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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Segurança do paciente nos serviços de saúde!


Excelente iniciativa da ANVISA e Ministério da Saúde tornando público ações de segurança que devem ser cobradas pelo paciente durante seu tratamento.
Isso já é rotina em Hospitais com acreditação ONA e Internacional, mas deveria ser expandido a todos os estabelecimento de saúde.
Foi lançado também um folder com mais detalhes.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Curta a página JOVA no facebook!




Curta a página da JOVA no facebook! https://www.facebook.com/AnestesiaVirtual


Hoje mais de 77.000 salas de cirurgia em todo o mundo realizam procedimentos sem oxímetros de pulso para monitorar pacientes. Isso significa que dezenas de milhares de vidas são perdidas a cada ano! Sem controle adequado, uma operação de rotina pode ser fatal.

O número de salas de cirurgia funcionando sem oxímetros de pulso é de 41% na América Latina, a 49% no sul da Ásia, a 70% na África sub-saariana. Enquanto isso, o número de procedimentos cirúrgicos está em alta - você sabia que agora existem mais procedimentos cirúrgicos realizados a cada ano do que bebês que nascem?

Estudos indicam que, até fechar essa lacuna e aumentar o uso de monitorização nas salas cirúrgicas em todo o mundo com um Checklist de segurança, podemos reduzir as taxas de mortalidade pela metade.

A Organização Mundial de Saúde reconheceu a importância crítica do acesso universal à oximetria de pulso no sua Desafio Global para a Segurança do Paciente Segundo (oximetria de pulso é o item número 4 na lista de verificação).

Pensando nisso, a Jornada Virtual de Anestesiologia, com o apoio do Instituto Meridional resolveu lançar um desafio! A cada 1000 pessoas que curtirem a página da JOVA no facebook, será doado um oxímetro ao projeto para ser enviado a países que falam português! Temos então Ilha da Madeira, Açores, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São tomé e Príncipe e parte de Macau, Goa (estado indiano) e Timor do Leste (Oceania).

Quer participar? Veja o video e divulgue!

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Siga o projeto lifebox no twitter! https://twitter.com/#!/safersurgery
Veja mais detalhes no site : http://www.lifebox.org/



Apoio:





terça-feira, 17 de maio de 2011

Prevenção de trombose pós-cirurgia

Uma das etapas da cirurgia segura é proteger o paciente contra eventos tromboembólicos. Para isso, algorritmos bem definidos devem ser implantados ainda no pré-operatório visando o diagnóstico e a preparação adequada do paciente. Não menos importante é a manutenção da profilaxia no pós-operatório, evento crítico no desenvolvimento de fenômenos tromboembólicos.




quarta-feira, 9 de março de 2011

Segurança do paciente em cirurgia oncológica

Segurança do paciente em cirurgia oncológica: experiência do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo
Vendramini, RCR; Silva, EA; Ferreira, KASL
Artigo
Idioma: Português
Fonte: Rev. esc. enferm. USP [online];44(3): 827-832, 2010.
Data: 2010
Resumo:
  • Português: A preocupação com a segurança do paciente em centro cirúrgico (CC) tem sido crescente, devido à elevada frequência de erros e eventos adversos, que muitas vezes poderiam ser prevenidos. A Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO) propôs o Protocolo Universal (PU) para a prevenção do lado, procedimento e paciente errado. No Brasil foram poucas as instituições que o implantaram, sendo necessária a divulgação e avaliação da sua efetividade. O objetivo foi relatar a experiência do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) na implantação do PU-JCAHO. O protocolo inclui três etapas: verificação pré-operatória, marcação do sitio cirúrgico (lateralidade) e TIME OUT. O CC do ICESP está em funcionamento desde novembro de 2008. O PU-JCAHO é aplicado integralmente a todas as cirurgias. Até junho de 2009 foram realizadas 1.019 cirurgias, sem registro de erro ou evento adverso. A implantação do PU-JCAHO é simples, sendo ferramenta útil para prevenir erros e eventos adversos em CC.
  • Inglês: Patient safety concerns in surgery are increasing. The frequency of surgery-related adverse events and errors is high, and most could be avoided. The Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO) proposed the Universal Protocol (UP-JCAHO) for preventing wrong site, wrong procedure, and wrong person surgery. In Brazil, very few health-care institutions have adopted this Protocol. Thus, there is a need to improve its dissemination and assess its effectiveness. The aim of the present study was to report the experiences of the Sao Paulo State Cancer Institute (ICESP, acronym in Portuguese) in implementing the UP-JCAHO. The Protocol comprises three steps: pre-operative verification process, marking the operative site and Time out immediately before starting the procedure. The ICESP surgical center (SC) has been functioning since November 2008. The UP-JCAHO is applied to all surgeries. A total 1.019 surgeries were performed up to June 2009. No errors or adverse events were registered. The implementation of the UP-JCAHO is simple. It can be a useful tool to prevent error and adverse events in SC.

    Artigo na íntegra, acesse:

sábado, 4 de dezembro de 2010

Cirurgia e Anestesia Seguras


Cirurgia Segura Salva Vidas.
Anestesia segura também!

A meta do Desafio “Cirurgias Seguras Salvam Vidas” é melhorar a segurança da assistência cirúrgica por meio da definição de um conjunto central de padrões de segurança que possam ser aplicados em todas as cirurgias a todos os pacientes. As equipes operatórias têm dez objetivos básicos e essenciais em qualquer caso cirúrgico, apoiados pelas orientações para a cirurgia segura da OMS.

1. A equipe operará o paciente certo e o local cirúrgico certo.
2. A equipe usara métodos conhecidos para impedir danos na administração de anestésicos, enquanto protege o paciente da dor.
3. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada para dificuldades de via aérea ou de função respiratória que ameacem a vida.
4. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada para o risco de grandes
perdas sanguíneas.
5. A equipe evitará a indução de reação adversa a drogas ou reação alérgica sabidamente de risco ao paciente.
6. A equipe usará de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o risco de infecção no sitio cirúrgico.
7. A equipe impedirá a retenção inadvertida de instrumentais ou compressas nas
feridas cirúrgicas.
8. A equipe manterá seguros e identificará precisamente todos as peças cirúrgicas.
9. A equipe se comunicará efetivamente e trocará informações críticas para a condução segura da operação.
10. Os hospitais e os sistemas de saúde pública estabelecerão vigilância de rotina
sobre a capacidade, volume e resultados cirúrgicos.


Participe do projeto! Mobilize seu hospital!

domingo, 7 de novembro de 2010

Anestesia Segura

Anestesia Segura

 Como o paciente deve se preparar para a anestesia?
O anestesiologista faz parte de uma equipe que concentra as informações médicas a respeito do paciente. É importante que o paciente e sua família conheçam o anestesiologista com antecedência em consultório próprio.

De qualquer maneira, conte sua história ao anestesiologista: seus hábitos, questões médicas de saúde, medicamentos que você toma ou tomou, reações alérgicas a medicamentos e experiências anteriores com o uso de anestésicos. Não deixe de perguntar quais são os exames de laboratório necessários, horário de internação e jejum. E lembre-se: a água está incluída no jejum! Não deixe de pedir esclarecimento e orientação sobre o tipo de anestesia a que você deverá ser submetido. Isso lhe dará mais segurança e tranqüilidade.
Informe ao médico anestesiologista se você tem, ou já teve, doenças como asma, diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca ou infarto do miocárdio.
Raros são os medicamentos que precisam, temporariamente, ser suspensos, antes da cirurgia. Quem decide isso é o médico anestesiologista!

Quais são os tipos de anestesia?
Quem decide é o anestesiologista, a partir das avaliações clínicas e médicas realizadas no paciente. Ele explicará ao paciente, ou a alguém de sua família, o motivo de sua escolha.

O paciente poderá ser submetido a:
Anestesia Local: uso de anestésico local, aplicado somente no local da cirurgia, com
acompanhamento e sedação pelo médico anestesiologista.
Anestesia Regional: uso de anestésico local em área de abrangência maior em relação à região do corpo onde será realizada a cirurgia. Por exemplo, a peridural, raquianestesia, bloqueios de membros superiores. Podendo ser sedado e perdar a consciência durante o procedimento.                                 
Anestesia Geral: o paciente fica inconsciente. Pode ser aplicada pela veia ou por via inalatória (através da respiração, o anestésico é inalado e entra no organismo pelos pulmões).


Quanto tempo dura uma anestesia?
O tempo de duração de uma anestesia deverá ser proporcional ao tempo projetado para a intervenção cirúrgica. O anestesiologista poderá manter a anestesia por quanto tempo for necessário, através da administração do anestésico pela veia ou via inalatória.

Como é a volta do paciente à consciência e à sensibilidade após a anestesia?
O anestesiologista deve observar o paciente até que tenham terminados todos os efeitos relacionados com a anestesia administrada.
Para isto, há um setor especial, onde a maioria dos pacientes permanece após a anestesia e a cirurgia - a Sala de Recuperação Anestésica - (RPA) - onde o paciente será observado de maneira contínua até a alta para a enfermaria ou para casa.

Qual o risco de uma Anestesia?
 São muito raros, atualmente, os acidentes ou complicações de uma Anestesia. Com instrumental, técnicas, conhecimentos e medicamentos modernos, o Anestesiologista reduz ao máximo os riscos de acidentes anestésicos. O Anestesiologista, além do conhecimento e da especialização médica empregará toda sua perícia e experiência clínica para o sucesso completo do tratamento.

Por que o medo da Anestesia?
Todas as pessoas tem medo do desconhecido. É como viajar de avião. Quem nunca o fez, morre de medo. Outros, mesmo viajando sempre, também se preocupam. Mas
milhares de vôos são realizados, no mundo todo, na mais absoluta segurança. Os poucos acidentes que acontecem são matéria para a imprensa divulgar com estardalhaço. Isso ajuda as pessoas a terem mais medo. A mesma coisa acontece na anestesia: há medo do desconhecido e muitas divulgações alarmistas de raros acidentes. Como nas viagens de avião, diariamente anestesiologistas qualificados aplicam milhares de anestesias, em todo o mundo, com toda a segurança. É bem por isso que você deve exigir que somente Anestesiologista qualificado o examine antes da operação, o oriente e faça a sua anestesia. Assim você pode evitar ou diminuir o medo da anestesia. Ouvir explicações sinceras e seguras reduz muito a ansiedade.

Quando o paciente pode ser liberado para casa sem internação?
No caso de pós-operatório de pacientes submetidos a cirurgias ou procedimentos ambulatoriais, o paciente tem alta hospitalar com segurança, após permanecer na Sala de Recuperação por um período de observação. O paciente e seu acompanhante são instruídos em relação a sinais e sintomas que podem ocorrer no pós-operatório.

Após a alta hospitalar, não deixe de consultar seu anestesiologista sobre quaisquer dúvidas e ocorrências no seu pós-operatório e no período de recuperação. O anestesiologista sempre estará, disposto a esclarecer suas dúvidas. Se precisar, não deixe de procurá-lo!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Salve vidas: Higienize suas mãos!

Um simples ato que pode salvar vidas

Higienização das mãos
Um simples ato que pode salvar vidas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o dia  5 de maio como o Dia Mundial de Higiene das Mãos, pois a prática ainda é a uma das principais formas de prevenção contra a disseminação de microrganismos no ambiente hospitalar.

Como primeiro desafio global, a OMS propôs a campanha “Salve Vidas: Higienize as Mãos”, que tem como
objetivo melhorar a higienização das mãos e reduzir  as infecções relacionadas à assistência à saúde, promovendo a segurança de pacientes, profissionais e demais usuários nos serviços de saúde.

Os hospitais estão equipados com pias e sabão em diversos locais, além dos dispensadores  de álcool gel. O álcool gel é um recurso muito importante, pois tem grande eficácia. Não necessita secar as mãos, além da facilidade de acesso e manuseio do produto.



A transmissão de microrganismos ocorre em uma sequência de eventos:
1- Os microrganismos estão presentes nas pessoas (em pacientes e profissionais de saúde) e nos ambientes.
2- O profissional contamina suas mãos ao tocar o paciente ou uma superfície próxima.
3- Se o profissional não higienizar as mãos adequadamente, esses microrganismos podem ser transferidos para outro paciente ou para outra superfície.

Outras ações devem ser  realizadas com o intuito de prevenir infecções, como o controle da temperatura corporal, analgesia adequada, administração de antibioticoprofilaxia e cuidados na transfusão e reposição
volêmica.

Sua participação vai fazer diferença no todo.

Lembre-se de lavar as mãos!



Fonte: http://www.anestesiasegura.com/
          http://www.hiae.br

terça-feira, 27 de abril de 2010

10 Objetivos para Cirurgia Segura

10 Objetivos para Cirurgia Segura



1.O time deve operar o paciente correto no local correto.
2.O time usara métodos conhecidos para prevenção de dano pela administração de agentes anestésicos e ao mesmo tempo impedir que o paciente sinta dor.
3.O time reconhecera e efetivamente se preparara para risco nos manuseios das vias aéreas ou perda da função respiratoria.
4.O time reconhecera efetivamente e se preparara para grande perda sanguinea.
5.O time evitara a indução de reações alérgicas ou efeitos adversos pelo qual o paciente tem risco.
6.O time usara consistentemente métodos para diminuir os riscos de infecção no sitio operatorio.
7.O time previnira o esquecimento de instrumental, gazes ou compressas na ferida operatoria.
8.O time identificara todos os precedimentos cirurgicos realizados.
9.O time efetivamente se comunicara e trocara informações criticas para condução segura da operação.
10.O Hospital e o Sistema Publico de Saude estabelecerao rotina de  vigilancia da capacidade cirurgica e seus resultados