quinta-feira, 14 de abril de 2011

Frankfurt, primeira parada


Frankfurt am Main ou Francoforte do Meno, conhecida simplesmente como Frankfurt, é a maior cidade do estado alemão de Hesse e a quinta maior cidade da Alemanha, com uma população  de mais de 670.000. Sua área urbana tinha uma população estimada de 2,26 milhões de habitantes em 2001.[1] A cidade está no centro da Região metropolitana Reno-Meno que tem uma população de 5,3 milhões de habitantes e é a segunda maior região metropolitana da Alemanha.

Parte da antiga Francônia, seus habitantes foram os primeiros Francos. A cidade está localizada em um antigo vau no rio Meno, cuja palavra alemã é "Furt". Assim, o nome da cidade pode ser traduzido como o "Vau dos Francos".
Situada às margens do rio Meno, Frankfurt é o centro financeiro e de transportes da Alemanha e o maior centro financeiro da Europa continental. É a sede do Banco Central Europeu, do Banco Central Alemão, da Bolsa de Valores de Frankfurt e da Frankfurt Trade Fair, sendo também sede de diversos grandes bancos comerciais. O Aeroporto de Frankfurt é um dos mais movimentados aeroportos internacionais do mundo. Nunca tinha vista tantas companias aéreas juntas num só aeroporto! A Estação Central de Frankfurt é uma das maiores estações da Europa e o Frankfurter Kreuz (Autobahn) é o intercâmbio mais utilizado da Europa continental. É imponente e mistura seu lado antigo da fachada e entrada principal com o moderno de seus trens bala. Frankfurt é a única cidade alemã listada como uma das dez cidades globais alfa do mundo. Fácil de andar, segura, com belas construções históricas ligadas com prédios modernos de vidro que espelham as mais antigas de tamanha não maiores que 6 andares.

Menu de hoje: De entrada, recepcionados no Hotel All Seasons http://goo.gl/maps/y5Un com um Vino Frizzante Prosecco DOC Treviso La Jara! Nada como deixar um recadinho prévio dizendo que estamos em lua de mel!
Jantar: Presunto de parma de entrada. Tornedor de vitelo com fritas e joelho de porco com chucrutes e purê de batata regados com uma bela e grande cerveja local, no restaurante Acapulco, uma mistura de itália com resto do mundo. 





Fonte: Wikipédia e google viewer

terça-feira, 12 de abril de 2011

Caso Clínico Comunicação Interatrial





Caso Clínico enviado por Dr. Kleber Machareth


PACIENTE 42 ANOS, 85Kg, SEXO MASCULINO, PROFISSÃO CERQUEIRO (ATIVIDADE ASSOCIADA A IMPORTANTE ESFORÇO FÍSICO!), NATURAL DE CONCEPCIÓN/PARAGUAI. DEU ENTRADA EM SO PARA CORREÇÃO CIRÚRGICA DE CIA. REFERE TER ESTADO ASSINTOMÁTICO DESDE CRINAÇA, TENDO APRESENTADO LEVE CANÇASO HÁ 1 MÊS. FOI TRAZIDO A SANTA CASA DE CAMPO GRANDE DEVIDO A UM EPISÓDIO DE DESMAIO HÁ 1 SEMANA, TENDO SIDO INFORMADO AO EXAME MÉDICO AINDA NO PARAGUAI TER UM PROBLEMA NO CORAÇÃO E APRESENTAVA AINDA UM "SOPRO NO CORAÇÃO" QUE NECESSITAVA DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA! 

Monitorizada com ECG, PpO2, EtCO2, PAM, após esternotomia cateterizado AP com catéter de teflon 14 para aferição de PAP e adequação frente medida terapêutica farmacológica. Apresentava PAM de 45mmHg, SpO2 90%. Ao Eco-trans-torácico: FE=40%, hipertensão pulmonar importante (???), aumento importante de VD e AD, presença de CIA com shunt moderado E-D (sem outras informações ou quantificações ao eco). Hemograma, coagulograma e bioquímica sanguínea normais ao exame. Cat no prontuário confirmando CIA, sem quantificações das pressões em cavidades ou em AP(??????)! Havia reserva de sangue e hemoderivados (plasma 4 unidades e plaquenas 7 unidades. Conduta Anestésica e Manuseio Hemodinâmico?????

PS: Caso ocorreu há 3 anos, não apresentávamos possuíamos Vigileo*, catéter de AP ou ETE-IO!

CONDUTA ANESTÉSICA!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Revisão sobre qualidade e segurança BMJ


QUALITY& SAFETY

Suplemento do BMJ sobre qualidade e segurança, abordando vários temas importantes!
Vale a pena fazer o Download aqui

 British Medical Journal Abril 2011




i1
Planning and leading a multidisciplinary colloquium to explore the epistemology of improvement P Batalden,
P Bate, D Webb, V McLoughlin

i5
Systems of service: reflections on the moral foundations of improvement
F Davidoff

i11
Heterogeneity: we can’t live with it, and we can’t live without it
F Davidoff

i13
Can evidence-based medicine and clinical quality improvement learn from each other?
P Glasziou, G Ogrinc, S Goodman

i18 Understanding the conditions for improvement: research to discover which context influences affect improvement success
J Øvretveit

i24
The epistemology of quality improvement: it’s all Greek
 R J Perla, G J Parry

i28 Reconciling complexity and classification in quality improvement research
L Leviton

Discovering and defining sources of evidence

i30
The contribution of case study research to knowledge of how to improve quality of care
 G R Baker

i36
The meaning of variation to healthcare managers, clinical and health-services researchers, and individual patients
D Neuhauser, L Provost, B Bergman

i41
Five main processes in healthcare: a citizen perspective
B Bergman, D Neuhauser, L Provost

The social determinants of action

i43
Beyond evidence: the micropolitics of improvement
A Langley, J-L Denis

i47
Problems and promises of innovation: why healthcare needs to rethink its love/hate relationship with
the new
M Dixon-Woods, R Amalberti, S Goodman, B Bergman, P Glasziou

i52
Clarity and strength of implications for practice in medical journal articles: an exploratory analysis
J Lynn, A P Owens, J M Bartunek

i58
Building an integrated methodology of learning that can optimally support improvements in healthcare
J Lynn

The importance of cross-disciplinary work

i62
Intergroup relationships and quality improvement in healthcare
J M Bartunek

i67
Expert patients: learning from HIV
M Cooke

i69
Ten tips for incorporating scientific quality improvement into everyday work
D Goldmann

i73
Multidisciplinary centres for safety and quality improvement: learning from climate change science
C Vincent, P Batalden, F Davidoff

Challenges of professional education

i79
Mainstreaming quality and safety: a reformulation of quality and safety education for health professions students
M Cooke, P M Ironside, G S Ogrinc

i83
Creating safety by strengthening clinicians’ capacity for reflexivity
R Iedema

Rethinking methods of inference

i87
Increasing the generalisability of improvement research with an improvement replication programme
J Øvretveit, L Leviton, G Parry

i92
Analytical studies: a framework for quality improvement design and analysis
L P Provost

i97
Confessions of a chagrined trialist
S Goodman


domingo, 10 de abril de 2011

Zugspitze, o pico mais alto da Alemanha - AltaMontanha.com

Zugspitze, o pico mais alto da Alemanha - AltaMontanha.com



No ano de 1854, ao casar-se com a princesa Elisabeth da Baviera (a famosa "Sissi"), o imperador Franz-Joseph da Áustria cedeu a parte norte do Zugspitze para o país vizinho. "Para que eles também tenham uma montanha de verdade", teria dito sua majestade.
Graças ao presente do monarca austríaco, o Zugspitze se tornou a montanha mais alta da Alemanha, ideal para a prática de esqui, snowboard e montanhismo. Com 2.964 metros de altitude, este pico alpino é, tanto no verão como no inverno, um dos lugares mais visitados do país.
Quando a visibilidade está favorável, e, segundo as estatísticas, este é o caso em 100 dias por ano, é possível obter uma vista panorâmica de centenas montanhas na Alemanha, Áustria, Itália e Suíça.


De teleférico ou trem
Próximo às águas verde-azuladas do lago Eibsee, ao pé do Zugspitze, parte um dos mais longos teleféricos da Europa, que leva os visitantes a 2 mil metros de altura montanha acima, diretamente para o pico, em apenas dez minutos.
Mas, quem quiser apreciar esta paisagem de tirar o fôlego por mais tempo, pode pegar um trem próximo à estação da cidade de Garmisch-Partenkirchen. A trilha de quase dez quilômetros e 75 minutos de duração tem como ponto final a mais alta estação ferroviária da Alemanha, localizada dentro de um túnel de mais de quatro quilômetros.
Chega-se então a um platô, o Zugspitzplatt, um paraíso para os amantes de esportes de inverno, onde há neve sete meses ao ano. No Centro de Transporte, Esqui e Serviços Sonn-Alpin localiza-se o Registro Civil de maior altitude do país. Nas redondezas há também a pequena capela Maria Heimsuchung, a igreja alemã mais próxima do céu.
Do Zugspitzplatt, continua-se a jornada através de um teleférico, a 300 metros do pico. Com capacidade para 90 pessoas, o Gletscherbahn leva três minutos para chegar até o "telhado da Alemanha".


No pico do Zugspitze, por fim, além da deslumbrante paisagem, há um restaurante que serve especialidades bávaras, e uma estação meteorológica que fornece, há mais de cem anos, dados climáticos para todo o mundo.

Aquecimento global ameaça o Zugspitze
Os invernos nos Alpes estão cada vez menos frios e o aquecimento global não poupa a montanha mais simbólica da Alemanha. Em julho de 2006, o Zugspitze perdeu 500 mil metros cúbicos de gelo que se precipitaram numa imensa avalanche.
Com o aumento das temperaturas médias, os cientistas prognosticam uma alta nos riscos de catástrofes naturais, pois o permafrost ou permagel, capa que funciona como um colante da estrutura interna das montanhas, está derretendo.
O permagel, cujas temperaturas ao redor do globo subiram em média dois graus, é um importante armazenador de dióxido de carbono e seu derretimento poderia liberar enormes quantidades deste gás. (jv)

Fonte: DW-World Brazil - Berlin,Germany

Só nos resta a dizer.... me aguarde! Pego você em alguns dias....

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Taça Cheia | Histórias, degustações, indicações de vinhos, eventos e muito mais.

Taça Cheia | Histórias, degustações, indicações de vinhos, eventos e muito mais.

Belo relato que o espumante Cave Geisse foi o escolhido para ser servido ao presidente dos EUA no jantar do Itamaraty.
Mais uma prova da qualidade desse produto nacional que possue um belo custo benefício.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Manejo das vias aéreas no paciente crítico


Airway Management of the Critically Ill Patient

"Advances in emergency airway management have allowed intensivists to use intubation techniques that were once the province of anesthesiology and were confined to the operating room. Appropriate rapid-sequence intubation (RSI) with the use of neuromuscular blocking agents, induction drugs, and adjunctive medications in a standardized approach improves clinical outcomes for select patients who require intubation. However, many physicians who work in the ICU have insufficient experience with these techniques to adopt them for routine use. The purpose of this article is to review airway management in the critically ill adult with an emphasis on airway assessment, algorithmic approaches, and RSI" (CHEST 2005; 127:1397–1412).

A integração anestesia-uti permitirá o uso racional de técnicas e drogas!

Para download do arquivo, clique aqui.

domingo, 3 de abril de 2011

Promoção de passagem para o Chile

A LAN lança mais uma promoção aonde você terá até o dia 7 de abril para comprar e até 16 de junho completar a sua viagem.


Vale para o período do Congresso Chileno descrito abaixo


http://www.anestesiador.com/2011/03/encontro-euro-panamericano-de-anestesia.html


Encontrei passagens a U$ 299,00 saindo do Rio ou São Paulo, ida e volta, sem taxas.

Clique aqui se for do Rio - Santiago

Clique aqui se for de São Paulo - Santiago

domingo, 20 de março de 2011

II Diretriz de Avaliação Perioperatória da SBC


Saiu pela Sociedade Brasileira de Cardiologia a II Diretriz de Avaliação Perioperatória.
Seguem algumas considerações.
Na íntegra, pegue aqui: DOWNLOAD 

  1. Quanto à consulta médica de avaliação perioperatória, é ressaltado a importância da certificação do envio e recebimento do parecer ao solicitante e, se necessário, entrar em contato pessoalmente ou por algum meio de comunicação, com o cirurgião e/ou anestesista.  Essa atitude comprovadamente aumenta a adesão às medidas de cuidados perioperatórios propostas. Mas de preferência, usando-se de protocolos definidos na Diretriz. Isso evita descrições que nada influenciam ou auxiliam na avaliação perioperatória.
  2. A realização de ECG de rotina para pacientes Assintomáticos e com proposta de cirurgia de baixo risco, CONTINUA desencorajado e com Classe IIIC. Já a solicitação de ECG para todos aqueles com mais de 40 anos passou de classe I para Classe IIa. Tendência mais exposta de racionalização de solicitação de exames que geralmente não alteram desfecho no período operatório e trazem custos não justificável em uma proposta populacional. Nem pensar os ECO´s autogerados pelos cardiologistas que mostram mesmo o interesse de pagar a máquina!
  3. A solicitação de Radiografia de tórax agora ganha recomendação IIa para pacientes maiores de 40 anos e para aqueles com proposta de intervenções de médio e grande porte, principalmente intra-torácicas e intra- abdominais. Lembre-se de que no caso de punção venosa central para a cirurgia, o ideal é checar a posição do cateter antes do início do procedimento com outro Rx de tórax!
  4. Enfoque em algoritmos de avaliação perioperatória.
  5. Estratificação do tipo de intervenção em Alto, Intermediário e Baixo risco de eventos. Antes estratificava-se apenas o paciente, agora a pesquisa de risco envolve o procedimento e o paciente;
  6. Rcomendação da utilização de algoritmo de avaliação da American College of Physicians (ACP) nesta nova edição, menciona os da American College of Cardiology/American Heart Association (ACC) e o índice cardíaco revisado de Lee. Criação de um fluxogramas com utilização dos dois principais  algoritmos em conjunto.
  7. Na Avaliação perioperatória, o teste ergométrico ficou em segundo plano devido a muitos indivíduos não atingirem a carga de trabalho adequada e por não possuir a mesma acurácia dos exames funcionais de imagem ( cintilografia e Eco com estresse farmacológicos). Portanto é recomendado em locais em que não se desponha dos exames de imagem e somente em pacientes com risco intermediário ( não para alto risco e nem para baixo risco!);
  8. É Recomendado  não utilizar angiotomografia de coronárias  e cineangiocoronariografia em substituição de cintilografia e ecocardiograma com estresse farmacológicos em pacientes de risco intermediário  ( não são exames funcionais!);
  9. Inclusão da dosagem de BNP pré operatória na avaliação complementar ( valor  prognóstico) – IIa NE B;
  10. Não se recomenda a utilização de beta-bloqueadores (proteção farmacológica) em portadores de valvulopatias, principalmente naquelas anatomicamente importantes ( excluindo-se estenose mitral). A estatina como proteção farmacológica perioperatoria também não está indicada nestes pacientes;
  11. Orientações detalhadas em diferentes grupos que necessitam de cuidados especiais ( portadores de marcapassso e CDI; transplantes de fígado, de rim etc);
  12. Permissão e incentivo para utilização de Anestésicos locais com Vasoconstrictores ( lidocaina 2% + epinefrina 1:100.000)  em procedimentos odontológicos para pacientes cardiopatas;
  13. Procedimentos percutâneos ( endopróteses)  para correção de Aneurismas de Aorta Abdominal , agora são considerados de Risco intermediário;

Boa leitura e use com senso crítico. Assim evitamos os excesso de consultas em pacientes de baixo risco e atraso na marcação de cirurgias.

sábado, 19 de março de 2011

Nurse Staffing and Inpatient Hospital Mortality


Nurse Staffing and Inpatient Hospital Mortality

Artigo na íntegra Download

Jack Needleman, Ph.D., Peter Buerhaus, Ph.D., R.N., V. Shane Pankratz, Ph.D., Cynthia L. Leibson, Ph.D., Susanna R. Stevens, M.S., and Marcelline Harris, Ph.D., R.N.
N Engl J Med 2011; 364:1037-1045March 17, 2011

BACKGROUND

Cross-sectional studies of hospital-level administrative data have shown an association between lower levels of staffing of registered nurses (RNs) and increased patient mortality. However, such studies have been criticized because they have not shown a direct link between the level of staffing and individual patient experiences and have not included sufficient statistical controls.

METHODS

We used data from a large tertiary academic medical center involving 197,961 admissions and 176,696 nursing shifts of 8 hours each in 43 hospital units to examine the association between mortality and patient exposure to nursing shifts during which staffing by RNs was 8 hours or more below the staffing target. We also examined the association between mortality and high patient turnover owing to admissions, transfers, and discharges. We used Cox proportional-hazards models in the analyses with adjustment for characteristics of patients and hospital units.

RESULTS

Staffing by RNs was within 8 hours of the target level for 84% of shifts, and patient turnover was within 1 SD of the day-shift mean for 93% of shifts. Overall mortality was 61% of the expected rate for similar patients on the basis of modified diagnosis-related groups. There was a significant association between increased mortality and increased exposure to unit shifts during which staffing by RNs was 8 hours or more below the target level (hazard ratio per shift 8 hours or more below target, 1.02; 95% confidence interval [CI], 1.01 to 1.03; P<0.001). The association between increased mortality and high patient turnover was also significant (hazard ratio per high-turnover shift, 1.04; 95% CI, 1.02 to 1.06; P<0.001).

CONCLUSIONS

In this retrospective observational study, staffing of RNs below target levels was associated with increased mortality, which reinforces the need to match staffing with patients' needs for nursing care. (Funded by the Agency for Healthcare Research and Quality.

A importância do médico anestesiologista

quarta-feira, 9 de março de 2011

Segurança do paciente em cirurgia oncológica

Segurança do paciente em cirurgia oncológica: experiência do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo
Vendramini, RCR; Silva, EA; Ferreira, KASL
Artigo
Idioma: Português
Fonte: Rev. esc. enferm. USP [online];44(3): 827-832, 2010.
Data: 2010
Resumo:
  • Português: A preocupação com a segurança do paciente em centro cirúrgico (CC) tem sido crescente, devido à elevada frequência de erros e eventos adversos, que muitas vezes poderiam ser prevenidos. A Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO) propôs o Protocolo Universal (PU) para a prevenção do lado, procedimento e paciente errado. No Brasil foram poucas as instituições que o implantaram, sendo necessária a divulgação e avaliação da sua efetividade. O objetivo foi relatar a experiência do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) na implantação do PU-JCAHO. O protocolo inclui três etapas: verificação pré-operatória, marcação do sitio cirúrgico (lateralidade) e TIME OUT. O CC do ICESP está em funcionamento desde novembro de 2008. O PU-JCAHO é aplicado integralmente a todas as cirurgias. Até junho de 2009 foram realizadas 1.019 cirurgias, sem registro de erro ou evento adverso. A implantação do PU-JCAHO é simples, sendo ferramenta útil para prevenir erros e eventos adversos em CC.
  • Inglês: Patient safety concerns in surgery are increasing. The frequency of surgery-related adverse events and errors is high, and most could be avoided. The Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO) proposed the Universal Protocol (UP-JCAHO) for preventing wrong site, wrong procedure, and wrong person surgery. In Brazil, very few health-care institutions have adopted this Protocol. Thus, there is a need to improve its dissemination and assess its effectiveness. The aim of the present study was to report the experiences of the Sao Paulo State Cancer Institute (ICESP, acronym in Portuguese) in implementing the UP-JCAHO. The Protocol comprises three steps: pre-operative verification process, marking the operative site and Time out immediately before starting the procedure. The ICESP surgical center (SC) has been functioning since November 2008. The UP-JCAHO is applied to all surgeries. A total 1.019 surgeries were performed up to June 2009. No errors or adverse events were registered. The implementation of the UP-JCAHO is simple. It can be a useful tool to prevent error and adverse events in SC.

    Artigo na íntegra, acesse:

Cirurgia Segura - Surgical Safety Checklist

segunda-feira, 7 de março de 2011

CURSO TEÓRICO-PRÁTICO DE VENTILAÇÃO MECÂNICA


CURSO TEÓRICO-PRÁTICO DE VENTILAÇÃO MECÂNICA


a. Revisando a necessidade da ventilação mecânica (Pg 5)
b. Contextualizando a ventilação mecânica na história (Pg 6)
c. Conceitos de fisiologia envolvidos com ventilação mecânica invasiva (Pg 11)
d. Modos Básicos de Ventilação Mecânica Invasiva (VMI) (Pg 21)
e. Alguns Modos mais Avançados e Ciclagens em VMI (Pg 26)
f. Lesão Pulmonar Induzida pelo Ventilador (VILI) e Monitorização da Mecânica Ventilatória Global e Regional (Pg 33)
g. Influência da Ventilação Mecânica na Hemodinâmica: Interação Coração-Pulmão (Pg 55)
h. Ventilacão Mecânica Invasiva na Sd. da Angústia Respiratória Aguda (SARA) (Pg 61)
i. Ventilação Mecânica Invasiva nas Sd. Obstrutivas: Asma e DPOC (Pg 64)
j. Ventilação Mecânica Não Invasiva (Pg 70)
k. Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (Pg 75)
l. Traqueostomia em UTI (Pg 82)
m. Retirada da Ventilação Mecânica Invasiva (Pg 88)
n. Bibliografia Recomendada (Pg 92)

Para download clique aqui

sábado, 5 de março de 2011

Mais um pouco sobre a Rota Romântica, Alemanha

O conceito da “Rota Romântica” surgiu na década de 50. Graças ao milagre econômico alemão, o que hoje se tornou uma boa jogada de marketing nomear caminhos, estradas etc., na época foi uma tentativa num primeiro momento de atrair os soldados americanos que estavam estacionados nesta região.
Além disso, era importante mostrar aos turistas que quando se falava em Alemanha, não se pensava somente em guerra e destruição.
Enfim, a Rota foi um sucesso e hoje é sem dúvida uma das atrações mais procuradas.
Ela começa em Würzburg e termina em Füssen.


Hemodynamic Monitoring Using Echocardiography in the Critically Ill


Hemodynamic Monitoring Using Echocardiography in the Critically Ill

* Author: Daniel de Backer, Bernard P. Cholley, Michel Slama, Antoine Vieillard-Baron, Philippe Vignon
* Publisher: Springer
* Publication Date: March 1, 2011
* Pages: 320
* Language: English
* ISBN-10: 3540879544
* ISBN-13: 978-3540879541
* Format: PDF
* Size. 36.1 MB

Description:

The hemodynamic evaluation of patients with acute circulatory failure and respiratory failure has in the past usually been performed using invasive procedures but in recent years less invasive monitoring devices have been introduced. Echocardiography can be used for both the diagnosis and the management of circulatory and respiratory failure. This book provides all the essential information required by readers in order to perform optimal hemodynamic management of the critically ill based on echocardiographic guidance. After an introductory section on basic principles, hemodynamic assessment using echocardiography is discussed in detail. The diagnosis and management of all types of circulatory and acute respiratory failure by means of echocardiography are then rigorously considered, and specific situations such as thoracic trauma and acute aortic syndrome are examined. The final section is devoted to future issues and applications.

Link:

Natal em Roma, 1997

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Uma visita ao Hôpital Pitié Salpêtrière, Paris

Força e honra



“Sucesso, reconhecimento, fama e glória...
Muitos de nós lutamos por motivos assim. Mas não se constrói um bom nome da noite para o dia. É preciso trabalhar muito. Ainda que haja tropeços e quedas, é preciso superar os obstáculos. É preciso ter motivação, perseverar, insistir. A vida é uma sucessão de batalhas. Emprego, família, amigos: todos nós temos um status atual. O que fazemos na vida, ecoa na eternidade. E temos também uma expectativa com relação ao futuro. No entanto as reviravoltas do destino nos surpreendem. Nem sempre é possível se fazer só o que gostamos. Mas aquele que gosta do que faz e sente orgulho em fazer melhor, a cada dia vai mais longe. Há momentos de calmaria e há momentos agitados, decisivos em que a boa intenção não basta. É quando a vida nos cobra coragem, arrojo e criatividade e um inabalável espírito de luta. A verdade é que os problemas e os reveses ocorrem com maior frequência do que gostaríamos. Os tempos mudam. Surgem novos desafios e lutas. Os guerreiros olham nos olhos do futuro sem medo e sem arrogância, mas com a confiança de quem está pronto para o combate. Viver é também estar preparado para situações difíceis. O modo como encaramos as dificuldades é que faz a diferença. Às vezes nos perguntamos como enfrentar as mudanças radicais que se apresentam diante de nós? Como atuar num novo cenário, onde as coisas que fazíamos tão bem precisam ser reaprendidas? Como lutar sem deixar para trás valores fundamentais? E mais, como saber a medida exata a ser tomada no momento certo? O incrível é que justamente diante de situações adversas, muitos redescobrem o que têm de melhor. A ética, a amizade, a capacidade de criar novas estratégias fundamentadas na experiência, o talento para promover alianças positivas, o espírito de liderança, a consciência da força residem no verdadeiro trabalho em equipe. Tudo isso aflora quando as circunstâncias exigem, quando se sabe que existe um objetivo maior a ser alcançado. Claro que não é fácil abandonar hábitos, costumes... Não é fácil adaptar-se aos novos meios, ou usar recursos aos quais não estamos familiarizados. Mas todo guerreiro sabe que pessimismo e insegurança nessa hora só atrapalham. Ainda que a ameaça venha de vários lados, com agilidade, força e determinação podemos alcançar o resultado. A combinação de energia e inteligência, assim como o equilíbrio entre a razão e emoção são fundamentais para o sucesso. É uma sensação extremamente agradável chegar ao fim de uma etapa com a sensação de um dever cumprido e obter o respeito de todos, o reconhecimento dos colegas, a admiração das pessoas que amamos... ouvir o próprio nome com orgulho. Aquele orgulho de quem viu nos obstáculos a oportunidade de crescer. O orgulho de quem soube enfrentar as turbulências da vida e vencer. O orgulho de ser um vencedor que não abriu mão dos seus valores fundamentais.”
                                                                                              The Gladiator. Martins Scorcese

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Dicas de viagem


A Rota Romântica
Na trilha do romanticismo e da 16a Lua de Mel


Castelo de Neuschwanstein

Por mais de 50 anos, o marco da Rota Romântica tem sido a sua maravilhosa combinação de natureza, cultura e hospitalidade. A rota turística mais famosa e popular da Alemanha percorre 350 românticos quilômetros, através da rica e variada paisagem cultural, ao longo do rio Main, e através dos vinhedos franconianos, até chegar nos Alpes. Esta fantástica rota entre Würzburg e Füssen oferece aos turistas a oportunidade de conhecerem pequenos e históricos vilarejos, com impressionantes construções e lugares de interesse histórico que continuam mantendo todo o seu charme original. A rota atravessa o charmoso Vale Tauber, o Nördlinger Ries, localizado no coração de uma gigante cratera, a pitoresca planície Lechfeld, Pfaffenwinkel (canto das pessoas) – uma terra de fazendeiros, artistas e monges, situada ao pé das montanhas dos Alpes, ao norte da Baviera – antes de desembocar nos famosos castelos dos contos de fadas do rei Ludwig (King Ludwig).

O próprio nome da Rota Romântica expressa o sentimento de muitos visitantes, tanto da Alemanha, como do exterior, quando se deparam pela primeira vez com este espetacular cenário de riquezas, com sua história ocidental, sua arte e sua cultura: o fascínio e a sensação de estar sendo levado de volta aos velhos tempos. Todavia, cenários maravilhosos e delícias culinárias não são a única coisa que a Rota Romântica tem a oferecer. Aqui você também escutará alguns nomes famosos ao longo do caminho: como o de Balthasar Neumann, que construiu o palácio residencial Würzburg, um grande admirador de Rothenburg e Dinkelsbühl. Os amantes de geologia ficarão encantados com Nördlinger Ries, enquanto os turistas de Augsburg encontrarão o legado dos romanos e de Fuggerei, o primeiro projeto de conjunto habitacional popular, datado do século XVI. A Igreja de Peregrinação Wieskirche de Pfaffenwinkel foi declarada pela UNESCO como local de herança mundial e um dos mais famosos trabalhos de arte do período rococó. Os castelos dos contos de fadas do Rei Ludwig localizam-se em Schwangau, são cercados por quatro lagos e ficam em frente à área de preservação de natureza das montanhas Ammer.

Ao pé destas montanhas localiza-se o castelo de Neuschwanstein e o castelo de Hohenschwangau, dois espetaculares castelos datados do século XIX. Estes famosos castelos de contos de fadas, construídos pelo rei Ludwig II da Baviera e por Maxililian, o príncipe da coroa, marcam o final da Rota Romântica ao pé dos Alpes da Baviera. Beirando os Alpes, na fronteira com Tyrol, localiza-se Füssen, a cidade mais alta da Baviera (de 800 a 1200 m acima do nível do mar). O centro da cidade medieval, bem preservado, detém uma riqueza de tesouros artísticos e monumentos arquitetônicos. No alto da cidade localizam-se a igreja, o mosteiro de St. Mang e o castelo Hohes Schloss – antiga residência de veraneio do príncipe bispo de Augsburg – de impressionante beleza. Enquanto estiver por aqui, recomendamos uma viagem até Zugspitze: com 2.964 metros de altitude, esta é a montanha mais alta da Alemanha. Uma vez alcançado o seu cume, você será recompensado com uma vista panorâmica dos Alpes, que se estende da Alemanha e da Áustria até a Itália e a Suíça.
Children playing in a corn field near where they have set up camp
Todavia, a melhor forma de se ver absolutamente tudo o que há para ser visto é através da bem sinalizada Rota Ciclística da Rota Romântica (mapas ciclísticos e pacotes especiais de ciclismo estão disponíveis). Todo o caminho da rota de Main até os Alpes está repleto de pousadas que servem deliciosos alimentos e bebidas, onde se pode descansar por um tempo e comer algo antes de seguir viagem. Uma fascinante jornada de descobertas ao longo da Rota Romântica é ideal para aqueles que viajam de carro ou de ônibus, bem como para aqueles que gostam de pedalar e acampar, e também para aqueles que apreciam os festivais. Nesta rota pode-se aprender muito sobre a história da geologia, 2.000 anos de cultura e, é claro, sobre a era do romanticismo. Os diversos castelos, palácios e mosteiros não são somente um memorial dos tempos feudais, mas também oferecem excelentes opções para a realização de concertos espetaculares. Na realidade, há um grande número de festivais, concertos e eventos culturais sendo realizados ao longo da rota, durante todo o ano. 















Lago em Schwangau















Campo em Schwangau


Fonte: http://www.visitealemanha.com



Imagine sua vida assim....

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Templo da anestesia

Em 16 de Outubro de 1846 a anestesiologia teve seu marco inicial com William Thomas Green Morton realizando uma anestesia com éter, chamado por ele de Letheon para proteger seu segredo, no paciente Edward Gilbert Abbott para que o cirurgião John Collins Warren excisasse um tumor que lhe tomava a glândula sub-maxilar e uma parte da língua. O feito se deu no Hospital Geral de Massachussets, Boston. Morton chegou atrasado devido a um problema no inalador e a sessão quase foi suspensa por isso. Chegou esbaforido, desculpando-se pelo atraso e logo foi instruindo Abbott a respirar por uma das aberturas do inalador de vidro. Depois de perder a consciência e deixar cair a cabeça, Morton se vira para Warren e diz: 'Seu paciente está a sua espera Dr!'. Warren fez a excisão do tumor com a rapidez habitual e o paciente não desferiu nenhum grito de dor. Depois de terminar, Warren, emocionado, fala para a plateia incrédula: 'Isso, senhores, não é nenhum embuste'. O impassível cirurgião chorava. Desde esse dia a humanidade venceu a dor. Saímos das trevas.

Réplica do aparelho usado(foto tirada em Paris, 2004)






Massachusetts General Hospital

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Trends in Anaesthesia and Critical Care

Trends in Anaesthesia and Critical Care (February 2011)

       
Ethics, consent and pharmacology  

        What is medical ethics?  
               
        Consent on labour ward  Review Article

        Management of the pregnant cardiac patient  Review Article

        New opioid side effects and implications for long-term therapy  Review Article
       
        The principles of aeromedical retrieval of the critically ill  Review Article
       
        Expedition medicine  Review Article
               
        Hazards of topical ophthalmic drug administration  Review Article
               
        Viral Hepatitis  Review Article
       
        Dengue fever  Review Article
       
        Emergency, anaesthetic and intensive care management of a case of eventration of diaphragm, Bochdalek hernia and an intra-thoracic gastric rupture with gastric gangrene  Review Article
       
        TURP syndrome  Review Article
               
        Anaesthetic management of a patient with Eisenmenger syndrome for lower abdominal surgery