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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Controversies in the Anesthetic Management of the Obese Surgical Patient


Controversies in the Anesthetic Management of the Obese Surgical Patient

Controversies in the Anesthetic Management of the Obese Surgical Patient.jpg
Controversies in the Anesthetic Management of the Obese Surgical Patient
Editors: Yigal Leykin, Jay B. Brodsky

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sábado, 18 de setembro de 2010

Dos brasileiros, 10% preferem gelatinas como sobremesa.

 versus



Escolha da sobremesa é um fator de peso para obesidade e doença cardíaca


Uma pesquisa inédita com 2.700 homens e mulheres, de 18 a 80 anos, em 14 estados do país pode ajudar a entender por que o brasileiro está engordando em ritmo acelerado e registrando cada vez mais doenças cardiovasculares.
Segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) e apresentado ontem no XIV Congresso Brasileiro de Nutrologia, em São Paulo, na hora de escolher a sobremesa, 69% preferem chocolates, gelatinas, pudins e outras gulodices bem açucaradas. Somente 26% optam pelas frutas e apenas 5% dispensam esse prato depois das refeições.
O problema, afirmam médicos, não é a sobremesa em si, mas a preferência por alimentos ricos em açúcar e carboidrato refinado; um hábito preocupante e nocivo. No Rio, por exemplo, entre as três primeiras opções de sobremesa aparecem pudim, doce de leite e torta doce, respectivamente. Em Minas, o doce de leite é o campeão. Uai, mas porque é bão mesmo!
Vale lembrar que quase a metade da população brasileira com 20 anos ou mais (49%) apresenta excesso de peso e 14,8% estão obesos, segundo a última Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009, do IBGE. O sobrepeso já atinge uma em cada três crianças de 5 a 9 anos.
Do total de sobremesas citadas nas entrevistas:
- as frutas correspondem a apenas 26%. 
- os doces são divididos em chocolate (13%), gelatina (10%), pudim (9%), doce de fruta (9%), doce de leite (8%), bala (4%) e outros doces (3%). 
No Brasil, a obesidade já atinge 14,3% das crianças e é frequente em todas as regiões, faixas etárias e de renda. E estudos mostram que o abuso no consumo de alimentos açucarados e refinados aumenta o risco do que os médicos chamam hiperglicemia pós prandial, o aumento súbito da glicose no sangue, um importante fator de risco para infarto e derrame;
A alimentação diária deve ter pelo menos cinco porções de frutas e verduras, grãos e produtos integrais, e menos gorduras trans e carboidratos refinados.
AGÊNCIA O GLOBO

Doe que a vida devolve!



Trata-se de uma associação sem fins lucrativos que ajuda o Hospital Universitário em suas dificuldades materiais mais urgentes, a fim de que não haja prejuízo para a saúde da população em momentos  de crise financeira. Como a maioria dos HU's, que são Hospitais Federais, só recebem do Governo Federal o equivalente a 10% de todas suas despesas.

Próximos evento: Jantar Beneficente dia 20 de setembro de 2010, no MS Buffet, às 20h.

Doe um leito! Participe da campanha para compra e doação de leitos especiais para pacientes obesos mórbidos que são submetidos a cirurgias de gastroplastia no HU UFES!

Mais detalhes: 
http://www.sobemhu.org/home/