social determinants of action

i43
Beyond evidence: the micropolitics of improvement
A Langley, J-L Denis

i47
Problems and promises of innovation: why healthcare needs to rethink its love/hate relationship with
the new
M Dixon-Woods, R Amalberti, S Goodman, B Bergman, P Glasziou

i52
Clarity and strength of implications for practice in medical journal articles: an exploratory analysis
J Lynn, A P Owens, J M Bartunek

i58
Building an integrated methodology of learning that can optimally support improvements in healthcare
J Lynn

The importance of cross-disciplinary work

i62
Intergroup relationships and quality improvement in healthcare
J M Bartunek

i67
Expert patients: learning from HIV
M Cooke

i69
Ten tips for incorporating scientific quality improvement into everyday work
D Goldmann

i73
Multidisciplinary centres for safety and quality improvement: learning from climate change science
C Vincent, P Batalden, F Davidoff

Challenges of professional education

i79
Mainstreaming quality and safety: a reformulation of quality and safety education for health professions students
M Cooke, P M Ironside, G S Ogrinc

i83
Creating safety by strengthening clinicians’ capacity for reflexivity
R Iedema

Rethinking methods of inference

i87
Increasing the generalisability of improvement research with an improvement replication programme
J Øvretveit, L Leviton, G Parry

i92
Analytical studies: a framework for quality improvement design and analysis
L P Provost

i97
Confessions of a chagrined trialist
S Goodman


domingo, 7 de novembro de 2010

Anestesia Segura

Anestesia Segura

 Como o paciente deve se preparar para a anestesia?
O anestesiologista faz parte de uma equipe que concentra as informações médicas a respeito do paciente. É importante que o paciente e sua família conheçam o anestesiologista com antecedência em consultório próprio.

De qualquer maneira, conte sua história ao anestesiologista: seus hábitos, questões médicas de saúde, medicamentos que você toma ou tomou, reações alérgicas a medicamentos e experiências anteriores com o uso de anestésicos. Não deixe de perguntar quais são os exames de laboratório necessários, horário de internação e jejum. E lembre-se: a água está incluída no jejum! Não deixe de pedir esclarecimento e orientação sobre o tipo de anestesia a que você deverá ser submetido. Isso lhe dará mais segurança e tranqüilidade.
Informe ao médico anestesiologista se você tem, ou já teve, doenças como asma, diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca ou infarto do miocárdio.
Raros são os medicamentos que precisam, temporariamente, ser suspensos, antes da cirurgia. Quem decide isso é o médico anestesiologista!

Quais são os tipos de anestesia?
Quem decide é o anestesiologista, a partir das avaliações clínicas e médicas realizadas no paciente. Ele explicará ao paciente, ou a alguém de sua família, o motivo de sua escolha.

O paciente poderá ser submetido a:
Anestesia Local: uso de anestésico local, aplicado somente no local da cirurgia, com
acompanhamento e sedação pelo médico anestesiologista.
Anestesia Regional: uso de anestésico local em área de abrangência maior em relação à região do corpo onde será realizada a cirurgia. Por exemplo, a peridural, raquianestesia, bloqueios de membros superiores. Podendo ser sedado e perdar a consciência durante o procedimento.                                 
Anestesia Geral: o paciente fica inconsciente. Pode ser aplicada pela veia ou por via inalatória (através da respiração, o anestésico é inalado e entra no organismo pelos pulmões).


Quanto tempo dura uma anestesia?
O tempo de duração de uma anestesia deverá ser proporcional ao tempo projetado para a intervenção cirúrgica. O anestesiologista poderá manter a anestesia por quanto tempo for necessário, através da administração do anestésico pela veia ou via inalatória.

Como é a volta do paciente à consciência e à sensibilidade após a anestesia?
O anestesiologista deve observar o paciente até que tenham terminados todos os efeitos relacionados com a anestesia administrada.
Para isto, há um setor especial, onde a maioria dos pacientes permanece após a anestesia e a cirurgia - a Sala de Recuperação Anestésica - (RPA) - onde o paciente será observado de maneira contínua até a alta para a enfermaria ou para casa.

Qual o risco de uma Anestesia?
 São muito raros, atualmente, os acidentes ou complicações de uma Anestesia. Com instrumental, técnicas, conhecimentos e medicamentos modernos, o Anestesiologista reduz ao máximo os riscos de acidentes anestésicos. O Anestesiologista, além do conhecimento e da especialização médica empregará toda sua perícia e experiência clínica para o sucesso completo do tratamento.

Por que o medo da Anestesia?
Todas as pessoas tem medo do desconhecido. É como viajar de avião. Quem nunca o fez, morre de medo. Outros, mesmo viajando sempre, também se preocupam. Mas
milhares de vôos são realizados, no mundo todo, na mais absoluta segurança. Os poucos acidentes que acontecem são matéria para a imprensa divulgar com estardalhaço. Isso ajuda as pessoas a terem mais medo. A mesma coisa acontece na anestesia: há medo do desconhecido e muitas divulgações alarmistas de raros acidentes. Como nas viagens de avião, diariamente anestesiologistas qualificados aplicam milhares de anestesias, em todo o mundo, com toda a segurança. É bem por isso que você deve exigir que somente Anestesiologista qualificado o examine antes da operação, o oriente e faça a sua anestesia. Assim você pode evitar ou diminuir o medo da anestesia. Ouvir explicações sinceras e seguras reduz muito a ansiedade.

Quando o paciente pode ser liberado para casa sem internação?
No caso de pós-operatório de pacientes submetidos a cirurgias ou procedimentos ambulatoriais, o paciente tem alta hospitalar com segurança, após permanecer na Sala de Recuperação por um período de observação. O paciente e seu acompanhante são instruídos em relação a sinais e sintomas que podem ocorrer no pós-operatório.

Após a alta hospitalar, não deixe de consultar seu anestesiologista sobre quaisquer dúvidas e ocorrências no seu pós-operatório e no período de recuperação. O anestesiologista sempre estará, disposto a esclarecer suas dúvidas. Se precisar, não deixe de procurá-lo!