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sábado, 25 de maio de 2013
Harrison's Pulmonary and Critical Care Medicine
Harrison's Pulmonary and Critical Care Medicine
Download aqui:
http://www.mediafire.com/?ahjl5a62x9ao7xk
quarta-feira, 22 de maio de 2013
App Euroanesthesia 2013
Vai ao Congresso Europeu de Anestesiologia 2013?
Faça o download do app ESA 2013 e crie a sua própria agenda no congresso!
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terça-feira, 21 de maio de 2013
Current Concepts in the Management of the Difficult Airway
Current Concepts in the Management of the Difficult Airway
by Carin A. Hagberg, MD
Gestão da via aérea difícil continua sendo uma das tarefas mais importantes e desafiadoras para os anestesistas. Esta revisão enfoca vários dispositivos alternativos de gestão das vias aéreas / técnicas e suas aplicações clínicas, com particular ênfase para a via aérea difícil ou falha de seu manuseio.
Current Concepts in the Management of the Difficult Airway
sábado, 18 de maio de 2013
Ventilação não invasiva previne reintubação.
Noninvasive ventilation immediately after extubation improves weaning outcome after acute respiratory failure: a randomized controlled trial
Susana R Ornico1, Suzana M Lobo1, Helder S Sanches1, Maristela Deberaldini1,Luciane T Tófoli1, Ana M Vidal1, Guilherme P Schettino2, Marcelo B Amato2, Carlos R Carvalho2 and Carmen S Barbas2*1 Department of Critical Care, Hospital de Base de São José do Rio Preto, Av.Brigadeiro Faria Lima 5544, Sao Jose do Rio Preto, Post Code: 150921-240, Brazil
2 Department of Pulmonary and Critical Care, University of Sao Paulo Medical School, Av. Dr Eneas de Carvalho Aguiar 44-2 andar, Sao Paulo, Post Code: 05403-900, Brazil
Abstract
Introduction
Noninvasive ventilation (NIV), as a weaning-facilitating strategy in predominantly chronic obstructive pulmonary disease (COPD) mechanically ventilated patients, is associated with reduced ventilator-associated pneumonia, total duration of mechanical ventilation, length of intensive care unit (ICU) and hospital stay, and mortality. However, this benefit after planned extubation in patients with acute respiratory failure of various etiologies remains to be elucidated. The aim of this study was to determine the efficacy of NIV applied immediately after planned extubation in contrast to oxygen mask (OM) in patients with acute respiratory failure (ARF).
Methods
A randomized, prospective, controlled, unblinded clinical study in a single center of a 24-bed adult general ICU in a university hospital was carried out in a 12-month period. Included patients met extubation criteria with at least 72 hours of mechanical ventilation due to acute respiratory failure, after following the ICU weaning protocol. Patients were randomized immediately before elective extubation, being randomly allocated to one of the study groups: NIV or OM. We compared both groups regarding gas exchange 15 minutes, 2 hours, and 24 hours after extubation, reintubation rate after 48 hours, duration of mechanical ventilation, ICU length of stay, and hospital mortality.
Results
Forty patients were randomized to receive NIV (20 patients) or OM (20 patients) after the following extubation criteria were met: pressure support (PSV) of 7 cm H2O, positive end-expiratory pressure (PEEP) of 5 cm H2O, oxygen inspiratory fraction (FiO2) ≤ 40%, arterial oxygen saturation (SaO2) ≥ 90%, and ratio of respiratory rate and tidal volume in liters (f/TV) < 105. Comparing the 20 patients (NIV) with the 18 patients (OM) that finished the study 48 hours after extubation, the rate of reintubation in NIV group was 5% and 39% in OM group (P = 0.016). Relative risk for reintubation was 0.13 (CI = 0.017 to 0.946). Absolute risk reduction for reintubation showed a decrease of 33.9%, and analysis of the number needed to treat was three. No difference was found in the length of ICU stay (P = 0.681). Hospital mortality was zero in NIV group and 22.2% in OM group (P = 0.041).
Conclusions
In this study population, NIV prevented 48 hours reintubation if applied immediately after elective extubation in patients with more than 3 days of ARF when compared with the OM group.
Aula sobre ventilação não invasiva no intra-operatório, clique aqui:
IV Encontro Multidisciplinar SOESTI
Para chegar lá, siga pela BR 101, partindo de Vitória! São 135 km em duas horas.
sábado, 11 de maio de 2013
Prescrição de antibióticos poderá ser feita com receita comum em duas vias!
Prescrição de antibióticos poderá ser feita com receita comum em duas vias!
Houve má interpretação da delibração da ANVISA sobre o tipo de receita necessária para prescrição de antibióticos, como citado no post Prescrição de antibióticos com receita de controle especial em duas vias.
A prescrição de antibióticos pode ser feita com receita comum, desde que ela tenha os dados necessários do paciente e do medicamento e seja feita em duas vias.
O esclarecimento foi feito ontem pelo CFM (Conselho Federal de Medicina). A entidade convocou reunião com a diretoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para discutir pontos da resolução que passou a valer em 28 de novembro de 2010.
De acordo com as novas regras, que valem para todos os antibióticos (pomadas, soluções orais e comprimidos), a compra só pode ser feita com a retenção da receita. A resolução também exige que a venda desses produtos seja registrada.
Segundo o CFM houve relatos de médicos com dificuldades para manter em seus consultórios receituários especiais de medicamentos controlados.
De acordo com a Anvisa, não é preciso adotar receita especial. Segundo a agência, houve uma confusão por parte dos profissionais de saúde, que entenderam que seria necessário um modelo específico de receita.
O texto da resolução diz que a venda de antimicrobianos "somente poderá ser efetuada mediante receita de controle especial, sendo a primeira via retida no estabelecimento farmacêutico e a segunda devolvida ao paciente." A receita pode ser um impresso comum. Só é preciso que tenha as informações e seja em duas vias.
É diferente da receita de cor amarela ou azul, com numeração emitida pela Vigilância Sanitária e especial para substâncias como psicotrópicos ou entorpecentes.
A Anvisa também lançou um documento com perguntas e respostas, para esclarecer outras dúvidas sobre a medida.
PERGUNTAS E RESPOSTAS
1 Qual é, afinal, o modelo de receita para venda de remédios antimicrobianos?
A resolução não estabeleceu um modelo específico, indicando apenas as informações mínimas obrigatórias. A receita deve ter:
o nome do medicamento ou da substância dosagem ou concentração,e quantidade; nome do profissional com sua identificação profissional, endereço, telefone, assinatura e marcação gráfica (carimbo); identificação do usuário; identificação do comprador; data da emissão e identificação do registro de dispensação. A receita deve ter duas vias -uma ficará retida na farmácia e a segunda deve ser devolvida ao paciente como comprovante do atendimento.
2 Qual a validade da receita?
Dez dias em todo território nacional.
3 O médico poderá prescrever diferentes medicamentos na mesma receita?
Não há limites de quantos medicamentos diferentes podem ser prescritos em uma única receita. Porém, a receita deve ser usada uma única vez.
4 Existe uma quantidade máxima de unidades que podem ser vendidas por receita?
Não. A quantidade deve estar de acordo com a prescrição.
5 As farmácias e drogarias poderão vender esses remédios por meio remoto?
Somente farmácias e drogarias abertas ao público, com farmacêutico responsável presente durante todo o horário de funcionamento, podem realizar a dispensação de medicamentos solicitados por meio remoto como telefone, fac-símile (fax) e internet. É imprescindível a apresentação, avaliação e retenção da receita pelo farmacêutico para a dispensação desses medicamentos, mesmo solicitados à distância.
6 A venda poderá ser feita em quantidade maior ou menor que a prescrita na receita?
A venda, sempre que possível, deve atender exatamente à quantidade receitada. No caso da inexistência de embalagem fracionável ou que não contemple exatamente o tratamento prescrito, poderá ser vendida a embalagem imediatamente superior em quantidade.
1 Qual é, afinal, o modelo de receita para venda de remédios antimicrobianos?
A resolução não estabeleceu um modelo específico, indicando apenas as informações mínimas obrigatórias. A receita deve ter:
o nome do medicamento ou da substância dosagem ou concentração,e quantidade; nome do profissional com sua identificação profissional, endereço, telefone, assinatura e marcação gráfica (carimbo); identificação do usuário; identificação do comprador; data da emissão e identificação do registro de dispensação. A receita deve ter duas vias -uma ficará retida na farmácia e a segunda deve ser devolvida ao paciente como comprovante do atendimento.
2 Qual a validade da receita?
Dez dias em todo território nacional.
3 O médico poderá prescrever diferentes medicamentos na mesma receita?
Não há limites de quantos medicamentos diferentes podem ser prescritos em uma única receita. Porém, a receita deve ser usada uma única vez.
4 Existe uma quantidade máxima de unidades que podem ser vendidas por receita?
Não. A quantidade deve estar de acordo com a prescrição.
5 As farmácias e drogarias poderão vender esses remédios por meio remoto?
Somente farmácias e drogarias abertas ao público, com farmacêutico responsável presente durante todo o horário de funcionamento, podem realizar a dispensação de medicamentos solicitados por meio remoto como telefone, fac-símile (fax) e internet. É imprescindível a apresentação, avaliação e retenção da receita pelo farmacêutico para a dispensação desses medicamentos, mesmo solicitados à distância.
6 A venda poderá ser feita em quantidade maior ou menor que a prescrita na receita?
A venda, sempre que possível, deve atender exatamente à quantidade receitada. No caso da inexistência de embalagem fracionável ou que não contemple exatamente o tratamento prescrito, poderá ser vendida a embalagem imediatamente superior em quantidade.
Autor/Fonte: Anvisa
sábado, 4 de maio de 2013
Algumas regras de ouro em anestesiologia
As regras de ouro em anestesiologia
Segurança e qualidade nos são exigidas a cada procedimento. Para obtê-las, tenha sempre em mente algumas regras de ouro!
1.Conheça e prepare o paciente adequadamente
Não é prudente anestesiar qualquer pessoa com várias comorbidades.Deve-se obter informações suficientes sobre os medicamentos que o paciente está recebendo a fim de buscar interação medicamentosa desses medicamentos com anestésicos. Alguns simples, mas outros bem complexos e, por vezes, perigoso. Prepare seu paciente, corrija desidratação, anemia grave, diabetes, insuficiência cardíaca, hipertireoidismo. Identificar doenças pré-existentes ajuda o anestesista na estratificação de risco adequada dos casos para um plano adequado da técnica de anestesia.Explicação detalhada da anestesia deve ser oferecida ao paciente e um consentimento informado deve ser obtido.
2. Mantenha o jejum adequado, mesmo para anestesia local
Se houver náuseas e vômitos, menos provável de estar cheio seu estômago. No caso de falha da anestesia local ou toxicidade com envolvimento do SNC pelos anestésicos locais, podemos ter que administrar anestesia geral ou mesmo ressuscitar o paciente. Mais seguro de estômago vazio!
3. Conheça o material a sua volta e use mesa cirúrgica adequada
Mesmo se estiver de jejum, ele pode vomitar. Você deve ser capaz de mudar a posição da mesa, posicionando a cabeça para o lado e cabeça e tronco para baixo. Assim, será menor a chance de aspiração.
4. Verifique os seus medicamentos e equipamentos
Antes do cada início da anestesia, especialmente se você estiver usando equipamentos mais complexos ou fora do seu uso rotineiro. Equipamentos para preservar a via aérea deve estar pronto ao lado das drogas. Fármacos para tratar situações de emergência devem estar disponíveis e identificados. Os aparelhos de anestesia e os monitores devem ser verificados de acordo com rotina de verificação dos protocolos do serviço.
5. Mantenha o aspirador de secreções pronto para uso
Ao pensar na técnica anestésica adequada ao seu paciente, lembre-se sempre do seu aspirador
6. Mantenha vias aéreas abertas
Pode ser obstruída a qualquer momento durante a sedação. Tenha cânulas de Guedel de vários tamanhos e cânulas nasofaríngeas à sua disposição. Teste seu laringoscópio na sua chegada à sala operatória e reveja os tamanhos de máscaras laríngeas e tubos orotraqueais aos seu dispor.
7. Seu paciente pode necessitar ser ventilado
Tenha um dispositivo bolsa-válvula-máscara com reservatório ligado ao oxigênio. Pode precisar entubar o paciente, portanto laringoscópio, tubos traqueais, introdutores e cateteres devem estar testados.
8. Tenha acesso venoso garantido
Sempre pense no calibre de forma proporcional ao ato, mas também de forma proporcional às complicações possíveis. Para infusão rápida de fluidos, escolha veias periféricas. Acesso venoso central, deixe para drogas.
9. Monitor de pulso e pressão arterial são necessários, mas não vão dizer tudo
Monitorize continuamente, mas veja os dados pela tendência. Além disso, outras monitorizações serão necessárias para escolha de melhor conduta. Use saturação venosa central, monitorização não invasiva e procure se aprimorar com novas técnicas como ecocardiografia intra-operatória.
10. Sempre tenha alguém na sala que possa fornecer ajuda
Pense em manobra de compressão da cartilagem cricóide na dúvida do jejum. Tenha alguém para aplicar os medicamentos na indução ou ajudar o paciente a se posicionar nas técnicas regionais.
Vigilância acima de tudo! Tem mais sugestões? Deixe seu recado!
Fontes
1)DR.M KHAN SHERIEF, PONKUNNAM, KERALA, India. http://anaesthesiatoday.blogspot.com.br/
2) Primary Anaesthesia Edited by Maurice King, Oxford University Press 1992
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Distribuição de Anestesiologistas Inscritos na II JOVA
Em dez dias, 1000 inscrições!
A II Jornada Virtual de Anestesiologia promete trazer aos seus participantes um resumo das principais discussões do Congresso Europeu de Anestesiologia.
Os palestrantes irão captar os ensinamentos durante o Congresso em Barcelona no início de junho e transmitirão ao vivo pelo site da JOVA em 3 de agosto.
Não se inscreveu?
Siga nas redes sociais as novidades e posteriormente assista as aulas de forma inovadora.
Twitter: @anest_virtual
Facebook: https://www.facebook.com/AnestesiaVirtual
E entre no grupo de discussão Anestesiador para trocar experiências e discussões de nossa prática clínica:
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quinta-feira, 18 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP)
O Ministério da Saúde lançou no início do mes de abril a portaria Nº 529 que institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), que tem por objetivo geral contribuir para a qualificação do cuidado em saúde, incluido a inclusão do tema no ensino técnico, de graduação e pós-graduação.
Para lê-la na íntegra, clique aqui.
Também a ANVISA deixa em Consulta Pública (clique aqui) uma proposta de RDC (Resolução da Diretoria Colegiada) com as possíveis ações para a efetiva implementação do PNSP. A consulta pública está disponível tanto para pessoas jurídicas quanto a pessoa física, de modo que sugestões possam vir a ser estudadas no Comitê de Implementação do PNSP, também criado na referida Portaria 529/2013 MS.
terça-feira, 16 de abril de 2013
domingo, 14 de abril de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Condutas em Anestesia Obstétrica – 1ª edição
Condutas em Anestesia Obstétrica – 1ª edição
EDITORA: Elsevier
PÁGINAS: 320 FORMATO: 13x21cm
EDITORA: Elsevier
PÁGINAS: 320 FORMATO: 13x21cm
PREÇO SUGERIDO: R$ 85,00
Resultado da parceria entre a anestesiologista Dra.
Monica Siaulys e o Grupo Santa Joana, Condutas
em Anestesia Obstétrica é um livro adequado à realidade brasileira que traz
a experiência de 200 mil casos vivenciados em maternidades do país. Aborda a
segurança e a efetividade da prática anestésica em grávidas normais e em
gestações de alto risco e, como manual de bolso, disponibiliza o material
necessário para a consulta rápida do anestesiologista e do residente.
Dra. Monica M. Siaulys é doutora em Anestesia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), diretora do Departamento de Anestesia do Hospital e Maternidade Santa Joana, e responsável pela Anestesia Obstétrica da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
Palestras Dra. Monica
Siaulys no COPA 2013
12/04 -
12h30 às 12h50 - Sulfato de magnésio na pré-eclâmpsia grave: proteção
materno-fetal?
13/04 - 16h40 às 17h10 -
Acretismo placentário: importância dos procedimentos endovasculares.
Ronald Miller e mais livros no COPA 2013
Bases da anestesia – 6ª edição
EDITORA: Elsevier
PÁGINAS: 752 FORMATO: 21x28cm Preço sugerido : R$ 349,00
PÁGINAS: 752 FORMATO: 21x28cm Preço sugerido : R$ 349,00
A nova edição de Bases da Anestesia traz em linguagem clara e concisa os conceitos básicos para a formação em anestesiologia. Atualizado à luz dos últimos avanços na prática clínica, o livro traz novos capítulos sobre cirurgia ortopédica, consciência e segurança do paciente. A obra conta com conteúdo em português do Expert Consult, acervo multimídia da Elsevier que complementa as informações contidas na publicação, e banco de imagens com 294 ilustrações.
Indicado para os residentes de anestesiologia, a
publicação aborda fisiopatologia, farmacologia, anestesia regional, manejo
anestésico e problemas especiais, entre outros temas, em linguagem
clara e concisa. Para facilitar a explicação dos conceitos, além do texto
simples e direto, a nova edição traz ilustrações, tabelas e gráficos em quatro
cores.
Dr. Ronald D. Miller é Professor de Anestesia
e Cuidado Pré-operatório e de Farmacologia Celular e Molecular da Escola de
Medicina da Universidade da Califórnia, dos Estados Unidos.
Dr. Manuel C. Pardo Jr. é Professor de Anestesia
e Cuidado Pré-operatório e Diretor do Programa de Residência em Anestesia da Escola
de Medicina da Universidade da Califórnia, dos Estados Unidos.
PALESTRAS DOS AUTORES NO COPA 2013:
Palestras Dr. Ronald D. Miller, autor de Bases da Anestesia
12/04 - 9h às 9h30 - A
busca da excelência na formação do anestesista.
12/04 - 12h30 às 12h50
-Transfusão maciça e gerenciamento do sangue.
13/04 - 13h20 às 14h40 -
Monitorização não invasiva contínua da Hemoglobina.
13/04 - 14h40 às 15h10 -
Bloqueio neuromuscular residual - A frequência está aumentando?
Palestras Dr. Manuel Pardo, autor de Bases da Anestesia
12/04 - 9h30 às 9h50 -
Usando a tecnologia para melhorar a educação em Anestesia.
13/04 - 9h às
9h25 - Residência em Anestesia nos EUA - Tendências e perspectivas.
13/04 - 17h30 às 17h50 -
Manejo peroperatório do paciente com ARDS
Raquianestesia: Luiz Eduardo Imbelloni
Com coquetel e sessão de autógrafos no dia 13/04, a Editora Elsevier apresenta, no 10º Congresso Paulista de Anestesiologia (COPA), em São Paulo, o lançamento da primeira edição de Raquianestesia, de Dr. Luiz Eduardo Imbelloni.
As publicações podem ser encontradas, também, em versão eBook no formato epub, lidas na maioria dos tablets, e-readers, smartphones e computadores. A Elsevier tem um grande catálogo de livros digitais em língua portuguesa na área da Saúde no Brasil. Pela descrição do site, são 200 eBooks disponíveis em 20 lojas virtuais.
Raquianestesia – 1ª edição
EDITORA: Elsevier
PÁGINAS: 420 FORMATO: 17x24cm Preço sugerido: R$179,00
PÁGINAS: 420 FORMATO: 17x24cm Preço sugerido: R$179,00
Escrito
pelo anestesiologista Dr. Luiz Eduardo Imbelloni, coordenador de
cursos realizados em parceria com a Sociedade Brasileira da Anestesiologista
(SBA), Raquianestesia é uma obra dedicada exclusivamente ao tema.
A
publicação aborda várias possibilidades de seu uso. Com
linguagem de fácil entendimento, a obra apresenta os benefícios e vantagens da
aplicação da técnica, além de tratar das possíveis complicações em capítulo
específico. É voltada para residentes e profissionais que desejam aprimorar sua
técnica.
Sobre o autor:
Dr. Luiz Eduardo Imbelloni é Doutor em Anestesiologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu da
Universidade Estadual Paulista (UNESP), Professor de Anestesiologia
da Faculdade de Medicina Nova Esperança (FAMENE), Diretor do
Instituto de Anestesia Regional e Anestesiologista do Complexo Hospitalar Mangabeira Governador Tarcisio Burity (CHMGTB),
em João Pessoa (PB).
Fonte: Editora Elsevier
Inscrição para II JOVA! Restam poucas vagas!
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Gerenciamento de Crises em Anestesia
Curso destinado a Estudante e ProfissionalProximas Turmas Dias 27 e 28 de abrilCarga Horária 16 horasPublico Alvo Anestesiologistas e residentes em Anestesiologia
Introdução
A anestesiologia é uma especialidade dinâmica e complexa por natureza e assim como em outras áreas de atuação, tais como na aviação, as crises ou intercorrências podem ocorrer a qualquer momento.
Devido a seu caráter súbito e por vezes intenso, as crises podem ter consequências fatais. Da mesma forma, sabemos que a experiência e o desenvolvimento de capacidades cognitivas estão diretamente relacionados ao desempenho do anestesiologista no gerenciamento das crises e consequentemente, na segurança do paciente.
Com a motivação de contribuir para o aperfeiçoamento dos anestesiologistas no gerenciamento de situações críticas no ambiente cirúrgico, a SBA e a Berkeley Inteligência e Simulação em Saúde apresentam em parceria, um curso inovador em nosso país: “Gerenciamento de Crises em Anestesiologia”.
Baseado na metodologia de simulação realística, o curso “Gerenciamento de Crises em Anestesiologia” promove uma abordagem conceitual de temas relevantes para a prática anestésica tais como, o trabalho em equipe, liderança, comunicação e tomada de decisão dinâmica durante situações clínicas simuladas em ambiente realístico. Com instrutores especializados na metodologia e infra-estrutura de alta tecnologia, o curso “Gerenciamento de Crises em Anestesia” certamente contribuirá para a qualidade de seu desempenho e para a segurança de seus pacientes.
Temas
1) Capacitação para o Gerenciamento de Crises.
2) RCP (adulto e criança).
3) Manuseio Emergencial das Vias Aéreas.
4) Choque.
5) Arritmias fatais.
Certificações Certificado Berkeley, com a chancela da Sociedade Brasileira de AnestesiologiaReservas (21) 2275-3131segunda-feira, 8 de abril de 2013
Faça sua inscrição na II JOVA www.anestesiavirtual.com.br

Inscrições abertas pela página www.anestesiavirtual.com.br !
Sua inscrição deve ser efetivada pelo site no ícone Quero me inscrever na Jornada na parte superior da página ou no ícone azul Inscrição!
OU clique aqui: http://www.anestesiavirtual.com.br/#inscrever
Ao preencher os dados, vai receber um email de confirmação.
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E siga no twitter para saber de novidades: www.twitter.com/anest_virtual
quinta-feira, 4 de abril de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
II JOVA - Conheça os palestrantes: Guilherme Barros
Tema: Manejo da Dor Aguda e Crônica
- Responsável pelo Serviço de Terapia Antálgica e Cuidados
Paliativos
- Departamento de Anestesiologia
- Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP
- Presidente da Comissão Temporária de Medicina Paliativa da
SBA
O Professor Doutor Guilherme Antônio Moreira de Barros possui grande
interesse pelo estudo da dor, com ênfase no tratamento das síndromes dolorosas
crônicas e agudas. Após sua formação em dor, passou também a se interessar pelo
estudo da Medicina Paliativa, o que lhe conduziu ao desenvolvimento de alguns
estudos na área e, em particular, relacionados à questão da comunicação
médico-paciente.
Há mais de uma década participa
ativamente de eventos promovidos pelas Sociedades de Anestesiologia e do Estudo
da Dor, contribuindo como membro de comissões científicas e proferindo workshops e palestras nos mesmos.
Atualmente tem demonstrado maior interesse pelo descobrimento dos mecanismos
fisiopatológicos da dor, o que lhe tem motivado o desenvolvimento de protocolos
de pesquisa nessa nova fronteira do conhecimento. Possui 21 artigos publicados
em diversas áreas relacionadas ao estudo da dor e à medicina paliativa.
“O Congresso Euroanesthesia é sempre palco de divulgação de
interessantes avanços na área da anestesiologia e da dor. Tenho grande expectativa
para ouvir da experiência dos europeus sobre a utilização de fármacos e
técnicas ainda não disponíveis em nossa realidade. Além disso, a pesquisa
básica costuma estar presente. Aguardem para ouvir desse excitante evento!”
II JOVA - Conheça os palestrantes: Rogean Nunes
Tema: Neurociência e anestesia
- Mestre em Cirurgia pela
Universidade Federal do Ceará
- Doutor em Cirurgia pela
Universidade Federal do Ceará
- Pós-graduado em Cardiologia
pela Universidade Federal do Ceará
- Pós-graduado em
Anestesiologia pela Universidade Federal do Ceará
- Pós-graduado em Engenharia
Clínica pela UNIFOR
- Graduando em Engenharia
Eletrônica pela UNIFOR
- Professor de Medicina da
FACHRISTUS
- Membro do Conselho Editorial
da Revista Brasileira de Anestesiologia
- Vice-Coordenador do Comitê
de Ética em Pesquisa do Hospital São Carlos
- Corresponsável pelo
CET-SBA do Hospital Geral de Fortaleza
Áreas de interesse: monitorização neurofisiológica, estudo de
sinais e sistemas biológicos, fisiologia, biofísica, física em anestesia e
neurociências.
O Professor Doutor Rogean
Rodrigues Nunes possui grande interesse pelo estudo de neurociências,
especialmente de sistemas, assim como monitorização neurofisiológica.
Além,
disso vem desenvolvendo estudos relacionados à monitorização da adequação anestésica
e seus desfechos há mais de 15 anos, tendo como grande fundamento a análise de
sinais e sistemas biológicos desenvolvidos durante pós-graduação em
engenharia clínica.
É responsável, há mais de 10 anos, pela realização anual do
Simpósio Brasileiro de Monitorização da Profundidade Anestésica, estando,
atualmente, coordenando livro intitulado: Bases Neurofisiológicas da Anestesia
e sua Monitorização.
Baseado nesta linha de
pesquisa, ganhou vários prêmios nacionais organizados pela SBA, além do desenvolvimento
de vários equipamentos de interesse para anestesiologia.
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