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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
Google street view no Brasil
| De Pictures |
Que tal passear pelas praias do Leblon e de Ipanema, no Rio de Janeiro E, em um simples toque no mouse, seguir depois para São Paulo (SP) e fazer um tour pelo Parque Ibirapuera. Cansado do visual da paulicéia desvairada? Siga, então, neste “passeio virtual” até as cidades históricas mineiras e aprecie a arquitetura barroca dos prédios de Ouro Preto. Essa viagem cibernética agora é possível no Brasil com a chegada do Google Street View desde a última quinta-feira de setembro de 2010 (30). O serviço permite passear virtualmente pelas paisagens urbanas das cidades filmadas como se você estivesse andando pela calçada.
Arraste o “Pegman”
Para acessá-lo, basta abrir o Google Maps, digitar o endereço do local desejado ou fazer isso aproximando o zoom do mapa ou satélite digitalizado. No lado esquerdo, vai aparecer o símbolo do Street View, um bonequinho amarelo, batizado de Pegman, por causa da semelhança com um prendedor de roupas (clothes peg). Se o serviço estiver ativado, ele fica em amarelo e é possível arrastá-lo para onde você deseja “passear”. Nos celulares com sistema androide é preciso fazer uma atualização via androide market. No Iphone, o sistema foi automático.
Visão
Após arrastar o Pegman, o passeio simula uma caminhada a pé pelas calçadas e ruas dos locais filmados pelo carro especial do Google. Em lugares de difícil acesso, como os morros do Rio de Janeiro, as filmagens foram feitas em bicicletas. É o Street View Trike. As imagens têm possibilidade de serem giradas em até 360º na horizontal e 290º na vertical, no nível da rua. Segundo o Google, as fotos individuais são “costuradas” para criar uma única foto panorâmica.
Privacidade e flagras
No material de divulgação do Google sobre o Street View há informações sobre a política de privacidade do serviço. Todo o material colhido no Brasil é captado em locais públicos. Segundo a empresa, uma tecnologia de ponta foi utilizada para borrar todas as faces que aparecem nas imagens, para dificultar a identificação de quem foi filmado. No entanto, as precauções não impediram que fotos com flagras indiscretos tenham sido captadas pelas lentes dos serviços do Google. Na internet, já pipocam imagens desses flagras feitos poucas horas após o lançamento do Google Street View no Brasil, inclusive de um corpo numa rua do Rio de Janeiro.
Vale a pena dar uma passeada pelas fotos e tentar localizar pontos do dia a dia!
XIX JAES
Jornada de Anestesiologia do Espírito Santo, 15 e 16 de outubro, Vitório, ES
XIX JAES
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Fonte: http://www.anestesiasegura.com/
Fonte: http://www.anestesiasegura.com/
Parada cardiaca
Aula sobre reanimação para o Time de Resposta Rápida, Hospital Meridonal
Parada cardiaca
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
Máscara de Ombredane
Cânula de Guedel
| De Pictures |
Arthur Guedel was born in Cambridge City, Indiana on June 13, 1883 and attended grade school in Indianapolis. Although his family was unable to afford to send him to high school, he managed to continue his education on his own, under the guidance of a high school teacher. Despite his lack of a formal high school education, he passed an entrance examination and was admitted to the Medical College of Indiana in 1903. He graduated from medical school in 1908, as a first honors student, interned for six months at City Hospital in Indianapolis, and then set up his first office for general practice in 1909.
Guedel became interested in anesthesia during his internship, when he was required to administer ether and chloroform. He subsequently built up his anesthesia practice by making his services available to Indianapolis area hospitals. Dr. Guedel served in the American Expeditionary Forces in France as an anesthesiologist in World War I, training orderlies and nurses to administer anesthesia. To enable these paraprofessionals to accurately assess depth of anesthesia, Guedel created a guide, in the form of a wall chart, to the stages and physical signs of ether anesthesia. This was the first systematic classification of these physical signs and came to be widely used throughout the world.
After the war and a year in Minneapolis, Guedel returned to Indianapolis. He resumed the private practice of anesthesia but also began designing and improving on such basics of anesthesia equipment as pharyngeal airways and cuffed endotracheal tubes. He was to pursue this "sideline" (along with writing and research) throughout the rest of his career.
Guedel moved to California in 1928 and shortly thereafter became clinical professor of anesthesia at the University of Southern California, while also continuing the private practice of anesthesia in Los Angeles. In 1937 the first edition of his textbook Inhalation Anesthesia was published, greatly enhancing the teaching of this subject to medical students.
In 1941, after being forced by ill health into retirement the year before, Guedel became the first American to be awarded the prestigious Hickman Medal for original work in anesthesia, by the Royal Society of Medicine in London.
Dr. Guedel was married for nearly fifty years to Florence Dorothy Guedel. They had two daughters: Marian Guedel Hart and Gretchen Guedel Shuman (who died at age 26 in 1940). Dr. Guedel died in Los Angeles in 1956.
fonte: California Pacific Medical Center
Dos brasileiros, 10% preferem gelatinas como sobremesa.
Escolha da sobremesa é um fator de peso para obesidade e doença cardíaca
Uma pesquisa inédita com 2.700 homens e mulheres, de 18 a 80 anos, em 14 estados do país pode ajudar a entender por que o brasileiro está engordando em ritmo acelerado e registrando cada vez mais doenças cardiovasculares.
Segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) e apresentado ontem no XIV Congresso Brasileiro de Nutrologia, em São Paulo, na hora de escolher a sobremesa, 69% preferem chocolates, gelatinas, pudins e outras gulodices bem açucaradas. Somente 26% optam pelas frutas e apenas 5% dispensam esse prato depois das refeições.
O problema, afirmam médicos, não é a sobremesa em si, mas a preferência por alimentos ricos em açúcar e carboidrato refinado; um hábito preocupante e nocivo. No Rio, por exemplo, entre as três primeiras opções de sobremesa aparecem pudim, doce de leite e torta doce, respectivamente. Em Minas, o doce de leite é o campeão. Uai, mas porque é bão mesmo!
Vale lembrar que quase a metade da população brasileira com 20 anos ou mais (49%) apresenta excesso de peso e 14,8% estão obesos, segundo a última Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009, do IBGE. O sobrepeso já atinge uma em cada três crianças de 5 a 9 anos.
Do total de sobremesas citadas nas entrevistas:
- as frutas correspondem a apenas 26%.
- os doces são divididos em chocolate (13%), gelatina (10%), pudim (9%), doce de fruta (9%), doce de leite (8%), bala (4%) e outros doces (3%).
No Brasil, a obesidade já atinge 14,3% das crianças e é frequente em todas as regiões, faixas etárias e de renda. E estudos mostram que o abuso no consumo de alimentos açucarados e refinados aumenta o risco do que os médicos chamam hiperglicemia pós prandial, o aumento súbito da glicose no sangue, um importante fator de risco para infarto e derrame;
A alimentação diária deve ter pelo menos cinco porções de frutas e verduras, grãos e produtos integrais, e menos gorduras trans e carboidratos refinados.
AGÊNCIA O GLOBO
Americana que fez 1º transplante de face dos EUA promove doação de órgãos
A americana Connie Culp, de 47 anos, que em dezembro de 2008 recebeu o primeiro transplante facial dos Estados Unidos, pretende se tornar uma ativista em favor da doação de órgãos.
Em uma entrevista realizada na última terça-feira com Associated Press na Cleveland Clinic, onde ocorreu o transplante de 22 horas - coordenado pela cirurgiã Maria Siemionow -, ela falou sobre seus planos para promover a doação de órgãos. "Foi a decisão de um doador anônimo que me salvou de levar uma vida em que só poderia comer e respirar por um tubo", afirmou.
Em 2004, Connie foi atingida no rosto por um tiro de espingarda do marido, em uma tentativa de homicídio. Em julho deste ano, ela passou por novas correções nas bochechas e no queixo, chegando a 80% de reconstrução (que incluiu ossos, músculos, nervos, pele e vasos sanguíneos). O procedimento tirou pedaços excedentes de pele e também acabou com frequentes dores de cabeça.
Agora, a americana já consegue ter sensibilidade na face, sorrir, ingerir alimentos sólidos - recentemente, comeu um bife pela primeira vez - e conversar. Apesar disso, ainda caminha com a ajuda de uma bengala e só distingue formas e sombras.
Desde que o marido atirou em seu rosto, Connie não se preocupa sobre o que os outros pensam sobre sua aparência. "Não importa como você se vê, alguém sempre vai encontrar um defeito", disse ela. "Pode ser o jeito como você fala ou algo assim. Ninguém é perfeito", completou.
A americana conta que sua vida familiar melhorou depois do transplante. "Toda a minha família tinha dificuldade até para chegar perto de mim, pela maneira como eu me encontrava. Agora estamos mais próximos do que nunca", revelou.
21 de setembro, Dia Nacional da Doença de Alzheimer
21 de setembro, Dia Nacional da Doença de Alzheimer
Análises e levantamentos realizados pela ABN e Ministério da Saúde revelam que entre 1999 e 2008, no Brasil, o número de mortes decorridas da doença aumentou em 586%.
O que é?
O mal/doença de Alzheimer ou simplesmente Alzheimer é a forma mais comum de demência. Foi descrita pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer e, por isso, leva esse nome. É uma doença degenerativa que acomete, principalmente, pessoas com mais de 60 anos. Tem como principal característica a perda das habilidades cognitivas como raciocínio, memorização e alterações de comportamento.
Quais os principais sintomas?
O sintoma inicial mais comum é a perda de memória a curto prazo (dificuldade em lembrar de fatos recentes). Geralmente o doente não consegue perceber a sua dificuldade e são os familiares que o levam ao médico. Alguns sintomas são falsamente relacionados com o envelhecimento ou com o estresse. Com o avançar da doença aparecerão novos sintomas como: perda da capacidade de atenção, perda da memória semântica (dificuldades na linguagem, perda de vocabulário), confusão, irritabilidade e agressividade, alterações de humor, sintomas depressivos, falhas na linguagem, perda de memória de longo prazo. No último estágio da doença pode não reconhecer mais os familiares e torna-se totalmente dependente.
Quais os principais grupos e fatores de risco?
Em geral o mal de Alzheimer afeta pessoas com mais de 60 anos, mas existem pacientes com início por volta dos 50 anos. As causas da doença não são totalmente conhecidas, mas existe relação com algumas mudanças nas células cerebrais que interferem nas funções cognitivas. Alguns estudos citam fatores importantes para o desenvolvimento da doença como: pré-disposição genética, diabetes mellitus, AVC prévios, colesterol aumentado e idade acima de 80 anos.
O que fazer?
Ao apresentar qualquer um dos sintomas acima descritos, o paciente deve buscar um neurologista para ser avaliado. O tratamento visa retardar o máximo possível a evolução da doença e orientar a família sobre a evolução da mesma. A prevenção é sempre a melhor alternativa, por isso deve-se manter uma dieta equilibrada, praticar atividades físicas e intelectuais e, principalmente, atentar para os sinais enviados pelo organismo.
Mas mesmo se tratando de um assunto sério, vale a piada de boteco....
"Melhor ter Alzheimer que Parkinson.... ou seja, melhor esquecer de pagar a conta do que derrubar a cerveja!"
Análises e levantamentos realizados pela ABN e Ministério da Saúde revelam que entre 1999 e 2008, no Brasil, o número de mortes decorridas da doença aumentou em 586%.
O que é?
O mal/doença de Alzheimer ou simplesmente Alzheimer é a forma mais comum de demência. Foi descrita pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer e, por isso, leva esse nome. É uma doença degenerativa que acomete, principalmente, pessoas com mais de 60 anos. Tem como principal característica a perda das habilidades cognitivas como raciocínio, memorização e alterações de comportamento.
Quais os principais sintomas?
O sintoma inicial mais comum é a perda de memória a curto prazo (dificuldade em lembrar de fatos recentes). Geralmente o doente não consegue perceber a sua dificuldade e são os familiares que o levam ao médico. Alguns sintomas são falsamente relacionados com o envelhecimento ou com o estresse. Com o avançar da doença aparecerão novos sintomas como: perda da capacidade de atenção, perda da memória semântica (dificuldades na linguagem, perda de vocabulário), confusão, irritabilidade e agressividade, alterações de humor, sintomas depressivos, falhas na linguagem, perda de memória de longo prazo. No último estágio da doença pode não reconhecer mais os familiares e torna-se totalmente dependente.
Quais os principais grupos e fatores de risco?
Em geral o mal de Alzheimer afeta pessoas com mais de 60 anos, mas existem pacientes com início por volta dos 50 anos. As causas da doença não são totalmente conhecidas, mas existe relação com algumas mudanças nas células cerebrais que interferem nas funções cognitivas. Alguns estudos citam fatores importantes para o desenvolvimento da doença como: pré-disposição genética, diabetes mellitus, AVC prévios, colesterol aumentado e idade acima de 80 anos.
O que fazer?
Ao apresentar qualquer um dos sintomas acima descritos, o paciente deve buscar um neurologista para ser avaliado. O tratamento visa retardar o máximo possível a evolução da doença e orientar a família sobre a evolução da mesma. A prevenção é sempre a melhor alternativa, por isso deve-se manter uma dieta equilibrada, praticar atividades físicas e intelectuais e, principalmente, atentar para os sinais enviados pelo organismo.
Mas mesmo se tratando de um assunto sério, vale a piada de boteco....
"Melhor ter Alzheimer que Parkinson.... ou seja, melhor esquecer de pagar a conta do que derrubar a cerveja!"
Doe que a vida devolve!
Trata-se de uma associação sem fins lucrativos que ajuda o Hospital Universitário em suas dificuldades materiais mais urgentes, a fim de que não haja prejuízo para a saúde da população em momentos de crise financeira. Como a maioria dos HU's, que são Hospitais Federais, só recebem do Governo Federal o equivalente a 10% de todas suas despesas.
Próximos evento: Jantar Beneficente dia 20 de setembro de 2010, no MS Buffet, às 20h.
Doe um leito! Participe da campanha para compra e doação de leitos especiais para pacientes obesos mórbidos que são submetidos a cirurgias de gastroplastia no HU UFES!
Mais detalhes:
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| http://www.sobemhu.org/home/ |
Perdemos a COPA, ganhamos Sarampo!
Ministério da Saúde recomenda vacinação para pessoas entre 1 e 39 anos na Paraíba
Após o Ministério da Saúde ter confirmado, nesta semana, sete casos de sarampo na Capital paraibana, foi recomendado que a Secretaria Estadual de Saúde fizesse uma operação de vacinação.
O foco são as pessoas não vacinadas entre 1 e 39 anos para que a reintrodução do vírus no país seja evitada. Atualmente, são investigados 18 casos.
Segundo informações da SES, a suspeita é de que o vírus tenha chegado ao estado através de pessoas que viajaram à África durante a Copa do Mundo, já que não se tinha mais dados de ocorrência da doença no Brasil desde o ano de 2000! Ou seja, perdemos a copa, ganhamos sarampo.
Além da Paraíba, haviam sido identificados, neste ano, dois casos de sarampo no Rio Grande do Sul, originários da Argentina, e três no Pará. Segundo o ministério, também estão sendo investigadas outras doenças, como dengue e rubéola, que apresentam sintomas semelhantes aos do sarampo.
O sarampo é uma doença contagiosa que se propaga no ar por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Os primeiros sintomas são: febre, tosse, catarro, conjuntivite e fotofobia (intolerância à luz). Depois, ocorre prostração (falta de energia e abatimento extremo) e o aparecimento de manchas avermelhadas na pele.
A vacina é gratuita e está disponível nos postos de saúde. A dose é indicada para quem for viajar para o Japão, a Alemanha, a África e a Ásia, onde há registros da doença.
Após o Ministério da Saúde ter confirmado, nesta semana, sete casos de sarampo na Capital paraibana, foi recomendado que a Secretaria Estadual de Saúde fizesse uma operação de vacinação.
O foco são as pessoas não vacinadas entre 1 e 39 anos para que a reintrodução do vírus no país seja evitada. Atualmente, são investigados 18 casos.
Segundo informações da SES, a suspeita é de que o vírus tenha chegado ao estado através de pessoas que viajaram à África durante a Copa do Mundo, já que não se tinha mais dados de ocorrência da doença no Brasil desde o ano de 2000! Ou seja, perdemos a copa, ganhamos sarampo.
Além da Paraíba, haviam sido identificados, neste ano, dois casos de sarampo no Rio Grande do Sul, originários da Argentina, e três no Pará. Segundo o ministério, também estão sendo investigadas outras doenças, como dengue e rubéola, que apresentam sintomas semelhantes aos do sarampo.
O sarampo é uma doença contagiosa que se propaga no ar por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Os primeiros sintomas são: febre, tosse, catarro, conjuntivite e fotofobia (intolerância à luz). Depois, ocorre prostração (falta de energia e abatimento extremo) e o aparecimento de manchas avermelhadas na pele.
A vacina é gratuita e está disponível nos postos de saúde. A dose é indicada para quem for viajar para o Japão, a Alemanha, a África e a Ásia, onde há registros da doença.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Anestesia venosa total
Bom produto produzido pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia versando sobre anestesia venosa total!
Na linha das novas mídias, segue o lançamento do e-book Anestesia Venosa Total
Download
Cartoon roubado gentilmente do Blog ANESTESIA CEMIL - UMUARAMA
que roubou gentilmente do Blog do Zambonato
terça-feira, 17 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Resoluções no CFM
Resoluções no CFM
As resoluções são atos normativos emanados dos plenários do Conselho Federal de Medicina e de alguns dos Conselhos Regionais de Medicina que regulam temas de competência privativa dessas entidades em suas áreas de alcance. Elas resultam do esforço dos órgãos supervisores, normatizadores, disciplinadores, fiscalizadores e julgadores da atividade profissional médica em todo o território nacional.
No foco das resoluções, está o zelo pelo desempenho ético da Medicina, por adequadas condições de trabalho, pela valorização do profissional médico e pelo bom conceito da profissão e dos que a exercem legalmente e de acordo com os preceitos do Código de Ética Médica vigente.
No site do CFM, é possível conhecer as resoluções aprovadas pela entidade e por 16 CRMs. O banco de dados permite a busca de documentos produzidos de 1957 até o momento, sendo que a atualização regular das informações fica a cargo do Setor de Biblioteca do Conselho Federal.
No foco das resoluções, está o zelo pelo desempenho ético da Medicina, por adequadas condições de trabalho, pela valorização do profissional médico e pelo bom conceito da profissão e dos que a exercem legalmente e de acordo com os preceitos do Código de Ética Médica vigente.
No site do CFM, é possível conhecer as resoluções aprovadas pela entidade e por 16 CRMs. O banco de dados permite a busca de documentos produzidos de 1957 até o momento, sendo que a atualização regular das informações fica a cargo do Setor de Biblioteca do Conselho Federal.
CARTA DE BRASÍLIA - MANIFESTO DOS MÉDICOS À NAÇÃO
CARTA DE BRASÍLIA - MANIFESTO DOS MÉDICOS À NAÇÃO
Nós, médicos, representados no XII Encontro Nacional das Entidades Médicas (ENEM), de 28 a 30 de julho de 2010, em Brasília, reiteramos nosso compromisso ético com a população brasileira. Neste ano, no qual o futuro do país será decidido pelo voto, apresentamos à nação e aos candidatos às próximas eleições nossa pauta de reivindicações, que necessita ser cumprida urgentemente para não agravar ainda mais a situação que já atinge setores importantes da assistência em saúde. Esperamos respostas e soluções aos problemas que comprometem os rumos da saúde e da Medicina, contribuindo assim, para a redução de desigualdades, para a promoção do acesso universal aos serviços públicos e para o estabelecimento de condições dignas de trabalho para os médicos e de saúde à população, para que este seja realmente um país de todos.
1. É imperioso garantir a aprovação imediata da regulamentação da Emenda Constitucional 29, que vincula recursos nas três esferas de gestão e define o que são gastos em saúde. Esse adiamento causa danos ao Sistema Único de Saúde (SUS) e compromete sua sobrevivência.
2. O Governo Federal deve assegurar que os avanços anunciados pela área econômica tenham repercussão direta no reforço das políticas sociais, particularmente na área da saúde, que sofre com a falta crônica de recursos, gestão não profissionalizada e precarização dos recursos humanos.
3. São urgentes os investimentos públicos em todos os níveis de assistência (atenção básica, média e alta complexidade) e prevenção no SUS. O país precisa acabar com as filas de espera por consultas, exames e cirurgias, com o sucateamento dos hospitais e o estrangulamento das urgências e emergências, além de redirecionar a formação médica de acordo com as necessidades brasileiras.
4. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) precisa assumir seu papel legítimo na regulação entre empresas, profissionais e a população para evitar distorções que penalizam, sobretudo, o paciente. A defasagem nos honorários, as restrições de atendimento, os descredenciamentos unilaterais, os “pacotes” com valores prefixados e a baixa remuneração trazem insegurança e desqualificam o atendimento.
5. O papel do médico dentro do SUS deve ser repensado a partir do estabelecimento de políticas de recursos humanos que garantam condições de trabalho, educação continuada e remuneração adequada.
6. A proposta de criação da Carreira de Estado do Médico deve ser implementada, como parte de uma necessária política pública de saúde, para melhorar o acesso da população aos atendimentos médicos, especialmente no interior e em zonas urbanas de difícil provimento. No Brasil, não há falta de médicos, mas concentração de profissionais pela ausência de políticas – como esta – que estimulem a fixação nos vazios assistenciais, garantindo a equidade no cuidado de Norte a Sul.
7. A qualificação da assistência pelo resgate da valorização dos médicos deve permear outras ações da gestão nas esferas pública e privada. Tal cuidado visa eliminar distorções, como contratos precários, inexistência de vínculos, sobrecarga de trabalho e ausência de estrutura mínima para oferecer o atendimento ao qual o cidadão merece e tem direito.
8. Atentos ao futuro e à qualidade do exercício da Medicina, exigimos aprofundar as medidas para coibir a abertura indiscriminada de novos cursos, sem condições de funcionamento, que colocam a saúde da população em risco. De forma complementar, é preciso assegurar que a revalidação de diplomas obtidos no exterior seja idônea e sem favorecimentos, assim como oferecer a todos os egressos de escolas brasileiras vagas em Residência Médica, qualificadas pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNMR), entidades médicas e sociedades de especialidade.
9. Num país de extensões continentais, torna-se imperativo trabalhar pela elaboração de políticas e programas de saúde que contemplem as diversidades regionais, sociais, étnicas e de gênero, entre outras, garantindo a todos os brasileiros acesso universal, integral e equânime à assistência, embasados na eficiência e na eficácia dos serviços oferecidos, convergindo em definições claras de políticas de Estado para a saúde.
Preocupados com o contexto da Saúde no Brasil e com o descumprimento de suas diretrizes e princípios constitucionais, nós, médicos, alertamos aos governos sobre seus compromissos com a saúde do povo brasileiro.
Brasília, 30 de julho de 2010
ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA (AMB)
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)
FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS (FENAM)
fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Nós, médicos, representados no XII Encontro Nacional das Entidades Médicas (ENEM), de 28 a 30 de julho de 2010, em Brasília, reiteramos nosso compromisso ético com a população brasileira. Neste ano, no qual o futuro do país será decidido pelo voto, apresentamos à nação e aos candidatos às próximas eleições nossa pauta de reivindicações, que necessita ser cumprida urgentemente para não agravar ainda mais a situação que já atinge setores importantes da assistência em saúde. Esperamos respostas e soluções aos problemas que comprometem os rumos da saúde e da Medicina, contribuindo assim, para a redução de desigualdades, para a promoção do acesso universal aos serviços públicos e para o estabelecimento de condições dignas de trabalho para os médicos e de saúde à população, para que este seja realmente um país de todos.
1. É imperioso garantir a aprovação imediata da regulamentação da Emenda Constitucional 29, que vincula recursos nas três esferas de gestão e define o que são gastos em saúde. Esse adiamento causa danos ao Sistema Único de Saúde (SUS) e compromete sua sobrevivência.
2. O Governo Federal deve assegurar que os avanços anunciados pela área econômica tenham repercussão direta no reforço das políticas sociais, particularmente na área da saúde, que sofre com a falta crônica de recursos, gestão não profissionalizada e precarização dos recursos humanos.
3. São urgentes os investimentos públicos em todos os níveis de assistência (atenção básica, média e alta complexidade) e prevenção no SUS. O país precisa acabar com as filas de espera por consultas, exames e cirurgias, com o sucateamento dos hospitais e o estrangulamento das urgências e emergências, além de redirecionar a formação médica de acordo com as necessidades brasileiras.
4. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) precisa assumir seu papel legítimo na regulação entre empresas, profissionais e a população para evitar distorções que penalizam, sobretudo, o paciente. A defasagem nos honorários, as restrições de atendimento, os descredenciamentos unilaterais, os “pacotes” com valores prefixados e a baixa remuneração trazem insegurança e desqualificam o atendimento.
5. O papel do médico dentro do SUS deve ser repensado a partir do estabelecimento de políticas de recursos humanos que garantam condições de trabalho, educação continuada e remuneração adequada.
6. A proposta de criação da Carreira de Estado do Médico deve ser implementada, como parte de uma necessária política pública de saúde, para melhorar o acesso da população aos atendimentos médicos, especialmente no interior e em zonas urbanas de difícil provimento. No Brasil, não há falta de médicos, mas concentração de profissionais pela ausência de políticas – como esta – que estimulem a fixação nos vazios assistenciais, garantindo a equidade no cuidado de Norte a Sul.
7. A qualificação da assistência pelo resgate da valorização dos médicos deve permear outras ações da gestão nas esferas pública e privada. Tal cuidado visa eliminar distorções, como contratos precários, inexistência de vínculos, sobrecarga de trabalho e ausência de estrutura mínima para oferecer o atendimento ao qual o cidadão merece e tem direito.
8. Atentos ao futuro e à qualidade do exercício da Medicina, exigimos aprofundar as medidas para coibir a abertura indiscriminada de novos cursos, sem condições de funcionamento, que colocam a saúde da população em risco. De forma complementar, é preciso assegurar que a revalidação de diplomas obtidos no exterior seja idônea e sem favorecimentos, assim como oferecer a todos os egressos de escolas brasileiras vagas em Residência Médica, qualificadas pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNMR), entidades médicas e sociedades de especialidade.
9. Num país de extensões continentais, torna-se imperativo trabalhar pela elaboração de políticas e programas de saúde que contemplem as diversidades regionais, sociais, étnicas e de gênero, entre outras, garantindo a todos os brasileiros acesso universal, integral e equânime à assistência, embasados na eficiência e na eficácia dos serviços oferecidos, convergindo em definições claras de políticas de Estado para a saúde.
Preocupados com o contexto da Saúde no Brasil e com o descumprimento de suas diretrizes e princípios constitucionais, nós, médicos, alertamos aos governos sobre seus compromissos com a saúde do povo brasileiro.
Brasília, 30 de julho de 2010
ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA (AMB)
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)
FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS (FENAM)
fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
sábado, 14 de agosto de 2010
Remifentanil e propofol vs Midazolan e fentanil: menor tempo de VM e mesmos custos
Sedation in the intensive care unit with remifentanil/propofol versus midazolam/fentanyl: a randomised, open-label, pharmacoeconomic trial
Introduction
Remifentanil is an opioid with a unique pharmacokinetic profile. Its organ-independent elimination and short context-sensitive half time of 3 to 4 minutes lead to a highly predictable offset of action. We tested the hypothesis that with an analgesia-based sedation regimen with remifentanil and propofol, patients after cardiac surgery reach predefined criteria for discharge from the intensive care unit (ICU) sooner, resulting in shorter duration of time spent in the ICU, compared to a conventional regimen consisting of midazolam and fentanyl. In addition, the two regimens were compared regarding their costs.
Methods
In this prospective, open-label, randomised, single centre study, a total of 80 patients (18 to 75 years old), who had undergone cardiac surgery, were postoperatively assigned to one of two treatment regimens for sedation in the ICU for 12 to 72 hours. Patients in the remifentanil/propofol group received remifentanil (6- max. 60 μg kg-1 h-1; dose exceeds recommended labelling). Propofol (0.5 to 4.0 mg kg-1 h-1) was supplemented only in the case of insufficient sedation at maximal remifentanil dose. Patients in the midazolam/fentanyl group received midazolam (0.02 to 0.2 mg kg-1 h-1) and fentanyl (1.0 to 7.0 μg kg-1 h-1). For treatment of pain after extubation, both groups received morphine and/or non-opioid analgesics.
Results
The time intervals (mean values ± standard deviation) from arrival at the ICU until extubation (20.7 ± 5.2 hours versus 24.2 h ± 7.0 hours) and from arrival until eligible discharge from the ICU (46.1 ± 22.0 hours versus 62.4 ± 27.2 hours) were significantly (p < 0.05) shorter in the remifentanil/propofol group. Overall costs of the ICU stay per patient were equal (approximately €1,700 on average).
Conclusion
Compared with midazolam/fentanyl, a remifentanil based regimen for analgesia and sedation supplemented with propofol significantly reduced the time on mechanical ventilation and allowed earlier discharge from the ICU, at equal overall costs.
Para download
Introduction
Remifentanil is an opioid with a unique pharmacokinetic profile. Its organ-independent elimination and short context-sensitive half time of 3 to 4 minutes lead to a highly predictable offset of action. We tested the hypothesis that with an analgesia-based sedation regimen with remifentanil and propofol, patients after cardiac surgery reach predefined criteria for discharge from the intensive care unit (ICU) sooner, resulting in shorter duration of time spent in the ICU, compared to a conventional regimen consisting of midazolam and fentanyl. In addition, the two regimens were compared regarding their costs.
Methods
In this prospective, open-label, randomised, single centre study, a total of 80 patients (18 to 75 years old), who had undergone cardiac surgery, were postoperatively assigned to one of two treatment regimens for sedation in the ICU for 12 to 72 hours. Patients in the remifentanil/propofol group received remifentanil (6- max. 60 μg kg-1 h-1; dose exceeds recommended labelling). Propofol (0.5 to 4.0 mg kg-1 h-1) was supplemented only in the case of insufficient sedation at maximal remifentanil dose. Patients in the midazolam/fentanyl group received midazolam (0.02 to 0.2 mg kg-1 h-1) and fentanyl (1.0 to 7.0 μg kg-1 h-1). For treatment of pain after extubation, both groups received morphine and/or non-opioid analgesics.
Results
The time intervals (mean values ± standard deviation) from arrival at the ICU until extubation (20.7 ± 5.2 hours versus 24.2 h ± 7.0 hours) and from arrival until eligible discharge from the ICU (46.1 ± 22.0 hours versus 62.4 ± 27.2 hours) were significantly (p < 0.05) shorter in the remifentanil/propofol group. Overall costs of the ICU stay per patient were equal (approximately €1,700 on average).
Conclusion
Compared with midazolam/fentanyl, a remifentanil based regimen for analgesia and sedation supplemented with propofol significantly reduced the time on mechanical ventilation and allowed earlier discharge from the ICU, at equal overall costs.
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Remifentanil as a sedative agent
Use of remifentanil as a sedative agent in critically ill adult patients: a meta-analysis
This meta-analysis examined the benefits of using remifentanil as a sedative agent in critically ill
patients. A total of 11 randomised controlled trials, comparing remifentanil with another opioid or
hypnotic agent in 1067 critically ill adult patients, were identified from the Cochrane controlled
trials register and EMBASE and MEDLINE databases, and subjected to meta-analysis. Remifentanil
was associated with a reduction in the time to tracheal extubation after cessation of sedation
(weighted-mean-difference )2.04 h (95% CI )0.39 to )3.69 h); p = 0.02). Remifentanil was,
however, not associated with a significant reduction in mortality (relative risk 1.01 (95% CI 0.67–
1.52); p = 0.96), duration of mechanical ventilation, length of intensive care unit stay, and risk of
agitation (relative risk 1.08 (95% CI 0.64–1.82); p = 0.77) when compared to an alternative
sedative or analgesic agent. The current evidence does not support the routine use of remifentanil
as a sedative agent in critically ill adult patients.
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This meta-analysis examined the benefits of using remifentanil as a sedative agent in critically ill
patients. A total of 11 randomised controlled trials, comparing remifentanil with another opioid or
hypnotic agent in 1067 critically ill adult patients, were identified from the Cochrane controlled
trials register and EMBASE and MEDLINE databases, and subjected to meta-analysis. Remifentanil
was associated with a reduction in the time to tracheal extubation after cessation of sedation
(weighted-mean-difference )2.04 h (95% CI )0.39 to )3.69 h); p = 0.02). Remifentanil was,
however, not associated with a significant reduction in mortality (relative risk 1.01 (95% CI 0.67–
1.52); p = 0.96), duration of mechanical ventilation, length of intensive care unit stay, and risk of
agitation (relative risk 1.08 (95% CI 0.64–1.82); p = 0.77) when compared to an alternative
sedative or analgesic agent. The current evidence does not support the routine use of remifentanil
as a sedative agent in critically ill adult patients.
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Dor como quinto sinal vital!
domingo, 8 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Humani corporis fabrica
De Humani Corporis Fabrica Libri Septem ou simplesmente De Humani Corporis Fabrica (Da Organização do Corpo Humano) é um livro de anatomia humana, escrito por Andreas Vesalius em 1543. Considerado um dos mais influentes livros científicos de todos os tempos, De Humanis Corporis Fabrica é conhecido sobretudo por suas ilustrações, algumas das mais perfeitas xilogravuras jamais realizadas.
Melhor que estudar em figuras é observar as peças preparadas pelo técnica inovadora de dissecção humana pelo grupo de Pequim.
Os corpos passam por um tratamento que leva cerca de um ano e meio e envolve acetona e silicone líquido, que é enrijecido para simular o tônus natural. Depois disso, cada músculo é pintado cuidadosamente com os tons que ostentavam quando seus donos ainda estavam vivos.
Para download do livro de Vesalius...
http://www.divshare.com/download/11812808-34f
Melhor que estudar em figuras é observar as peças preparadas pelo técnica inovadora de dissecção humana pelo grupo de Pequim.
Os corpos passam por um tratamento que leva cerca de um ano e meio e envolve acetona e silicone líquido, que é enrijecido para simular o tônus natural. Depois disso, cada músculo é pintado cuidadosamente com os tons que ostentavam quando seus donos ainda estavam vivos.
Para download do livro de Vesalius...
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Transfusion Medicine: Livro
Transfusion medicine: a clinical guide
Livro de boa leitura e rápida sobre o assunto.
Download: http://www.divshare.com/download/11811696-560
Sugammadex
Sugammadex: Another Milestone in Clinical Neuromuscular Pharmacology
Sugammadex is a revolutionary investigational reversal drug currently undergoing Phase III testing whose introduction into clinical practice may change the face of clinical neuromuscular pharmacology. A modified -cyclodextrin, sugammadex exerts its effect by forming very tight water-soluble complexes at a 1:1 ratio with steroidal neuromuscular blocking drugs (rocuronium vecuronium pancuronium). During rocuronium-induced neuromuscular blockade, the IV administration of sugammadex creates a concentration gradient favoring the movement of rocuronium molecules from the neuromuscular junction back into the plasma, which results in
a fast recovery of neuromuscular function. Sugammadex is biologically inactive, does not bind to plasma proteins, and appears to be safe and well tolerated.
Additionally, it has no effect on acetylcholinesterase or any receptor system in the body. The compound’s efficacy as an antagonist does not appear to rely on renal excretion of the cyclodextrin-relaxant complex. Human and animal studies have demonstrated that sugammadex can reverse very deep neuromuscular blockade induced by rocuronium without muscle weakness. Its future clinical use should decrease the incidence of postoperative muscle weakness, and thus contribute to increased patient safety.
Sugammadex will also facilitate the use of rocuronium for rapid sequence induction of anesthesia by providing a faster onset-offset profile than that seen with 1.0 mg/kg succinylcholine. Furthermore, no additional anticholinesterase or anticholinergic drugs would be needed for antagonism of residual neuromuscular blockade, which would mean the end of the cardiovascular and other side effects of these compounds. The clinical use of sugammadex promises to eliminate many of the shortcomings in our current practice
with regard to the antagonism of rocuronium and possibly other steroidal neuromuscular blockers.
Anesthesia e analgesia
Vol. 104, No. 3, March 2007
Download: http://www.divshare.com/download/11811693-50d
Sugammadex is a revolutionary investigational reversal drug currently undergoing Phase III testing whose introduction into clinical practice may change the face of clinical neuromuscular pharmacology. A modified -cyclodextrin, sugammadex exerts its effect by forming very tight water-soluble complexes at a 1:1 ratio with steroidal neuromuscular blocking drugs (rocuronium vecuronium pancuronium). During rocuronium-induced neuromuscular blockade, the IV administration of sugammadex creates a concentration gradient favoring the movement of rocuronium molecules from the neuromuscular junction back into the plasma, which results in
a fast recovery of neuromuscular function. Sugammadex is biologically inactive, does not bind to plasma proteins, and appears to be safe and well tolerated.
Additionally, it has no effect on acetylcholinesterase or any receptor system in the body. The compound’s efficacy as an antagonist does not appear to rely on renal excretion of the cyclodextrin-relaxant complex. Human and animal studies have demonstrated that sugammadex can reverse very deep neuromuscular blockade induced by rocuronium without muscle weakness. Its future clinical use should decrease the incidence of postoperative muscle weakness, and thus contribute to increased patient safety.
Sugammadex will also facilitate the use of rocuronium for rapid sequence induction of anesthesia by providing a faster onset-offset profile than that seen with 1.0 mg/kg succinylcholine. Furthermore, no additional anticholinesterase or anticholinergic drugs would be needed for antagonism of residual neuromuscular blockade, which would mean the end of the cardiovascular and other side effects of these compounds. The clinical use of sugammadex promises to eliminate many of the shortcomings in our current practice
with regard to the antagonism of rocuronium and possibly other steroidal neuromuscular blockers.
Anesthesia e analgesia
Vol. 104, No. 3, March 2007
Download: http://www.divshare.com/download/11811693-50d
Goodbye Suxamethonium!
No drugs in anaesthesia are more problematic than suxamethonium. Yet, no drugs have survived as
suxamethonium does in spite of crisis after crisis, and attempt after attempt at its replacement. For
decades, suxamethonium has taught us neuromuscular pharmacology and provided us with an
encyclopaedia of side effects, while benefiting millions and millions of our anaesthetised patients.
With the arrival of sugammadex, it finally appears that suxamethonium can be retired. Suxamethonium
has done its job and seen its days! The present review is intended to offer a eulogy for
suxamethonium.
C. Lee
Anaesthesia, 2009, 64 (Suppl. 1), pages 73–81
download http://www.divshare.com/download/11811692-c8a
suxamethonium does in spite of crisis after crisis, and attempt after attempt at its replacement. For
decades, suxamethonium has taught us neuromuscular pharmacology and provided us with an
encyclopaedia of side effects, while benefiting millions and millions of our anaesthetised patients.
With the arrival of sugammadex, it finally appears that suxamethonium can be retired. Suxamethonium
has done its job and seen its days! The present review is intended to offer a eulogy for
suxamethonium.
C. Lee
Anaesthesia, 2009, 64 (Suppl. 1), pages 73–81
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Achei o anestesiador on Twitpic
Achei o anestesiador on Twitpic
Grande dupla! @anestesiador e @gustavoolivetti;
Bo,s tempos no corredor do INCOR há 13 anos....
@anestesiador e Sra(anestesiadora) no burburinho do COPA on Twitpic
@anestesiador e Sra(anestesiadora) no burburinho do COPA on Twitpic
Na festa do Congresso Pauslita de Anestesiologia
2010!
2010!
sábado, 12 de junho de 2010
Comer, Beber, Viver
GRAFFIGNA
Vista: Rojo violáceo intenso
Nariz: Frutas rojas clavo, canela, ahumado, vainilla
Boca: Sabroso, equilibrado, con toque de madera nueva que se ensambla con los taninos
Guarda: Listo para beber, pero se recomienda una guarda de 8 años... ótimo...vamos beber com 5 anos
Uva: 100% Malbec
Cosecha: 2005
Región de Cultivo: Valle del Pedernal, San Juan, Argentina A 1.400 m sobre nivel del mar
Maceración con Hollejo: 21 Días
Fermentación Alcohólica: 7 días
Añejamiento en Roble: 50% en roble francés y 50% en roble americano durante 12 meses
Maduración en Botella 6 meses
Vista: Rojo violáceo intenso
Nariz: Frutas rojas clavo, canela, ahumado, vainilla
Boca: Sabroso, equilibrado, con toque de madera nueva que se ensambla con los taninos
Guarda: Listo para beber, pero se recomienda una guarda de 8 años... ótimo...vamos beber com 5 anos
Uva: 100% Malbec
Cosecha: 2005
Región de Cultivo: Valle del Pedernal, San Juan, Argentina A 1.400 m sobre nivel del mar
Maceración con Hollejo: 21 Días
Fermentación Alcohólica: 7 días
Añejamiento en Roble: 50% en roble francés y 50% en roble americano durante 12 meses
Maduración en Botella 6 meses
Risco de Broncoaspiração na obesidade
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Risco de Broncoaspiração na obesidade
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terça-feira, 8 de junho de 2010
Copa do Mundo 2006
Bom ver que a vida continua.... foto da copa de 2006!
Jogo Brasil e França!
Eram 4 torcendo para o Brasil e apenas um torcedor francês....
Nem pude comemorar a vitória francesa devido a decepção das demais torcedoras....
Mas esse ano vai dar França na cabeça!
terça-feira, 1 de junho de 2010
Esportes radicais
O Francês Taïg Khris bateu no sábado 29 de maio o recorde mundial de salto em patins. Instalado em uma plataforma na altura do Primeiro andar da Torre Eiffel, desceu pela maoir plataforma já construída (30 metros) após uma queda livre de 10 metros!
Na realidade, muitos patinadores usam o Trocadero para suas acrobacias. Vimos dois meio malucos pulando por um fio a uma altura de mais de 2 metros.
Dia Mundial sem Tabaco
Dia Mundial Sem Tabaco
Parar de fumar é capaz de impedir a progressão da DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), além de reduzir os riscos de desenvolver câncer de pulmão, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (derrame) e outras doenças. Mesmo para aquelas pessoas que têm o hábito de fumar, há muitos anos, sempre haverá benefícios ao parar de fumar. Esses ganhos se darão em termos de uma vida mais saudável, com menos propensão a adoecer.
Conheça alguns:
- 12 horas após: O nível de monóxido de carbono no sangue cai, ficando próximo ao normal.
- 1 mês após: Começa a melhorar a capacidade respiratória, com diminuição da falta de ar e da tosse.
- 1 ano após: O risco de ter um ataque cardíaco estará em torno da metade do que tinha quando fumava.
- 5 anos após: O risco de ter derrame diminui e fica próximo ao de uma pessoa que nunca fumou.
- 10 anos após: O risco de ter câncer de pulmão estará reduzido à metade.
- 15 anos após: O risco de sofrer doenças cardíacas igualará ao de uma pessoa que nunca fumou.
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