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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Dia do enólogo!

Parabéns aos profissionais que valorizam o prazer de um belo vinho!


A Enologia é uma ciência moderna que reúne o conhecimento científico relativo a diversas áreas para se estudar os fenômenos relativos ao vinho. As disciplinas de base para a formação do enólogo incluem a entomologia, fisiologia, matemáticaestatísticageologia,botânicamicrobiologiafísicamarketingeconomiaclimatologia,química, etc. Além das disciplinas voltadas para a prática da enologia como a vinificaçãoviticultura, marketing de vinhos, operações unitárias relacionadas a elaboração do vinhos, controle de qualidade eanálise sensorial.
Existem pouquíssimas Faculdades de Enologia na América do Sul. Segundo alguns, a melhor delas localiza-se em MendozaArgentina. No Brasil, existem somente duas, sendo uma em Bento Gonçalves -RS e a outra em Petrolina - PE, ambas oferecidas no Centro Federal de Educação Tecnológica - CEFET. Não confundir com viticultura, que estuda somente o cultivo da uva para o vinho e vinicultura, que concentra os aspectos culturais em torno do vinho.
O enólogo é um profissional com características definidas, dentro do perfil ocupacional da indústria, voltado acentuadamente para as tarefas de coordenação, supervisão e execução. Responsável pela produção e por todos os aspectos relacionados com o produto final, o vinho. Muitas vezes, o enólogo exerce também funções de vendedor e assume a parte de marketing relacionado com o produto que concebe. Tarefa árdua, mas compensada pela possibilidade de produzir e beber verdadeiras jóias produzidas pelo homem.
Para ilustrar, seguem alguns vinhos bebidos por nós pelo mundo e que marcaram seu momento...
Viña del Mar, Chile

Saint-Malo, França

Vinícola Zuccardi, Mendoza, Argentina

Mendoza, Argentina

Paris, França

Bouvignies, França


sábado, 12 de junho de 2010

Comer, Beber, Viver

GRAFFIGNA

Vista: Rojo violáceo intenso
Nariz: Frutas rojas clavo, canela, ahumado, vainilla
Boca: Sabroso, equilibrado, con toque de madera nueva que se ensambla con los taninos
Guarda: Listo para beber, pero se recomienda una guarda de 8 años... ótimo...vamos beber com 5 anos

Uva: 100% Malbec
Cosecha: 2005
Región de Cultivo: Valle del Pedernal, San Juan, Argentina A 1.400 m sobre nivel del mar
Maceración con Hollejo: 21 Días
Fermentación Alcohólica: 7 días

Añejamiento en Roble: 50% en roble francés y 50% en roble americano durante 12 meses

Maduración en Botella 6 meses

sábado, 17 de abril de 2010

O que beber





Vinho italiano tinto de mesa seco, elaborado com uvas viníferas da variedade Nero D'Avola, Perricone e Nerello Mascalese. Possui cor vermelho rubi vivo, com nuances tendendo ao grená, e aroma intenso, complexo, característico, etéreo e sutil com o passar dos anos. Seu sabor seco, aveludado, pleno, com fortes nuances, agradável, equilibrado, vivo e de textura personalísima, é excelente para acompanhar carnes grelhadas, assados, caças e queijos de meia cura.



Il Corvo Rosso, della Vini Corvo , è un vino siciliano di Indicazione Geografica Tipica (IGT). Prodotto con uve Nero d'Avola, Nerello Mascalese e Pignatello, cultivar rappresentative dell'isola, coltivate sulle calde e soleggiate colline dell'entroterra agrigentino e nisseno, per dar vita al rosso classico siciliano. Come avviene per diversi vini siciliani della Corvo, anche questo vino è affinato in botti di rovere.
Nella degustazione, questo vino siciliano, ha un colore rosso rubino vivace con lievi sfumature tendenti al granato. Il profumo è intenso, complesso, fruttato di marasca, etereo e piacevole. Il sapore è asciutto, pieno, piacevolmente vinoso, equilibrato, sapido e persistente.
Questo vino siciliano eccelle con la carne alla griglia, gli arrosti, la selvaggina da penna e i formaggi a media stagionatura.


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Finis Terrae

Um brinde aos seguidores anônimos!


Tim Tim...

Hoje fiz questão de tomar um ultra premium da Vinícola Cousino Macul. Era a última garrafa trazida diretamente da vinícola numa viagem de saber e amor em 2006. Safra 2004, da idade de Cecília! Ufa, tomei miha filha goela abaixo!

Céline, que já tinha quebrado uma das taças da Concha Y Toro e por isso se tornou a quebradora oficial de taças de cristal, provou o bouquet, sentiu o sabor, bochechou e, infelizmente devido aos seus 9 anos, cuspiu! Mas teve boa impressão do vinho. Viu que parecia mais negro do que os degustados em Mendoza. Camille permaneceu no msn...

Hum, senti o sabor de andar pela vinícola e lembrei do quanto bebemos na degustação.. Se pensavam que beberíamos pouco por ser ainda 10 da manhã... erraram..... tomamos todas as taças possíveis na degustação.... foi a primeira vez que vimos uma uva cabernet.

Eis o link da vinícola.... Finis Terrae

Se não foi vá.
Se não bebeu, beba

sábado, 23 de janeiro de 2010

Cave Geisse




Cave Geisse é premiado como o melhor espumante da América do Sul

O concurso de vinho francês VINALIES INTERNATIONALES 2009 premiou um único espumante na América do Sul com a medalha de ouro: o Cave Geisse Brut, produzido pela Vinícola Cave de Amadeu -Geisse.

No quesito de candidatos, o concurso prova o quanto o mundo do vinho é distinto e amplo, pois contou com 3048 amostras de 41 países participantes. O louro máximo, que é dada para vinhos acima de 86 pontos, foi concedida apenas para nove vinhos na América do Sul, oito ficaram para o Chile e um para o Brasil. Outro dado que merece destaque é que, de todos os países participantes, apenas o Brasil (1), Espanha (1 ), França (37), Itália (1 ) e Canadá (1) obtiveram medalha de ouro com seus espumantes.

Este tipo de reconhecimento e premiação mostra que os vinhos do Brasil tem melhorado muito e que temos uma grande vocação para os espumantes.


Postado por j.mazur


Em busca desse maná...ainda não consegui provar!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

In Vino Omnia Vincit

In Vino Omnia Vincit

Amigos interessados na troca de sabores e experiência vinícolas. Afinal de contas...O vinho vence todas as coisas!

domingo, 2 de agosto de 2009

Wine Spectator indica 14 restaurantes brasileiros

A revista Wine Spectator do mês de agosto traz o Annual Restaurant Awards com uma lista de 3845 restaurantes ao redor do mundo e nela estão 14 restaurantes brasileiros, reconhecidos por sua carta de vinho. São eles:

A Figueira Rubayat: Rua Haddock Lobo, 1738, São Paulo, SP

Amadeus: Rua Haddock Lobo, 807, São Paulo, SP

Baby Beef Rubayat: Alameda Santo, 86, São Paulo, SP

Churrascaria Vento Argano: Av. Rebouças 1001, São Paulo, SP

Fogo de Chão: Rua Sergipe, 1028 em Belo Horizonte, MG

Fogo de Chão: SMS Quadra 5 bloco E, Asa Sul, Brasília.

Fogo de Chão: Av. dos Bandeirantes 538, São Paulo, SP

Fogo de Chão: Av. Moreira Guimarães, 964, São Paulo, SP

Fogo de Chão: Av. Santo Amaro, 6824, São Paulo, SP

Oliveto Restaurante e Enoteca: Av.Cell Silva Telles, 843, Campinas, SP

Porto Rubayat: Rua Leopoldo Magalhães, 1142, São Paulo, SP

Taste-Vin: Rua Curitiba 2105, Belo Horizonte, MG

Vinheria Percussi: Rua Cônego Eugênio Leite, 523, São Paulo, SP

Fonte: Enoblog Nosso vinho

sábado, 1 de agosto de 2009

Vinhos de baixo custo

Tudo bem que não é todo dia que queremos gastar uns 100 cruzeiros num bom vinho.
Confesso que estou sempre de olho em promoções e procuro comprar pela internet, pois são valores mais em conta, com a comodidade de entrega em casa no caso de vinhos de maior valor.

mas sabe aquele vinho do dia a dia... que serve para acompanhar uma massa caseira ou depois de um longo dia de plantão...

Achei num blog uma análise com sugestões de baixo custo. Não vao servir para comemorações, mas, pelo menos, devem reduzir o risco da enxaqueca...

TINTOS

Salton Classic Tannat
Rio Grande do Sul, Brasil - de R$ 11,00 a R$ 15,00
Da linha mais simples da Salton. Correto, bem vinificado. Seu preço é imbatível, seus taninos melhoram se acompanhados de um churrasquinho informal no clube.

Pupilla Carmenère
Vale Colchagua, Chile - R$ 16,00
A uva-símbolo do Chile, seja lá o que isso queira dizer, num dos tintos de melhor custo-benefício da paróquia, produto da bodega Luis Felipe Edwards. Taninos bem resolvidos, frutas vermelhas e uma especiaria de leve. Resolve a vida e se encontra fácil em supermercados.

Rio Sol Cabernet Sauvignon/Syrah 2006
Vale do São Francisco, Pernambuco, Brasil - R$ 18,90
Este tinto nacional foi escolhido pelo júri da última Expovinis (feira de vinho realizada anualmente em São Paulo), em uma degustação às cegas, como o melhor tinto nacional. Concorreu com outros 39 rótulos, a maioria de preço mais elevado. Sou co-responsável: participei do júri. Tem uma fruta muito madura, típica de uma região ensolarada como aquela, mas um bom equilíbrio e acidez presente. Um achado de Pernambuco, uma região pouco provável alguns anos atrás.

Cono Sur Bicicleta Pinot Noir 2006
Vale Central, Chile - de R$ 21,00 a R$ 24,00
Vinícola com preocupações ambientais e certificada pela agricultura orgânica. Difícil recomendar um pinot noir do dia-a-dia, mas a correta linha bicicleta tem varietais que primam pela qualidade. Agradável, corpo médio (como se espera de um pinot) aromas leve de cereja. Outra dica da mesma linha é o branco da uva riesling.

Emiliana, Cabernet Sauvignon
Valle Rapel, Chile – de R$ 21,00 a R$ 24,00
Esta vinícola também alia vinhedos orgânicos com rótulos de grande produção. Tinto com um nariz mais presente que a boca, que é mais ralinha, mas agradável. Um cabernet sauvignon mais para o lado da juventude, da fruta fresca. Se ajeitou bem com uma massa com molho de carne.

Periquita 2004
Terras do Sado, Portugal - R$ 24,00
O tinto português mais vendido no país. Desde a safra de 2001 modernizou seu corte e ficou mais macio e fácil de beber. Resultado da adição de uma porcentagem maior das castas aragonês e trincadeira à tradicional uva castelão (a periquita), que dá a grande personalidade deste vinho.

Don Roman Tempranillo 2005
Rioja, Espanha - R$ 29,90
Este espanhol está sempre presente em listas de vinhos de bons preços. Mais que correto, tem um bom volume na boca, aromas presentes de especiarias e tostados gostosos. Nos restaurantes do chef e proprietário do La Vecchia Cucina e La Pasta Gialla, Sergio Arno, são servidos com o nome de Arno no rótulo. Foi escolhido por Veja São Paulo como boa opção de custo-qualidade entre os rótulos personalizados dos restaurantes da cidade.

.com 2005
Alentejo, Portugal - R$ 29,90
Com este nome no rótulo, não podia faltar nesta lista do blog do vinho. Uma mistura das cepas portuguesas trincadeira e aragonez com a francesa cabernet sauvignon e a “francesa de alma lusitana” alicante bouschet. O produtor Monte dos Cabaços (é isso mesmo, gente, não errei) faz um vinho moderno, quente, ao gosto do consumidor atual.

Los Vascos Cabernet Sauvignon
Vale Colchagua, Chile - R$ 30,00
Frutado e bem feito cabernet chileno com boa acidez, álcool controlado e aquele toque amentolado chileno. Um estilo que não muda. Sempre um boa pedida e, além do mais, sempre dá para dizer que está diante de um Barons de Rothschild.

Los Cardos Malbec 2006
Luján de Cuyo, Argentina - R$ 30,00
Tinto da vinícola Doña Paula que abriu a coleção de livros Vinhos do Mundo, Adega VEJA, da qual ajudei a selecionar: macio, bom de nariz, redondo na boca, nem um pouco enjoativo, como às vezes acontece com a malbec.

Le Bateaux Syrah 2006
Languedoc, França - R$ 35,00
Raro tinto francês na linha bom e barato. Best buy da revista americana Wine Spectator. Não é à toa, tem aquela perceptível especiaria da syrah com frutas bem maduras e a chancela da Domaines François Lurton.

Trio Merlot, Carmenère, Cabernet Sauvignon 2007
Valle Central, Chile – de R$ 37,00 R$ 39,90
Esta linha da gigante Concha y Toro é sempre resultado da mistura de três variedades (daí o nome), a primeira domina o corte, no caso aqui, a merlot. Apesar do preço fora da proposta inicial foi incluído só para chamar atenção de um pequeno detalhe. Muitas vezes, estes cortes por preço (no caso até 35 reais) em uma lista de v
inhos deixam de fora rótulos bem bacanas. Por 2 ou 4 reais a mais, você tem na taça um tinto saboroso, macio, com notas de chocolate - resultado de um trabalho criterioso do enólogo. Pense nisso também na hora da compra, para menos e para mais.

Fonte: Roberto Gerosa

domingo, 24 de maio de 2009

Vinhos




Vencedor melhor vinho tinto nacional Expovinis 2009

Salton Talento
Produtor: Salton
Safra: 2005 Tipo: Seco Variedade: Merlot Variedade: Tannat Variedade: Cabernet Sauvignon
Descrição do produto
Elaborado com as uvas Cabernet Sauignon, Merlot e Tannat.Límpido com coloração roxo intenso. Com características especiais do terroir, bouquê de frutos roxos e de bosque, notas de cedro, menta, café, chocolate e tabaco, na boca elegante, concentrado, muita fruta com bom corpo, taninos suaves e volumosos, final persistente e harmônico.
Harmonizações
Carnes vermelhas, caça, queijos fortes e massas com molho vermelho.
Serviço de Temperatura: de 16 a 18 º C.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Comer, beber, viver 2


COMBINAÇÕES DE VINHOS COM ALIMENTOS

                   APERITIVOS: brancos secos (Chardonnay, Gewürztraminer), tintos  leves (Beaujolais), espumantes secos e meio-secos, vinhos doces naturais (Banyuls) e fortificados (Porto);

                  ENTRADAS FRIAS E SALADAS: brancos secos (Sauvignon Blanc), rosés secos e meio-secos (Tavel);

                  ENTRADAS QUENTES, PIZZA E QUICHES: brancos secos (Riesling seco), rosés secos e tintos leves (Beaujolais, Merlot,

                  Valpolicella, Dolcetto) e mais encorpados (Malbec, Rioja, Shiraz);

                  FRUTOS DO MAR: brancos secos (Bordeaux, Pinot Gris, Sauvignon Blanc) e suaves (Chardonnay, Gewürztraminer), verdes, rosés secos e espumantes secos;

                  FRIOS: brancos secos (Bourgogne, Muscadet, Sancerre), rosés secos e meio-secos Tavel) e tintos leves (Beaujolais, Merlot);

                   PATÊS: brancos suaves (Riesling, Chardonnay), tintos encorpados (Barbaresco, Bordeaux) e espumantes secos;

                  COZINHA JAPONESA: brancos secos (Sauvignon Blanc, Riesling) e leves (Chardonnay, Gewürztraminer), rosés (Tavel), tintos leves (Barbera, Beaujolais);

                  COZINHA CHINESA: brancos leves (Pouilly-Fuissé) e secos (Riesling), rosés (Tavel), tintos leves (Barbera, Beaujolais);

                   MASSAS COM FRUTOS DO MAR: brancos secos (Sauvignon Blanc, Soave), tintos leves (Beaujolais);

                  MASSAS COM MOLHO BRANCO: brancos secos (Chardonnay, Orvieto);

                  MASSAS COM MOLHO VERMELHO: tintos leves (Barbera, Beaujolais);

                   PEIXES GRELHADOS: brancos secos (Bordeaux, Bourgogne) e suaves (Gewürztraminer, Chardonnay), verdes, rosés secos, tintos leves (Bourgogne), espumantes secos;

                  PEIXES COM MOLHO: brancos secos (Pinot Gris, Pouilly-Fuissé) e suaves (Chardonnay), rosés secos, tintos leves (Bourgogne), espumantes secos;

                  CARNES BRANCAS E AVES: brancos leves (Chardonnay, Gewürztraminer), secos (Bordeaux), rosés secos, tintos leves (Beaune, Merlot), espumantes secos;

                  CARNES VERMELHAS GRELHADAS: tintos leves (Chianti, Ribera del Duero, Valpolicella),  e encorpados (Barolo, Barbaresco, Malbec), espumantes;

                  CARNES VERMELHAS COM MOLHOS: tintos leves (Barbera, Rioja), e encorpados (Bordeaux, Hermitage, Pinot Noir, Shiraz), espumantes;

                  CARNES DE CAÇA: tintos encorpados (Cabernet Sauvignon, Brunello di Montalcino,  Barolo, Shiraz, Châteauneuf-du-Pape, Douro);

                  QUEIJOS SUAVES: brancos secos (Sauvignon Blanc), rosés meio-secos (Tavel), tintos leves (Beaune, Merlot, Dolcetto) e espumantes;

                  QUEIJOS FORTES: brancos suaves (Pouilly-Fuissé), fortificados (Porto Vintage) e doces (Sauternes), tintos encorpados (Barbera, Bordeaux, Cabernet Sauvignon), espumantes;

                  SOBREMESAS COM FRUTAS E CREMES: rosés meio-secos (Tavel), verdes, fortificados (Sauternes) e espumantes secos e meio-secos;

                  SOBREMESAS COM CHOCOLATES, BOLOS: brancos suaves e doces (Banyuls), fortificados (Tokaji).