quarta-feira, 27 de abril de 2011

Código de Cores (Sistema Pantone) por família de Fármacos


Pela RESOLUÇÃO – RDC/ANVISA nº 9, de 2 de janeiro de 2001, a Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária adotou a seguinte Resolução para Regulamento Técnico de Soluções Parenterais de Pequeno Volume



Código de Cores (Sistema Pantone) por família de Fármacos: 

1. AGENTES INDUTORES
Cor da faixa: Amarela 109 Cor da impressão na faixa: Preta Processo Black C
Fármacos:
1.4. Cetamina (Cloreto de)
1.5. Etomidato
1.6. Propofol

2. TRANQUILIZANTES MENORES
Cor da faixa: Laranja 151
Cor da impressão na faixa: Preta Processo Black C
Fármacos:
2.1. Diazepam
2.2. Midazolam
2.3. Lorazepam
2.4. Oxazepam

3. ANTAGONISTA DOS TRANQUILIZANTES
Cor da faixa: Laranja 151 e Branca, em linhas diagonais.
Cor da impressão na faixa: Preta Processo Black C
Fármaco:
 3.1. Flumazenil.

4. RELAXANTES MUSCULARES
Cor da faixa: Vermelha 032 C
Cor da impressão na faixa: Preta Processo Black C Fármacos:
4.3. Pancurônio (Brometo de)
4.4. Vecurônio (Brometo de)
4.5. Atracúrio (Besilato de)
4.6. Mivacúrio (Cloreto de)
4.7. Rocurônio (Brometo de)
4.8. Suxametônio (Cloreto de)
4.10. Cisatracúrio (Besilato de)

5. ANTAGONISTA DOS RELAXANTES MUSCULARES
Cor da faixa: Vermelha 032 C e Branca, em linhas diagonais
Cor da impressão na faixa: Preta Processo Black C
Fármacos:
5.1. Neostigmine (Metilsulfato de)

6. OPIÓIDES
Cor da faixa: Azul 297
Cor da impressão na faixa: Preta Processo Black C
Fármacos:
6.1. Morfina (Cloridrato ou Sulfato de)
6.2. Petidina (Cloridrato de)
6.3. Fentanila (Citrato de)
6.4. Alfentanial (Cloridrato de) 6.5. Sufentanila (Citrato de)
6.6. Nalbufina (Cloridrato de)
6.7. Tramadol
6.8. Buprenorfina
6.9. Remifentanil  (Cloridrato de)

7. ANTAGONISTA DOS OPIÓIDES
Cor da faixa: Azul 297 e Branca, em linhas diagonais.
Cor da impressão na faixa: Preta Processo Black C
Fármacos:
7.1. Nalorfina (Cloridrato de)
7.2. Naloxona (Cloridrato de)

8. TRANQUILIZANTES MAIORES
Cor da faixa: Salmão 156
Cor da impressão na faixa: Preta Processo Black C
Fármacos:
8.1. Droperidol
8.2. Clorpromazina (Cloridrato de)
8.3. Haloperidol (Decanoato de)

9. OPIÓIDE/TRANQUILIZANTE MAIOR
Cor da faixa: Azul 297 e Salmão 156
Cor da impressão na faixa: Preta Processo Black C
Fármaco:
9.1. Fentanila (Citrato de)/Droperidol

10. VASOPRESSORES Cor da faixa: Violeta 256
Cor da impressão na faixa: Preta Processo Black C
Fármacos:
10.1. Efedrina (Sulfato de)
10.2. Metaraminol (Bitartarato de)
10.3. Etilefrina (Cloridrato de)
10.4. Norepinefrina
10.5. Epinefrina
10.6. Dopamina (Cloridrato de)
10.7. Dobutamina (Cloridrato de)
10.8. Fenilefrina (Cloridrato de)

11. AGENTES HIPOTENSORES
Cor da faixa: Violeta 256 e Branca, em linhas diagonais.
Cor da impressão na faixa: Preta Processo Black C
Fármacos:
11.1. Nitroprussiato de Sódio
11.2. Nitroglicerina
11.3. Fentolamina
11.4. Trimetafan
11.5. Diazóxido
11.6. Clonidina

12. ANESTÉSICOS LOCAIS
Cor da faixa: Cinza 401 (ou Cinza Cool gray 7C 6C)
Cor da impressão na faixa: Preta Processo Black C Fármacos:
12.1. Lidocaína (Cloridrato de)
12.2. Bupivacaína (Cloridrato de)
12.3. Ropivacaína (Cloridrato de)
12.4. Prilocaína (Cloridrato de)
12.5. Procaína (Cloridrato de )
12.6. A associação do anestésico local com epinefrina, deve identificar no rótulo, além do
anestésico local, a epinefrina com uma faixa violeta - 256, abaixo da faixa cinza - 401.
12.7. A associação do anestésico local com glicose 7,5% (anestésico hiperbárico), deve
identificar no rótulo, além do anestésico local, a glicose 7,5%, escrita em azul - 285.

13. AGENTES ANTICOLINÉRGICOS
Cor da faixa: Verde 367
Cor da impressão na faixa: Preta Processo Black C
Fármacos:
13.1. Atropina (Sulfato de)
13.2. Glicopirrônio (Brometo de

Locação de carros na Alemanha



Para análise de preços, consulto o site Hotwire que serve muito bem para os EUA. Mas para a Europa, os preços não foram atrativos. O melhor preço que encontrei em sites coletivos foi durante o ano passado, após reserva via Booking. Infelizmente, o site que usei para a reserva de carro na Europa no ano passado, Cartrawler não abre separadamente, mas apenas após reserva de hotel via booking, mas tente essa opção:  Cartrawler pois buscar nunca é demais!


Como não me convenci de um preço justo, busquei as opções dos cartões de crédito.
Premier HSBC: apesar de todo empenho da atendente brasileira, fui conduzido para uma ligação nos EUA. A interlocutora do Premier se preocupou em fazer uma teleconferência, traduzindo o que a atendente americana me oferecia, mas nada muito especial pela Europcar. Mas ponto positivo pela assistência via telefone.

Platinum TAM Itaucard: Oferta de 15% de desconto via AVIS. Mas o contato tem que ser feito pelo telefone, não vale direto pelo site. E NÃO funciona nos fins de semana!!! Ponto negativo. Mas tudo bem, para 15%, ligo na segunda-feira. E a tarifa é pré-paga no Brasil. Muita burocracia... Número de reserva na mão, enviar email para gsa@avis.com.br, resposta do setor, envio do número do cartão de crédito, aprovação, envio de voucher. Ou seja.... 15% bem difícil de se conseguir! Se não tiver tempo, não conseguirá o desconto.

Fiz a reserva de um Classe B, pois queria andar num carro Nacional, claro! Diária mais cara que um SUV nos EUA, mas Mercedez é Mercedez...

No local acertado para pegar o carro, estação central de Frankfurt, muita simpatia e atenção. Atendente com inglês fluente, paciente, detalhando cada item opcional. Fizemos a opção pelo segura Super SEE Europe, com franquia ZERO. Acho prudente relatar que, apesar dos dois cartões de crédito me oferecerem seguro para aluguel de automóveis, em qq sinistro, teria que ligar para o Brasil a cobrar e resolver problemas com os alemães! Sim, lembre-se que nem todo mundo fala inglês ou francês na alemanha, muito menos espanhol, português, portunhol... pois alemão fala alemão!

Como estávamos em  Lua de MEL, a décima sexta, pedi o famoso upgrade... coisa de jeitinho brasileiro.
E upgrade concedido. De B para Classe C limosine, automático, gps no painel e todas as benfeitorias do homem moderno... banco que aquece, controle total de tudo no volante, piloto automático, porta-malas que cabia um fusca...





e dirigir pelas Autobahns alemãs sem limites... não tem preço!


domingo, 24 de abril de 2011

Aeroporto de Frankfurt


Aeroporto de Frankfurt, conhecido na Alemanha como Rhein-Main-Flughafen ou como Flughafen Frankfurt am Main é o maior da Alemanha e é o principal centro de operações da Lufthansa, maior empresa aérea do país.
No aeroporto trabalham cerca de 70 mil funcionários. Pela quantidade de passageiros (em 2006 - 52.810.683 pessoas) ele ocupa o terceiro lugar na Europa, ficando para trás do londrino Heathrow (67.530.197 passageiros em 2006) e parisiense Charles de Gaulle (56.849.567 passageiros). Pela quantidade de mercadoria transportada ocupa o segundo lugar na Europa, deixando o primeiro lugar mais uma vez para o Charles de Gaulle. Tem 3 pistas, cada uma com 4 mil metros.





O Aeroporto situa-se na proximidade de vias rápidas A3 e A5. Até ao centro de Frankfurt pode-se chegar de táxi por 30 euros. Cada 15 minutos parte-se "AeroExpress" (S-Bahn 8 и 9)- trem suburbano que parte do terminal 1 até a Estação Central da Cidade (Hbh), com duração de 12 minutos. 

Compras em Frankfurt

Dicas de Frankfurt


Compras em Frankfurt

Com a gigante milha comercial denominada Zeil no centro da cidade de Frankfurt ou o ambiente muito confortável nas ruas comerciais nos diversos bairros, a cidade de Frankfurt proporciona abundantes e múltiplas oportunidades de shopping.

No centro da cidade

O lugar principal para shopping do centro da cidade de Frankfurt é a Zeil com o shopping center denominado Zeilgalerie e os diversos centros comerciais. Situado bem no centro encontra-se a Goethestraße (Rua de Goethe), onde se pode fazer compras nos conhecidos "top-designers" bem perto do Museu de Goethe. Quem entretanto precisar de um reforço, pode em apenas poucos metros de distância mergulhar na Freßgass'  no mundo dos gourmets. Ai pode-se saborear um bom vinho numa mesinha na calçada. 


De cima da Zeilgalerie pode-se ter uma bela vista da cidade com seus museus e praças no centro. Restaurantes internacionais e um cinema 3D no terraço proporcionam boa diversão.



quinta-feira, 14 de abril de 2011

Frankfurt, primeira parada


Frankfurt am Main ou Francoforte do Meno, conhecida simplesmente como Frankfurt, é a maior cidade do estado alemão de Hesse e a quinta maior cidade da Alemanha, com uma população  de mais de 670.000. Sua área urbana tinha uma população estimada de 2,26 milhões de habitantes em 2001.[1] A cidade está no centro da Região metropolitana Reno-Meno que tem uma população de 5,3 milhões de habitantes e é a segunda maior região metropolitana da Alemanha.

Parte da antiga Francônia, seus habitantes foram os primeiros Francos. A cidade está localizada em um antigo vau no rio Meno, cuja palavra alemã é "Furt". Assim, o nome da cidade pode ser traduzido como o "Vau dos Francos".
Situada às margens do rio Meno, Frankfurt é o centro financeiro e de transportes da Alemanha e o maior centro financeiro da Europa continental. É a sede do Banco Central Europeu, do Banco Central Alemão, da Bolsa de Valores de Frankfurt e da Frankfurt Trade Fair, sendo também sede de diversos grandes bancos comerciais. O Aeroporto de Frankfurt é um dos mais movimentados aeroportos internacionais do mundo. Nunca tinha vista tantas companias aéreas juntas num só aeroporto! A Estação Central de Frankfurt é uma das maiores estações da Europa e o Frankfurter Kreuz (Autobahn) é o intercâmbio mais utilizado da Europa continental. É imponente e mistura seu lado antigo da fachada e entrada principal com o moderno de seus trens bala. Frankfurt é a única cidade alemã listada como uma das dez cidades globais alfa do mundo. Fácil de andar, segura, com belas construções históricas ligadas com prédios modernos de vidro que espelham as mais antigas de tamanha não maiores que 6 andares.

Menu de hoje: De entrada, recepcionados no Hotel All Seasons http://goo.gl/maps/y5Un com um Vino Frizzante Prosecco DOC Treviso La Jara! Nada como deixar um recadinho prévio dizendo que estamos em lua de mel!
Jantar: Presunto de parma de entrada. Tornedor de vitelo com fritas e joelho de porco com chucrutes e purê de batata regados com uma bela e grande cerveja local, no restaurante Acapulco, uma mistura de itália com resto do mundo. 





Fonte: Wikipédia e google viewer

terça-feira, 12 de abril de 2011

Caso Clínico Comunicação Interatrial





Caso Clínico enviado por Dr. Kleber Machareth


PACIENTE 42 ANOS, 85Kg, SEXO MASCULINO, PROFISSÃO CERQUEIRO (ATIVIDADE ASSOCIADA A IMPORTANTE ESFORÇO FÍSICO!), NATURAL DE CONCEPCIÓN/PARAGUAI. DEU ENTRADA EM SO PARA CORREÇÃO CIRÚRGICA DE CIA. REFERE TER ESTADO ASSINTOMÁTICO DESDE CRINAÇA, TENDO APRESENTADO LEVE CANÇASO HÁ 1 MÊS. FOI TRAZIDO A SANTA CASA DE CAMPO GRANDE DEVIDO A UM EPISÓDIO DE DESMAIO HÁ 1 SEMANA, TENDO SIDO INFORMADO AO EXAME MÉDICO AINDA NO PARAGUAI TER UM PROBLEMA NO CORAÇÃO E APRESENTAVA AINDA UM "SOPRO NO CORAÇÃO" QUE NECESSITAVA DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA! 

Monitorizada com ECG, PpO2, EtCO2, PAM, após esternotomia cateterizado AP com catéter de teflon 14 para aferição de PAP e adequação frente medida terapêutica farmacológica. Apresentava PAM de 45mmHg, SpO2 90%. Ao Eco-trans-torácico: FE=40%, hipertensão pulmonar importante (???), aumento importante de VD e AD, presença de CIA com shunt moderado E-D (sem outras informações ou quantificações ao eco). Hemograma, coagulograma e bioquímica sanguínea normais ao exame. Cat no prontuário confirmando CIA, sem quantificações das pressões em cavidades ou em AP(??????)! Havia reserva de sangue e hemoderivados (plasma 4 unidades e plaquenas 7 unidades. Conduta Anestésica e Manuseio Hemodinâmico?????

PS: Caso ocorreu há 3 anos, não apresentávamos possuíamos Vigileo*, catéter de AP ou ETE-IO!

CONDUTA ANESTÉSICA!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Revisão sobre qualidade e segurança BMJ


QUALITY& SAFETY

Suplemento do BMJ sobre qualidade e segurança, abordando vários temas importantes!
Vale a pena fazer o Download aqui

 British Medical Journal Abril 2011




i1
Planning and leading a multidisciplinary colloquium to explore the epistemology of improvement P Batalden,
P Bate, D Webb, V McLoughlin

i5
Systems of service: reflections on the moral foundations of improvement
F Davidoff

i11
Heterogeneity: we can’t live with it, and we can’t live without it
F Davidoff

i13
Can evidence-based medicine and clinical quality improvement learn from each other?
P Glasziou, G Ogrinc, S Goodman

i18 Understanding the conditions for improvement: research to discover which context influences affect improvement success
J Øvretveit

i24
The epistemology of quality improvement: it’s all Greek
 R J Perla, G J Parry

i28 Reconciling complexity and classification in quality improvement research
L Leviton

Discovering and defining sources of evidence

i30
The contribution of case study research to knowledge of how to improve quality of care
 G R Baker

i36
The meaning of variation to healthcare managers, clinical and health-services researchers, and individual patients
D Neuhauser, L Provost, B Bergman

i41
Five main processes in healthcare: a citizen perspective
B Bergman, D Neuhauser, L Provost

The social determinants of action

i43
Beyond evidence: the micropolitics of improvement
A Langley, J-L Denis

i47
Problems and promises of innovation: why healthcare needs to rethink its love/hate relationship with
the new
M Dixon-Woods, R Amalberti, S Goodman, B Bergman, P Glasziou

i52
Clarity and strength of implications for practice in medical journal articles: an exploratory analysis
J Lynn, A P Owens, J M Bartunek

i58
Building an integrated methodology of learning that can optimally support improvements in healthcare
J Lynn

The importance of cross-disciplinary work

i62
Intergroup relationships and quality improvement in healthcare
J M Bartunek

i67
Expert patients: learning from HIV
M Cooke

i69
Ten tips for incorporating scientific quality improvement into everyday work
D Goldmann

i73
Multidisciplinary centres for safety and quality improvement: learning from climate change science
C Vincent, P Batalden, F Davidoff

Challenges of professional education

i79
Mainstreaming quality and safety: a reformulation of quality and safety education for health professions students
M Cooke, P M Ironside, G S Ogrinc

i83
Creating safety by strengthening clinicians’ capacity for reflexivity
R Iedema

Rethinking methods of inference

i87
Increasing the generalisability of improvement research with an improvement replication programme
J Øvretveit, L Leviton, G Parry

i92
Analytical studies: a framework for quality improvement design and analysis
L P Provost

i97
Confessions of a chagrined trialist
S Goodman


domingo, 10 de abril de 2011

Zugspitze, o pico mais alto da Alemanha - AltaMontanha.com

Zugspitze, o pico mais alto da Alemanha - AltaMontanha.com



No ano de 1854, ao casar-se com a princesa Elisabeth da Baviera (a famosa "Sissi"), o imperador Franz-Joseph da Áustria cedeu a parte norte do Zugspitze para o país vizinho. "Para que eles também tenham uma montanha de verdade", teria dito sua majestade.
Graças ao presente do monarca austríaco, o Zugspitze se tornou a montanha mais alta da Alemanha, ideal para a prática de esqui, snowboard e montanhismo. Com 2.964 metros de altitude, este pico alpino é, tanto no verão como no inverno, um dos lugares mais visitados do país.
Quando a visibilidade está favorável, e, segundo as estatísticas, este é o caso em 100 dias por ano, é possível obter uma vista panorâmica de centenas montanhas na Alemanha, Áustria, Itália e Suíça.


De teleférico ou trem
Próximo às águas verde-azuladas do lago Eibsee, ao pé do Zugspitze, parte um dos mais longos teleféricos da Europa, que leva os visitantes a 2 mil metros de altura montanha acima, diretamente para o pico, em apenas dez minutos.
Mas, quem quiser apreciar esta paisagem de tirar o fôlego por mais tempo, pode pegar um trem próximo à estação da cidade de Garmisch-Partenkirchen. A trilha de quase dez quilômetros e 75 minutos de duração tem como ponto final a mais alta estação ferroviária da Alemanha, localizada dentro de um túnel de mais de quatro quilômetros.
Chega-se então a um platô, o Zugspitzplatt, um paraíso para os amantes de esportes de inverno, onde há neve sete meses ao ano. No Centro de Transporte, Esqui e Serviços Sonn-Alpin localiza-se o Registro Civil de maior altitude do país. Nas redondezas há também a pequena capela Maria Heimsuchung, a igreja alemã mais próxima do céu.
Do Zugspitzplatt, continua-se a jornada através de um teleférico, a 300 metros do pico. Com capacidade para 90 pessoas, o Gletscherbahn leva três minutos para chegar até o "telhado da Alemanha".


No pico do Zugspitze, por fim, além da deslumbrante paisagem, há um restaurante que serve especialidades bávaras, e uma estação meteorológica que fornece, há mais de cem anos, dados climáticos para todo o mundo.

Aquecimento global ameaça o Zugspitze
Os invernos nos Alpes estão cada vez menos frios e o aquecimento global não poupa a montanha mais simbólica da Alemanha. Em julho de 2006, o Zugspitze perdeu 500 mil metros cúbicos de gelo que se precipitaram numa imensa avalanche.
Com o aumento das temperaturas médias, os cientistas prognosticam uma alta nos riscos de catástrofes naturais, pois o permafrost ou permagel, capa que funciona como um colante da estrutura interna das montanhas, está derretendo.
O permagel, cujas temperaturas ao redor do globo subiram em média dois graus, é um importante armazenador de dióxido de carbono e seu derretimento poderia liberar enormes quantidades deste gás. (jv)

Fonte: DW-World Brazil - Berlin,Germany

Só nos resta a dizer.... me aguarde! Pego você em alguns dias....

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Taça Cheia | Histórias, degustações, indicações de vinhos, eventos e muito mais.

Taça Cheia | Histórias, degustações, indicações de vinhos, eventos e muito mais.

Belo relato que o espumante Cave Geisse foi o escolhido para ser servido ao presidente dos EUA no jantar do Itamaraty.
Mais uma prova da qualidade desse produto nacional que possue um belo custo benefício.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Manejo das vias aéreas no paciente crítico


Airway Management of the Critically Ill Patient

"Advances in emergency airway management have allowed intensivists to use intubation techniques that were once the province of anesthesiology and were confined to the operating room. Appropriate rapid-sequence intubation (RSI) with the use of neuromuscular blocking agents, induction drugs, and adjunctive medications in a standardized approach improves clinical outcomes for select patients who require intubation. However, many physicians who work in the ICU have insufficient experience with these techniques to adopt them for routine use. The purpose of this article is to review airway management in the critically ill adult with an emphasis on airway assessment, algorithmic approaches, and RSI" (CHEST 2005; 127:1397–1412).

A integração anestesia-uti permitirá o uso racional de técnicas e drogas!

Para download do arquivo, clique aqui.

domingo, 3 de abril de 2011

Promoção de passagem para o Chile

A LAN lança mais uma promoção aonde você terá até o dia 7 de abril para comprar e até 16 de junho completar a sua viagem.


Vale para o período do Congresso Chileno descrito abaixo


http://www.anestesiador.com/2011/03/encontro-euro-panamericano-de-anestesia.html


Encontrei passagens a U$ 299,00 saindo do Rio ou São Paulo, ida e volta, sem taxas.

Clique aqui se for do Rio - Santiago

Clique aqui se for de São Paulo - Santiago

domingo, 20 de março de 2011

II Diretriz de Avaliação Perioperatória da SBC


Saiu pela Sociedade Brasileira de Cardiologia a II Diretriz de Avaliação Perioperatória.
Seguem algumas considerações.
Na íntegra, pegue aqui: DOWNLOAD 

  1. Quanto à consulta médica de avaliação perioperatória, é ressaltado a importância da certificação do envio e recebimento do parecer ao solicitante e, se necessário, entrar em contato pessoalmente ou por algum meio de comunicação, com o cirurgião e/ou anestesista.  Essa atitude comprovadamente aumenta a adesão às medidas de cuidados perioperatórios propostas. Mas de preferência, usando-se de protocolos definidos na Diretriz. Isso evita descrições que nada influenciam ou auxiliam na avaliação perioperatória.
  2. A realização de ECG de rotina para pacientes Assintomáticos e com proposta de cirurgia de baixo risco, CONTINUA desencorajado e com Classe IIIC. Já a solicitação de ECG para todos aqueles com mais de 40 anos passou de classe I para Classe IIa. Tendência mais exposta de racionalização de solicitação de exames que geralmente não alteram desfecho no período operatório e trazem custos não justificável em uma proposta populacional. Nem pensar os ECO´s autogerados pelos cardiologistas que mostram mesmo o interesse de pagar a máquina!
  3. A solicitação de Radiografia de tórax agora ganha recomendação IIa para pacientes maiores de 40 anos e para aqueles com proposta de intervenções de médio e grande porte, principalmente intra-torácicas e intra- abdominais. Lembre-se de que no caso de punção venosa central para a cirurgia, o ideal é checar a posição do cateter antes do início do procedimento com outro Rx de tórax!
  4. Enfoque em algoritmos de avaliação perioperatória.
  5. Estratificação do tipo de intervenção em Alto, Intermediário e Baixo risco de eventos. Antes estratificava-se apenas o paciente, agora a pesquisa de risco envolve o procedimento e o paciente;
  6. Rcomendação da utilização de algoritmo de avaliação da American College of Physicians (ACP) nesta nova edição, menciona os da American College of Cardiology/American Heart Association (ACC) e o índice cardíaco revisado de Lee. Criação de um fluxogramas com utilização dos dois principais  algoritmos em conjunto.
  7. Na Avaliação perioperatória, o teste ergométrico ficou em segundo plano devido a muitos indivíduos não atingirem a carga de trabalho adequada e por não possuir a mesma acurácia dos exames funcionais de imagem ( cintilografia e Eco com estresse farmacológicos). Portanto é recomendado em locais em que não se desponha dos exames de imagem e somente em pacientes com risco intermediário ( não para alto risco e nem para baixo risco!);
  8. É Recomendado  não utilizar angiotomografia de coronárias  e cineangiocoronariografia em substituição de cintilografia e ecocardiograma com estresse farmacológicos em pacientes de risco intermediário  ( não são exames funcionais!);
  9. Inclusão da dosagem de BNP pré operatória na avaliação complementar ( valor  prognóstico) – IIa NE B;
  10. Não se recomenda a utilização de beta-bloqueadores (proteção farmacológica) em portadores de valvulopatias, principalmente naquelas anatomicamente importantes ( excluindo-se estenose mitral). A estatina como proteção farmacológica perioperatoria também não está indicada nestes pacientes;
  11. Orientações detalhadas em diferentes grupos que necessitam de cuidados especiais ( portadores de marcapassso e CDI; transplantes de fígado, de rim etc);
  12. Permissão e incentivo para utilização de Anestésicos locais com Vasoconstrictores ( lidocaina 2% + epinefrina 1:100.000)  em procedimentos odontológicos para pacientes cardiopatas;
  13. Procedimentos percutâneos ( endopróteses)  para correção de Aneurismas de Aorta Abdominal , agora são considerados de Risco intermediário;

Boa leitura e use com senso crítico. Assim evitamos os excesso de consultas em pacientes de baixo risco e atraso na marcação de cirurgias.

sábado, 19 de março de 2011

Nurse Staffing and Inpatient Hospital Mortality


Nurse Staffing and Inpatient Hospital Mortality

Artigo na íntegra Download

Jack Needleman, Ph.D., Peter Buerhaus, Ph.D., R.N., V. Shane Pankratz, Ph.D., Cynthia L. Leibson, Ph.D., Susanna R. Stevens, M.S., and Marcelline Harris, Ph.D., R.N.
N Engl J Med 2011; 364:1037-1045March 17, 2011

BACKGROUND

Cross-sectional studies of hospital-level administrative data have shown an association between lower levels of staffing of registered nurses (RNs) and increased patient mortality. However, such studies have been criticized because they have not shown a direct link between the level of staffing and individual patient experiences and have not included sufficient statistical controls.

METHODS

We used data from a large tertiary academic medical center involving 197,961 admissions and 176,696 nursing shifts of 8 hours each in 43 hospital units to examine the association between mortality and patient exposure to nursing shifts during which staffing by RNs was 8 hours or more below the staffing target. We also examined the association between mortality and high patient turnover owing to admissions, transfers, and discharges. We used Cox proportional-hazards models in the analyses with adjustment for characteristics of patients and hospital units.

RESULTS

Staffing by RNs was within 8 hours of the target level for 84% of shifts, and patient turnover was within 1 SD of the day-shift mean for 93% of shifts. Overall mortality was 61% of the expected rate for similar patients on the basis of modified diagnosis-related groups. There was a significant association between increased mortality and increased exposure to unit shifts during which staffing by RNs was 8 hours or more below the target level (hazard ratio per shift 8 hours or more below target, 1.02; 95% confidence interval [CI], 1.01 to 1.03; P<0.001). The association between increased mortality and high patient turnover was also significant (hazard ratio per high-turnover shift, 1.04; 95% CI, 1.02 to 1.06; P<0.001).

CONCLUSIONS

In this retrospective observational study, staffing of RNs below target levels was associated with increased mortality, which reinforces the need to match staffing with patients' needs for nursing care. (Funded by the Agency for Healthcare Research and Quality.

A importância do médico anestesiologista

quarta-feira, 9 de março de 2011

Segurança do paciente em cirurgia oncológica

Segurança do paciente em cirurgia oncológica: experiência do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo
Vendramini, RCR; Silva, EA; Ferreira, KASL
Artigo
Idioma: Português
Fonte: Rev. esc. enferm. USP [online];44(3): 827-832, 2010.
Data: 2010
Resumo:
  • Português: A preocupação com a segurança do paciente em centro cirúrgico (CC) tem sido crescente, devido à elevada frequência de erros e eventos adversos, que muitas vezes poderiam ser prevenidos. A Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO) propôs o Protocolo Universal (PU) para a prevenção do lado, procedimento e paciente errado. No Brasil foram poucas as instituições que o implantaram, sendo necessária a divulgação e avaliação da sua efetividade. O objetivo foi relatar a experiência do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) na implantação do PU-JCAHO. O protocolo inclui três etapas: verificação pré-operatória, marcação do sitio cirúrgico (lateralidade) e TIME OUT. O CC do ICESP está em funcionamento desde novembro de 2008. O PU-JCAHO é aplicado integralmente a todas as cirurgias. Até junho de 2009 foram realizadas 1.019 cirurgias, sem registro de erro ou evento adverso. A implantação do PU-JCAHO é simples, sendo ferramenta útil para prevenir erros e eventos adversos em CC.
  • Inglês: Patient safety concerns in surgery are increasing. The frequency of surgery-related adverse events and errors is high, and most could be avoided. The Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO) proposed the Universal Protocol (UP-JCAHO) for preventing wrong site, wrong procedure, and wrong person surgery. In Brazil, very few health-care institutions have adopted this Protocol. Thus, there is a need to improve its dissemination and assess its effectiveness. The aim of the present study was to report the experiences of the Sao Paulo State Cancer Institute (ICESP, acronym in Portuguese) in implementing the UP-JCAHO. The Protocol comprises three steps: pre-operative verification process, marking the operative site and Time out immediately before starting the procedure. The ICESP surgical center (SC) has been functioning since November 2008. The UP-JCAHO is applied to all surgeries. A total 1.019 surgeries were performed up to June 2009. No errors or adverse events were registered. The implementation of the UP-JCAHO is simple. It can be a useful tool to prevent error and adverse events in SC.

    Artigo na íntegra, acesse:

Cirurgia Segura - Surgical Safety Checklist

segunda-feira, 7 de março de 2011

CURSO TEÓRICO-PRÁTICO DE VENTILAÇÃO MECÂNICA


CURSO TEÓRICO-PRÁTICO DE VENTILAÇÃO MECÂNICA


a. Revisando a necessidade da ventilação mecânica (Pg 5)
b. Contextualizando a ventilação mecânica na história (Pg 6)
c. Conceitos de fisiologia envolvidos com ventilação mecânica invasiva (Pg 11)
d. Modos Básicos de Ventilação Mecânica Invasiva (VMI) (Pg 21)
e. Alguns Modos mais Avançados e Ciclagens em VMI (Pg 26)
f. Lesão Pulmonar Induzida pelo Ventilador (VILI) e Monitorização da Mecânica Ventilatória Global e Regional (Pg 33)
g. Influência da Ventilação Mecânica na Hemodinâmica: Interação Coração-Pulmão (Pg 55)
h. Ventilacão Mecânica Invasiva na Sd. da Angústia Respiratória Aguda (SARA) (Pg 61)
i. Ventilação Mecânica Invasiva nas Sd. Obstrutivas: Asma e DPOC (Pg 64)
j. Ventilação Mecânica Não Invasiva (Pg 70)
k. Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (Pg 75)
l. Traqueostomia em UTI (Pg 82)
m. Retirada da Ventilação Mecânica Invasiva (Pg 88)
n. Bibliografia Recomendada (Pg 92)

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sábado, 5 de março de 2011

Mais um pouco sobre a Rota Romântica, Alemanha

O conceito da “Rota Romântica” surgiu na década de 50. Graças ao milagre econômico alemão, o que hoje se tornou uma boa jogada de marketing nomear caminhos, estradas etc., na época foi uma tentativa num primeiro momento de atrair os soldados americanos que estavam estacionados nesta região.
Além disso, era importante mostrar aos turistas que quando se falava em Alemanha, não se pensava somente em guerra e destruição.
Enfim, a Rota foi um sucesso e hoje é sem dúvida uma das atrações mais procuradas.
Ela começa em Würzburg e termina em Füssen.


Hemodynamic Monitoring Using Echocardiography in the Critically Ill


Hemodynamic Monitoring Using Echocardiography in the Critically Ill

* Author: Daniel de Backer, Bernard P. Cholley, Michel Slama, Antoine Vieillard-Baron, Philippe Vignon
* Publisher: Springer
* Publication Date: March 1, 2011
* Pages: 320
* Language: English
* ISBN-10: 3540879544
* ISBN-13: 978-3540879541
* Format: PDF
* Size. 36.1 MB

Description:

The hemodynamic evaluation of patients with acute circulatory failure and respiratory failure has in the past usually been performed using invasive procedures but in recent years less invasive monitoring devices have been introduced. Echocardiography can be used for both the diagnosis and the management of circulatory and respiratory failure. This book provides all the essential information required by readers in order to perform optimal hemodynamic management of the critically ill based on echocardiographic guidance. After an introductory section on basic principles, hemodynamic assessment using echocardiography is discussed in detail. The diagnosis and management of all types of circulatory and acute respiratory failure by means of echocardiography are then rigorously considered, and specific situations such as thoracic trauma and acute aortic syndrome are examined. The final section is devoted to future issues and applications.

Link:

Natal em Roma, 1997